29.12.14

Pré-aula - Lição 1: Deus dá a Sua Lei ao Povo de Israel


Como auxílio para o preparo da aula de próximo domingo, assista a este vídeo, que é parte do material preparado e ministrado pelo Ev. Dr. Caramuru Afonso Francisco e disponibilizado pelo Portal EBD.

Bom estudo!





27.12.14

Pessoas miseráveis, desagradáveis e fedidas! (parte 1)


O texto de 1Co 15.19 nos diz que, “se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”. A partir dele, é importante observar que não é errado, nem tampouco pecado esperar que Cristo nos abençoe nesta vida. A palavra que nos transmite esta ideia é “só”. Ou seja, podemos desejar que Jesus nos faça prosperar sobre a face da Terra. Isso não é algo anti-bíblico nem heresia.

grande problema é desejar tão-somente o que é daqui. As coisas perecíveis, efêmeras não podem, de forma alguma, ocupar nossa mente. É, aliás, a recomendação paulina num dado momento de sua vida em que o apóstolo estava encarcerado (Cl 3.1,2). Antes de Paulo, ainda, quando o Senhor Jesus atravessara o mar, e a multidão, por meio de barcos, foi para Cafarnaum, farta de pão, Ele a exortou: “Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará, porque a este o Pai, Deus, o selou” (Jo 6.22-27).

Vemos, de pronto, que miserável (ou infeliz) não é aquele que, segundo dicionários, é muito pobre, paupérrimo, destituído de recursos financeiros. Mas,biblicamente, miserável é o que se importa só com o que é terreal, breve, transitivo, variável, fugaz, finito. Se perguntamos a uma pessoa qualquer não serva do Senhor o que deseja para si, ela nos dirá que deseja ter saúde, fazer uma boa faculdade, ter um bom emprego, uma bela casa, um vida regalada, dinheiro para gastar, para viajar bastante e coisas afins.

O mal ocorre quando os que cristãos se dizem ser veem e esperam só essas mesmas coisas. Não estamos dizendo que não se deve planejar, almejar isso e aquilo. Não! Estamos afirmando que tudo isso é em segundo plano, em segundo lugar, quiçá em terceiro. Lembremo-nos das palavras de Jesus, quando ordenou “mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).


Temos buscado as coisas celestiais? As que são do alto? Temos almejado a comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem tem nos dado? Temos buscado que almas se convertam? Que Jesus Cristo batize com o Espírito Santo a nós? Temos buscado com zelo os dons espirituais? Temos orado por que o Senhor opere sinais e prodígios em nosso meio? Que Ele liberte as almas oprimidas pelo diabo? Que Ele cure os enfermos? Qual, afinal, tem sido a nossa oração?

É lastimável ver sedizentes cristãos se acotovelando em templos para ouvirem “voz profética”, “pregações ungidas”, cheias de ideias e conceitos voltados para esta vida debaixo do sol. É lastimável ver cristãos miseráveis. Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo desvendou, confrontando os fariseus, que “do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mt 12.34).

É inadmissível, pois, aceitar como certa a prática de só se falar e esperar as coisas só nesta vida. Devemos ser bem-aventurados, e não miseráveis. Temos de buscar e pensar nas coisas que são de cima e não nas que são da terra. Só assim não seremos os mais miseráveis de todos os homens. Amém.

Pela busca constante a Jesus,



(continua)


26.12.14

Em defesa do culto de passagem de ano



Sabemos todos que vivemos dias de apostasia na Igreja, mais um dos muitos sinais que estão a indicar a proximidade do arrebatamento da Igreja e do término da dispensação da graça.

No entanto, as manifestações desta apostasia não podem ser simplesmente ignoradas pelos servos do Senhor Jesus, até porque devemos, como nos ensina Judas, o irmão do Senhor, “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd.3 “in fine”), inclusive reagindo como nos ensina o pastor Natanael Rinaldi, considerado o maior apologista evangélico brasileiro, que afirmou, em entrevista, que “temos de agir amando a verdade como eles [os hereges, observação nossa] se apegam à mentira” (Apologética, ano 2, ed. 9, p.65).

Assim, não podemos nos calar quando vemos movimentos dentro de nossas igrejas locais que são sinais desta apostasia, sendo nosso dever denunciá-los e, no limite de nossas forças, fazer com que sejam neutralizados e retrocedam, “salvando alguns, arrebatando-os do fogo” (Jd.23 “in initio”), para usar, uma vez mais, de uma expressão de Judas.

Temos notado que, de forma crescente, muitas igrejas locais têm banido de suas atividades o “culto da passagem de ano”, aquele culto em que a Igreja se reúne para ver, a um só tempo, o final do ano em curso e o início de mais um ano.

