1.8.15

Lições Bíblicas CPAD Adultos - 4.º trimestre de 2015: “O Começo de Todas as Coisas – Estudos sobre o Livro de Gênesis”

(clique na imagem)

Lições Bíblicas CPAD - 4.º trimestre de 2015
“O Começo de Todas as Coisas – Estudos sobre o Livro de Gênesis”
Classe: Adultos
Comentarista da revista: Pr. Claudionor de Andrade





25.4.15

Lições Bíblicas CPAD: 3.º trimestre de 2015 – Adultos - “A Igreja e se Testemunho – As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais”



Lições Bíblicas CPAD: 3.º trimestre de 2015 – Adultos
“A Igreja e se Testemunho – As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais”
Comentarista da revista: Pr. Elinaldo Renovato de Lima

Sumário

Lição 1 – Uma Mensagem à Igreja Local e à Liderança
Lição 2 – O Evangelho da Graça
Lição 3 – Oração e Recomendação às Mulheres Cristãs
Lição 4 – Pastores e Diáconos
Lição 5 – Apostasia, Fidelidade e Diligência no Ministério
Lição 6 – Conselhos Gerais
Lição 7 – Eu Sei em Quem Tenho Crido
Lição 8 – Aprovados por Deus em Cristo Jesus
Lição 9 – A Corrupção dos Últimos Dias
Lição 10 – O Líder Diante da Chegada da Morte
Lição 11 – A Organização de Uma Igreja Local
Lição 12 – Exortações Gerais
Lição 13 – A Manifestação da Graça da Salvação



5.1.15

10 questões para se fazer no ano novo



Certa vez, quando o povo de Deus se tornou descuidado em seu relacionamento com Ele, o Senhor os advertiu por meio do profeta Ageu. “Vejam aonde os seus caminhos os levaram!”, ele disse, levando-os a refletir sobre algumas coisas que aconteciam com eles e avaliar sua espiritualidade descuidada à luz do que Deus os ensinara.

Mesmo aqueles mais fiéis a Deus às vezes precisam dar uma pausa e pensar sobre o sentido de suas vidas. É muito fácil passar de uma semana muito corrida para outra sem sequer parar e ponderar para onde estamos indo e para onde deveríamos estar indo.

O começo de um novo ano é o tempo ideal de parar, refletir, e pensar sobre nossa vida. Para isso, aqui estão algumas questões para se perguntar em oração na presença de Deus.

1.    O que você poderia fazer esse ano para aumentar seu prazer em Deus?
2.    Qual é a coisa mais humanamente impossível que você vai pedir a Deus nesse ano?
3.    Qual é a coisa mais importante que você pode fazer para melhorar a qualidade de vida da sua família nesse ano?
4.    Em qual aspecto espiritual em especial você quer melhorar nesse ano, e como você irá fazê-lo?
5.    Qual é o maior desperdício de tempo em sua vida, e o que você vai fazer a respeito nesse ano?
6.    Qual é a melhor forma que você pode ajudar a fortalecer sua igreja?
7.    Pela salvação de quem você vai orar mais fervorosamente nesse ano?
8.    De que forma você vai tentar, pela graça de Deus, fazer esse ser diferente do ano anterior?
9.    O que você pode fazer para melhorar sua vida de oração nesse ano?
10.O que você pretende fazer nesse ano que vai fazer diferença nos próximos 10 anos? E na eternidade?