Muitos têm justificado esta retirada com diversos argumentos: são muitos os irmãos que viajam nesta época do ano e, portanto, a frequência de tal culto é diminuta; o horário do culto é sacrificante para os irmãos, máxime nas grandes cidades, onde a violência e criminalidade só fazem aumentar; trata-se de um momento eminentemente familiar e se deve prestigiar a vida familiar dos irmãos.

Todas estas “justificativas”, entretanto, não passam de desculpas para se esconder o que realmente está ocorrendo para que alguns já tenham retirado este culto de suas agendas: a apostasia, o distanciamento de suas vidas do Senhor Jesus.

O “culto da passagem de ano”, por primeiro, não é uma invenção nem tampouco uma “tradição” criada no bojo das igrejas evangélicas e do movimento pentecostal.

Verdade é que, na história das Assembleias de Deus, vemos que se trata de uma prática que já era adotada pelos pioneiros, como, v.g., Gunnar Vingren que retornou aos caminhos do Senhor no culto de vigília de Ano Novo em 1896, quando tinha 17 anos de idade (VINGREN, Ivar. Diário do pioneiro Gunnar Vingren. 5.ed.,  p.20), prática que instalou nas nascentes Assembleias de Deus, visto que noticia que, no culto de ano novo de 1914, o Senhor usou em profecia a irmã Celina Albuquerque, a primeira pessoa a ser batizada com o Espírito Santo em terras brasileiras (op.cit., p.68).

Entretanto, a ideia de celebração solene diante de Deus da passagem de ano vem-nos da própria lei de Moisés. A “festa das trombetas”, realizada no dia primeiro do mês sétimo (Lv.23:24,25) é o que se denomina de “Ano Novo Judaico”, o conhecido “Rosh Hashanah”, solenidade “…cujo significado e solenidade, para os devotos…”, segundo o estudioso judaico Nathan Ausubel diz que “…só está abaixo do dia de Iom Kipur, o Dia da Expiação…” (Rosh Hashanah”. In: A JUDAICA, v.6, p.732).

Verificamos, pois, que o Senhor desejava que o Seu povo, na passagem de um ano para o outro, fizesse isto de forma solene, a fim de que se lembrasse de que a passagem do tempo é uma dádiva divina, é um momento, um instante em que devemos recordar de nossa dependência de Deus e da circunstância de que o tempo é uma realidade para os homens, o que, entretanto, inexiste para o Senhor.

O judeu francês Émile Durkheim (1858-1917), considerado o primeiro sociólogo moderno, em seus estudos, bem demonstrou que um dos papéis da religião na sociedade é o de dar noções de espaço e de tempo, noções fundamentais para o próprio desenvolvimento do raciocínio humano.

Ao determinar a celebração da passagem do ano (como também o princípio do meses, cf. Nm.10:10), o Senhor queria deixar bem claro a Israel de que Ele é o Senhor do tempo, que Ele é eterno e que tudo o que ocorre no tempo é algo que está diante d’Ele e que devemos ser agradecidos ao Senhor por tudo o que aconteceu, lembrando também que de tudo daremos conta a Ele.

Embora não estejamos debaixo da lei, é evidente que os princípios que norteiam a celebração da passagem de ano permanecem na graça, visto que têm a ver com a soberania divina, a gratidão do povo de Deus e a consciência de que a passagem do tempo é um sinal da dependência do homem em relação ao seu Criador.

A existência de um culto de ano novo, portanto, é uma forma de a Igreja agradecer a Deus pela passagem deste tempo, de recordar a sua responsabilidade pelos atos praticados e de reafirmar a dependência que temos em relação a Deus em tudo o que fazemos.

O calendário, como diz Durkheim, ajuda-nos a organizar a nossa mente, a fazermos uma análise de nossas atitudes e de nossa vida, a fazermos um autoexame, o que é fundamental para que nos mantenhamos em comunhão com o Senhor (cf. I Co.11:28). Não é desarrazoado, aliás, que muitas igrejas locais tenham aproveitado a ocasião para também celebrar a ceia do Senhor, máxime nas denominações que o fazem anualmente.

O culto de ano novo encerra, assim, uma importante mensagem: a admissão de que o período de tempo transcorrido se deve única e exclusivamente ao Senhor e que d’Ele dependemos em tudo, motivo pelo qual sempre iniciamos e terminamos o ano na presença do Senhor.

O culto de ano novo traduz a completa dependência que temos do Senhor, o reconhecimento de que “sem Ele nada podemos fazer” (cf. Jo.15:5 “in fine”), de que Ele ocupa a primazia em nossas vidas, pois Ele é “o princípio e o fim” (AP.1:8; 21:6; 22:13).

Ao começarmos e terminarmos um ano na presença do Senhor, reunidos em Seu nome, na igreja local, estamos declarando a todos que o Senhor é a razão de ser de nossas vidas, de que não mais vivemos para nós mesmos, mas para Ele (Gl.2:20).

Quando, porém, pomos outros interesses acima desta celebração, estamos, simplesmente, admitindo que a reunião coletiva da Igreja, o culto a Deus na igreja local é algo que ocupa apenas o “tempo de sobra”, algo que é secundário.

Dizer que a frequência da igreja é diminuta nesta época do ano, o que justificaria a retirada deste culto da agenda é uma falácia, pois o Senhor diz que estará presente onde estiverem dois ou três reunidos em Seu nome (Mt.18:20) e esta diminuta frequência, ademais, não retira da agenda outras reuniões, como as do meio de semana, cada vez mais vazias.

Dizer que o horário do culto é sacrificante para os irmãos é também outra falácia, pois, em outras reuniões (e algumas nada edificantes), não se verifica a questão de horário, quando isto convém, e em períodos onde não há uma intensa movimentação, como ocorre nos finais de ano, onde há uma tradição da espera do novo ano e um intenso e anormal movimento nas ruas, inclusive nas grandes cidades, apesar do horário.

A propósito, muitos que “não querem se sacrificar” ficando até meia noite nas igrejas locais, são os mesmos que, “livres do compromisso do culto de ano novo”, vão se somar a multidões à espera do ano novo nas ruas, em ambientes e circunstâncias muito mais perigosos, como são as concentrações de “réveillon” tradicionalmente organizadas nas cidades. Deixa-se de realizar os cultos de ano novo e os crentes vão para os foguetórios, para os “shows de virada” e tantas coisas nada edificantes do ponto-de-vista espiritual…

Dizer que se trata de um “momento familiar” e de que o culto de ano novo prejudicaria a vida familiar dos irmãos é outro raciocínio enganoso, visto que o culto de ano novo é, precisamente, o momento em que a família pode estar diante de Deus para agradecer ao ano que termina e pedir as bênçãos de Deus para o ano que começa. Caso o salvo não tenha seus familiares na casa do Senhor, isto não o impede de convidá-los para ir ao culto ou de, primeiro, adorar a Deus e, em seguida, dirigir-se até onde estão seus familiares para com eles compartilharem o momento festivo.

Estes crentes que querem ter “um momento familiar”, por acaso, na passagem do ano, realizam “culto doméstico” em suas casas? Evidentemente que não, até porque não o fazem o ano inteiro, por que o fariam agora? Que “preocupação com o momento familiar” é esta se não há sequer comunicação entre os membros da casa durante o ano? Tudo não passa de uma artimanha para se fugir da presença do Senhor.

A propósito, estes mesmos que se dizem “preocupados com a vida familiar”, montam agendas durante o ano que, na prática, inviabilizam a vida familiar de seus membros, a indicar que não é este o real motivo para o banimento do culto de ano novo.

O que temos, pois, na verdade, para esta prática que se tem intensificado é um sentimento de distanciamento do Senhor. As pessoas, apesar de se dizerem cristãs, estão cada vez mais deixando Deus de lado, não se sentem dependentes do Senhor, não põem Deus em primeiro plano, não têm mais a consciência de que sem Ele nada pode ser feito.

Por isso, querem aproveitar os momentos festivos para se divertirem, para o entretenimento, não tendo mais uma vida compromissada com Deus. É este o verdadeiro espírito que está por detrás de medidas como estas, que traduzem apenas um desvio espiritual crescente e preocupante.

Entendamos, pois, a importância e o significado do culto de ano novo e que, com esta celebração, assumamos, a cada mudança de ano, o compromisso de viver cada vez mais na dependência do Senhor, que nos quer dar a vida eterna, o instante em que estaremos, para sempre, livres da barreira do tempo.


Caramuru Afonso Francisco (Evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém – sede e colaborador do Portal Escola Dominical)


1.º Trimestre de 2015 - Os Dez mandamentos: Introdução ao Trimestre


2015 está bem perto. Vamos estudar a Palavra de Deus?

O Portal EBD preparou uma introdução ao trimestre. Assista, a fim de preparar-se.


24.12.14

O que o Natal tem a ver com você?




Você já sabe o que se comemora no Natal, mesmo que não creia. Já reparou que não existe Natal sem Jesus? Já, né?! Então, não escreverei sobre isso. Minha intenção é provocar uma rápida reflexão.

Milhares de pessoas, nesta data, abrem suas garrafas de champanhe, bebem seus vinhos, esbaldam-se em suas ceias bem fartas. Talvez você também.

Um sem-número de pessoas ouve mensagens sobre Jesus, canta hinos de louvor ao menino, filho de Maria. Talvez você também.

E, ainda, multidões saem às ruas para fazer caridade, alimentam os menos favorecidos, trocam presentes etc. Talvez você também.

E daí?, você poderia perguntar. O ponto é que essas mesmas pessoas, que comemoram o nascimento de Jesus, cantam, ouvem, celebram, choram e riem, poderão, um dia, estar condenadas no inferno, por terem dado de ombros ao mais importante Aniversariante; por terem ignorado Seu sofrimento, morte e ressurreição, bem como aquilo que Ele requer de cada um, em Sua Palavra. Talvez você não.

Espero que não.

Meu desejo honesto é que você não espere para sofrer as penalidades eternas, embora, durante sua vida, tenha ouvido belas mensagens e lindos cânticos sobre o Salvador Jesus Cristo. Antes, que você, sinceramente, arrependa-se de seus pecados e entregue sua vida a Ele, fazendo a vontade dEle, pois só assim – naquele dia de prestação de contas – terá realmente valido a pena a comemoração do Natal.


Espero que sim! Feliz Natal! De verdade!


Análise e abordagem do tema: "Os Dez Mandamentos" - 1.º trimestre letivo de 2015

Também como visão geral sobre o tema do 1.º trimestre letivo de 2015, quando, se Deus permitir, vamos estudar o tema: “Os Dez Mandamentos – Valores divinos para uma sociedade em constante mudança”, assista ao vídeo a seguir.

O Portal EBD preparou uma abordagem panorâmica acerca do conteúdo a estudarmos. Portanto, a fim de se preparar – como aluno ou professor –, veja esta análise.

Bom estudo!



23.12.14

Os Dez Mandamentos - Pr. Esequias Soares

Vamos estudar a Palavra de Deus?

Neste início de 2015, será estudado o tema: “Os Dez Mandamentos – Valores divinos para uma sociedade em constante mudança”.

Como introdução geral ao tema, assista ao vídeo a seguir. Trata-se de uma palestra ministrada pelo pastor Esequias Soares, na qual ele faz um panorama acerca do assunto.

Bom estudo!


28.10.14

Lições Bíblicas – Adultos, da CPAD: 1.º Trimestre de 2015 - A Lei de Deus – Valores imutáveis para uma sociedade em constante mudança




Lições Bíblicas – Adultos, da CPAD
1.º Trimestre de 2015
A Lei de Deus – Valores imutáveis para uma sociedade em constante mudança

Comentarista: Pastor Esequias Soares

LIÇÕES SEMANAIS:

Lição 1 – Deus dá a sua Lei ao Povo de Israel
Lição 2 – O Padrão da Lei Moral
Lição 3 – Não Terás outros deuses
Lição 4 – Não farás imagens de Esculturas
Lição 5 – Não Tomarás o Nome do Senhor Deus em Vão
Lição 6 – Santificarás o Sábado
Lição 7 – Honrarás Pai e Mãe
Lição 8 – Não Matarás
Lição 9 – Não adulterarás
Lição 10 – Não furtarás
Lição 11 – Não darás Falso Testemunho
Lição 12 – Não cobiçarás
Lição 13 – A Igreja e a Lei de Deus




22.9.14

Cuidado com o voto para deputado: não vote no gato e eleja a lebre



Caramuru Afonso Francisco
Aproxima-se a data das eleições gerais deste ano de 2014, eleições importantíssimas, onde o Brasil deverá decidir se continua sendo um Estado Democrático de Direito ou se dá amplos poderes ao segmento que já nos governa há doze anos, permitindo-lhe que consolide e institua em nosso país, provavelmente de forma irreversível, um regime político ditatorial baseado em valores anticristãos e antidemocrático.

Um ponto importante nestas eleições gerais é a eleição dos deputados federais e dos deputados estaduais, questão esta que é, infelizmente, sempre deixada em segundo plano, diante dos embates que cercam a eleição do Presidente da República e dos Governadores dos Estados e do Distrito Federal.

Recentes pesquisas eleitorais mostram que, há pouco mais de vinte dias das eleições, apenas um oitavo dos eleitores (12,5%) já escolheram seus candidatos a deputado federal e a deputado estadual, o que é algo muito ruim, visto que são estes os que deverão fiscalizar tanto o Presidente da República quanto os Governadores, sendo os principais responsáveis pela elaboração de leis. Não é à toa que é no Poder Legislativo que vemos hoje a maior ineficiência e o maior distanciamento entre o povo e os nossos governantes.

Um dos problemas desta falta de representatividade e de fonte de diversos problemas que hoje vivemos é, sem dúvida, o sistema estabelecido para a eleição dos deputados, o chamado “sistema proporcional”, que gera esta desvinculação entre o povo e os deputados que são eleitos, desvinculação que facilita a cooptação por parte dos que são eleitos no Poder Executivo e que fazem com que os parlamentares se tornem irrelevantes e que não sintam a pressão popular.

Segundo este sistema, os deputados eleitos não são os que têm maiores votos, mas, sim, os que são os mais votados em cada partido ou coligação de partidos que disputam a eleição.

Expliquemos melhor.

Os partidos políticos, sozinhos ou agrupados em coligações, escolhem seus candidatos e, para determinar quem é eleito, é, em primeiro lugar, estabelecido o chamado “quociente eleitoral”, que é o resultado da divisão entre os votos válidos para deputado (federal ou estadual) e o número de vagas de deputado que estão em disputa.

Assim, por exemplo, no Estado de São Paulo, há 70(setenta) vagas de deputado federal. Assim, para determinar quem será eleito, em primeiro lugar, verifica-se quantos votos válidos houve e se fixa o quociente eleitoral. Digamos que, na eleição, tenha havido 7 milhões de votos válidos para deputado federal, então o quociente eleitoral será 100.000 (cem mil), que é o resultado de 7 milhões dividido por 70.

Depois de verificado o “quociente eleitoral”, então se verifica quantos votos teve cada partido ou coligação de partidos, quando, então, é definido o número de vagas que cada partido ou cada coligação de partidos terá e, só então, se definem os eleitos, que são aqueles que ocupam as primeiras posições em cada partido ou coligação de partidos, de acordo com o número de vagas que cada partido ou coligação obteve.

No exemplo que demos, por exemplo, se um partido ou coligação tiver tido 200.000 (duzentos mil) votos, terá eleito 2 (dois) deputados federais, que é o resultado da divisão entre 200.000 e o quociente eleitoral, que, no exemplo que demos, foi de 100.000.

Digamos que o candidato mais votado deste partido ou coligação tenha obtido 30.000 (trinta mil) votos, ele será eleito não porque teve 30.000 (trinta mil) votos, mas porque foi o que ficou em primeiro lugar naquele partido ou coligação que conseguiu eleger 2 (dois) candidatos.

Na eleição para deputado, portanto, não importa quantos votos a pessoa tenha obtido, mas a posição que ela tem no conjunto de candidatos de seu partido ou coligação, de acordo com o número de vagas que o partido ou coligação teve, segundo o quociente eleitoral.

Por isso, não basta escolher uma pessoa para votar para deputado, mas verificar quem são os outros candidatos do mesmo partido ou coligação, pois corremos o risco de votar em uma pessoa e acabar ajudando a eleger outra, pessoa, inclusive, que tenha pensamentos, valores e ideias totalmente contrários aos nossos.

Não basta escolher a pessoa quando formos votar para deputado (federal ou estadual), é preciso saber a que partido pertence e se este partido está reunido a outros numa coligação e verificar quem são os outros candidatos deste partido ou desta coligação, pois nosso voto também será computado para ajudar a eleger estes outros candidatos.

Em 2010, por exemplo, no Estado de São Paulo,o deputado federal mais votado foi o palhaço Tiririca, que foi lançado pelo PR (Partido da República). Tiririca obteve 1.353.820 (um milhão, trezentos e cinquenta e três mil, oitocentos e vinte) votos. Muitos dos que votaram nele foram pessoas indignadas com os escândalos que envolviam os políticos, em especial o “mensalão”. No entanto, estas pessoas não perceberam que o partido de Tiririca estava coligado com o PT (Partido dos Trabalhadores) e seus eleitores ajudaram a eleger, votando em Tiririca, em três “mensaleiros”, a saber, os hoje ex-deputados Valdemar Costa Neto (que era do mesmo partido de Tiririca, o PR) , João Paulo Cunha e José Genoíno (estes dois últimos do PT). Ou seja: quem votou “protestando” contra os escândalos, acabou elegendo precisamente os responsáveis pelo escândalo.

Devemos, portanto, ter muito cuidado na hora de votar para deputado, pois, muitas vezes, estamos votando no “gato”, mas elegendo a “lebre”. Estamos votando em uma pessoa, mas elegendo outra.

Para complicar, é possível que um partido esteja numa coligação nas eleições para deputado federal e em outra coligação nas eleições para deputado estadual, de modo que é preciso verificar cada caso separadamente.

Por isso, não vale a pena votar em um conhecido ou amigo de um conhecido, que sabemos que não tem qualquer chance de ganhar, apenas por “amizade”, pois esta “amizade” pode ajudar a eleger uma pessoa corrupta, envolvida em escândalos, que contraria os nossos valores cristãos.

Para escolher o seu candidato a deputado (federal ou estadual), não basta, pois, verificar quem é a pessoa, é preciso saber a que partido ela pertence e se o partido está em alguma coligação, bem como verificar quem são os  outros candidatos deste partido ou coligação, para só depois tomar a decisão, pois podemos estar ajudando a votar num inimigo do Evangelho.

Caramuru Afonso Francisco é Evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém – sede – São Paulo/SP e colaborador do Portal Escola Dominical (www.portalebd.org.br).

COLIGAÇÕES E PARTIDOS QUE DISPUTAM A ELEIÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA AS ELEIÇÕES PROPORCIONAIS (DEPUTADOS)

DEPUTADO FEDERAL:  PDT, PSC, PMDB/PROS/PP/PSD, PSOL/PSTU, PEN, PTB, PHS/PRP, PT/PC do B, PSL/PTN/PMN/PTC/PT do B, SDD, PSDB/DEM/PPS, PRB, PRTB, PSB, PCO, PSDC, PV, PCB, PPL.

DEPUTADO ESTADUAL: PSC, PHS, PR, SDD, PSDB/DEM/PPS/PRB, PSDC, PRP, PSOL/PSTU, PV, PMDB/PSD/PP, PEN, PROS, PSB, PSL/PTN/PMN/PTC/PT do B, PRTB, PDT, PPL, PTB, PT, PC do B, PCO.

DEMAIS ESTADOS – Verifique as coligações e partidos no site do Tribunal Regional Eleitoral do seu Estado ou do Distrito Federal.

Vídeo elucidativo a respeito deste tema pelo Pr. Silas Malafaia:



Disponível no Portal EBD


7.9.14

NOSSA PÁTRIA PRECISA VER CRISTO EM NÓS



Caramuru Afonso Francisco

O Brasil comemora, neste 7 de setembro de 2014, 192 anos de sua independência, proclamada às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, pelo então Príncipe-Regente do Brasil, D. Pedro, que viria a ser o nosso primeiro Imperador.

Aquele gesto do príncipe e herdeiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves era uma resposta às exigências das Cortes de Lisboa que tinham por objetivo reduzir o Brasil a uma mera condição de colônia, reeditando o sistema que havia perdurado desde 1500 até 1808, quando o rei de Portugal mudara a sede do reino para o Brasil, fugindo que estava de Napoleão Bonaparte.

O Brasil já era um Reino desde 1815 e as exigências das Cortes de Lisboa representavam um retrocesso inadmissível, que acabou levando o Brasil a declarar a sua independência de Portugal, surgindo, então, um novo país.

Este episódio que dá início à vida independente de nosso país é elucidativo, pois nos mostra que não podemos permitir que o Brasil, na sequência de sua história, tenha retrocessos, ande para trás, retorne a condições que já foram superadas e ultrapassadas.

192 anos depois, vivemos um momento extremamente delicado em nosso país, momento decisivo mesmo, em que o Brasil deverá definir se quer continuar prosseguindo como uma nação livre, democrática, onde têm lugar as liberdades públicas, entre elas a liberdade religiosa, ou se vamos retroceder neste ambiente, acabando por consolidar a instauração, aqui, de um regime político contrário à liberdade e à verdade que, como sabemos, é Cristo Jesus (Jo.14:6).

O fato é que estamos vendo, a olhos vistos, a implantação de um projeto de poder anticristão que se consolida cada vez mais, dentro dos ditames de um movimento internacional, que já tem demonstrado sua ideologia em países como Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador.

Quando o Brasil se tornou independente, havia uma religião oficial e os demais cultos eram somente permitidos em caráter privado, sendo proibida até a construção de templos que não fossem católicos romanos.

Com a República, o Estado se tornou laico e a evangelização do país, que se iniciara já timidamente durante o último quartel do século XIX, atingiu níveis impressionantes, a ponto de as estatísticas dizerem que hoje cerca de um quarto dos brasileiros se declare evangélico.

Entretanto, nos últimos anos, temos visto que segmentos que detêm parcela considerável do poder político, enquanto proclamem serem adeptos da liberdade religiosa, estão, na verdade, solapando os valores cristãos que formaram a nação brasileira e, o que é muito triste, com a conivência (remunerada ou não…) de diversas lideranças que cristãs se dizem ser.

Nosso país está a serviço de um amplo movimento anticristão internacional e, mais do que nunca, a Igreja precisa orar pelo nosso país, para que não sejamos submersos por este movimento, de múltiplas faces, que nos leva para o campo contrário a Deus e à Sua vontade.

Os valores cristãos têm sido violentamente perseguidos em nosso país e as instituições cada vez mais são postas contra eles e contra a Igreja em geral. Querem, a todo custo, levar novamente a pregação do Evangelho para os ambientes privados, como ocorria na época do Império, ainda que tais ambientes sejam templos, algo que não podia haver no século XIX.

Há um nítido cerceamento por parte dos que têm o poder de tudo quanto diga respeito à pregação do Evangelho e dos valores baseados na Palavra de Deus.

Enquanto isso, o país assiste a um agravamento das condições de vida, com número de homicídios muito superior ao de países em guerra (são mais de 50 mil mortes violentas por ano e mais de 42 mil mortes no trânsito por ano), aumento enorme do tráfico de drogas e do número de quimiodependentes, com reflexos evidentes na própria estruturação da família brasileira, sem falar na corrupção generalizada que gera um descrédito na política e nas instituições, a agravar ainda mais esse triste e trágico quadro.

Todo este estado de coisas exige dos cristãos uma postura. A primeira, de cunho espiritual, pois sabemos que é Deus que muda os tempos e as horas, quem estabelece e quem remove os governantes (Dn.2:21). Sendo assim, devemos orar a Deus para que os nossos governantes não se rebelem contra o Senhor e os valores por Ele insculpidos na Sua Palavra, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, com toda piedade e honestidade (I Tm.2:1-3).

Entretanto, para que oremos neste sentido e sejamos ouvidos, faz-se mister que, antes, sejamos tementes a Deus (Jo.9:31), que sejamos os primeiros cumpridores da Palavra de Deus, mantendo uma vida de santificação e um testemunho que nos faça luz do mundo e sal da terra (Mt.5:13-16).

O que tem faltado ao Brasil, decididamente, são servos de Cristo Jesus dignos deste nome, que se guardem da corrupção do mundo e que estejam, com suas vidas, a levar o nome de Jesus para a sociedade, demonstrando, com seus atos, uma fé autêntica e verdadeira, cunhada nos valores cristãos e que leve outros a crer em Jesus e a tê-l’O como único Senhor e Salvador das suas almas.

A degeneração da sociedade brasileira tem sido acompanhada de uma degeneração daqueles que cristãos se dizem ser, que também, em troca de favores e vantagens, muitas vezes mínimas e ilusórias, têm deixado de lado a defesa da fé e uma vida condizente com a Palavra de Deus.

Precisamos nos santificar, nos humilhar debaixo da potente mão de Deus, sentir as nossas misérias (Tg.4:9,10: I Pe.5:6), passar a termos uma vida condizente com as Escrituras Sagradas, com a vontade de Deus e, assim, nossas orações serão ouvidas pelo Senhor, que mudará este quadro tão difícil por que passa o nosso país.

Além desta providência espiritual, também precisamos tomar providências no campo material, não permitindo que os inimigos de Cristo ocupem postos de mando em nosso país.

Vivemos num regime democrático e, portanto, podemos nos manifestar livremente com relação às ações dos governantes, pois somos cidadãos.

Não só no momento do voto mas durante todo o mandato dos que são eleitos temos o legítimo direito de reivindicar, manifestar nossa opinião e persuadir os governantes nas suas tomadas de decisão.

O cidadão dos céus, como é chamado o salvo como descrito no Salmo 15, notabiliza-se por uma conduta na terra. Herdará, sim, as mansões celestiais, mas seu caráter de santidade é demonstrado pelas suas atitudes neste mundo.

Uma das características do cidadão dos céus é desprezar o réprobo e honrar os que temem o Senhor (Sl.15:4).

Assim, além de termos uma vida sincera diante de Deus e orarmos para que nossos governantes sigam os valores constantes das Escrituras Sagradas, é importantíssimo que não honremos senão os tementes a Deus e desprezemos os réprobos.

Deste modo, na hora do voto e no dia-a-dia do exercício dos mandatos, o salvo em Cristo Jesus, a Igreja deve desprezar o réprobo, ou seja, aquele que rejeita a Palavra de Deus, que insiste em governar contra os ditames da sã doutrina, não lhe dando o voto e sempre procurando manifestar-se de modo a que tais decisões erradas nunca sejam adotadas em nosso país.

Infelizmente, porém, não são poucos os que cristãos se dizem ser que têm prestigiado o réprobo por causa de favores e vantagens que receberam ou esperam receber, trocando, assim, a bênção divina por um prato de lentilhas, agindo, portanto, como o profano e fornicário Esaú (Hb.12:16).

Não podemos agir deste modo, pois estaremos a consentir com este descalabro por que passa “nossa mãe gentil”, nossa “Pátria amada” e, assim, seremos tão culpados quanto aqueles que estão a levar nosso país para este rumo de desmantelamento e de barbárie (Rm.1:32).

Não podemos permitir, como fez o Príncipe-Regente às margens do Ipiranga, que o Brasil retroceda e caia, novamente, nas trevas espirituais do passado, onde os verdadeiros e autênticos servos de Deus apenas usavam de lugares privados, entre quatro paredes, para louvar e bendizer ao Senhor.

O Brasil precisa de Cristo, é urgente, pois estamos a nos desmontar como sociedade civilizada, mas, para que o Brasil contemple Cristo, é absolutamente necessário que veja Cristo em nós, bem como que, cientes dos graves problemas de nossa nação, esforcemo-nos para debelá-los, confiando em Deus e fazendo a nossa parte.


Caramuru Afonso Francisco é evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém – sede – São Paulo/SP e colaborador do Portal Escola Dominical (www.portalebd.org.br).



1.8.14

VOTO CONSCIENTE COMEÇA PELA INVESTIGAÇÃO DAS PROPOSTAS DE GOVERNO


                                                                       Caramuru Afonso Francisco*

                                   Estamos a iniciar um novo período de campanha eleitoral, as eleições gerais de 2014, quando deveremos eleger os novos ocupantes de cargos eletivos nos Poderes Executivo e Legislativo da União Federal, dos Estados Federados e do Distrito Federal.
                                   Teremos, desta feita, a renovação completa dos Poderes Executivos da União (Presidente e Vice-Presidente da República), dos Estados Federados e Distrito Federal (Governadores e Vice-Governadores ), da Câmara dos Deputados (Deputados Federais), e dos Legislativos Estaduais (Deputados Estaduais) e renovação de um terço do Senado Federal (Senadores).
                                   Como servos de Deus, devemos orar para que o Senhor nos dê governantes que sejam tementes à Sua Palavra, que governem com sabedoria vinda do alto, buscando o bem-comum da população, bem como tomando decisões que não contrariem a sã doutrina.
                                   Como servos de Deus, devemos, também, investigar as propostas dos candidatos, não se deixando enganar pela propaganda, mas verificando o caráter de cada postulante, seus compromissos, sua história, a fim de que verifiquemos quem melhor atende às necessidades atuais de nosso povo.
                                   O Sl.10:4 diz que o ímpio não investiga, ou seja, aquele que não serve a Deus é uma pessoa que não pesquisa, não analisa as coisas, fazendo tudo conforme a sua arrogância, que é própria daqueles que deixam Deus de lado e querem viver como se o Senhor não existisse.
                                   Não é assim, porém, aquele que serve ao Senhor. Este bem analisa todas as coisas, sendo pronto para ouvir, tardio para falar, devendo, por isso mesmo, manter um contato íntimo com o seu Senhor e Salvador, através da meditação nas Escrituras e da oração, a fim de que aprenda a ser manso e humilde de coração, humildade esta que é reafirmada pela pronta disposição em investigar e pesquisar tudo antes de tomar uma decisão.
                                   Com respeito ao voto, não é diferente. Sendo a mais importante arma que tem o cidadão, o servo de Deus deve bem analisar as propostas dos candidatos, seu histórico, os compromissos assumidos, as pessoas com quem se alia para tentar chegar ao poder, a fim de que tome uma decisão correta e de que não venha a se arrepender posteriormente.
                                   A legislação eleitoral exige que os candidatos a Presidente da República apresentem, quando do pedido de registro de suas candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral, uma proposta de governo, ou seja, diga solenemente quais são seus planos e projetos caso venha a ser eleito.
                                   Infelizmente, estes programas não são, ainda, vinculativos, ou seja, caso o candidato não os cumpra, não existe nenhuma sanção, nenhuma punição. De qualquer modo, é uma forma de trazer um comprometimento moral ao candidato, um documento que permitirá que venha a ser cobrado no exercício de seu mandato, sem falar no fato de que é uma demonstração de suas intenções, o que é extremamente importante para a escolha do eleitor.
                                   Tais propostas, porém, quase sempre ficam no Tribunal Superior Eleitoral, não são levadas ao conhecimento do público.
                                   O objetivo nosso é, precisamente, o de divulgar estas propostas, incentivando os professores de Escola Bíblica Dominical a transmitir este conhecimento aos seus alunos, bem como a todos os membros e congregados de sua igreja local, estimulando-os a ler tais propostas a fim de que possam decidir criteriosamente em que votar nas próximas eleições.
                                   As propostas estão no Tribunal Superior Eleitoral e apresentamos os links de cada proposta de cada candidato, que estão relacionados aqui em ordem alfabética, como se encontram no Tribunal.
                                   Que esta ferramenta possa fazer com que todos tenham condições de votar conscientemente para Presidente da República no próximo pleito. Que Deus nos ilumine. Amém!

* Evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém – sede – São Paulo/SP e colaborador do Portal Escola Dominical (www.portalebd.org.br)


Links para as íntegras das propostas de governo dos candidatos à Presidência da República


foto do candidato
Aécio Neves da Cunha (Aécio Neves) (Coligação Muda Brasil - PSDB / PMN / SD / DEM / PEN / PTN / PTB / PTC / PT do B)http://divulgacand2014.tse.jus.br/divulga-cand-2014/proposta/eleicao/2014/idEleicao/143/UE/BR/candidato/280000000085/idarquivo/229?x=1406050602000280000000085

foto do candidato
Dilma Vana Roussef (Dilma) (Coligação com a Força do Povo - PT / PMDB / PSD / PP / PR / PROS / PDT / PC do B / PRB) : http://divulgacand2014.tse.jus.br/divulga-cand-2014/proposta/eleicao/2014/idEleicao/143/UE/BR/candidato/280000000083/idarquivo/194?x=1405547287000280000000083

foto do candidato
Eduardo Henrique Accioly Campos (Eduardo Campos) (Coligação Unidos pelo Brasil - PHS / PRP / PPS / PPL / PSB / PSL): http://divulgacand2014.tse.jus.br/divulga-cand-2014/proposta/eleicao/2014/idEleicao/143/UE/BR/candidato/280000000063/idarquivo/108?x=1406295874000280000000063

foto do candidato

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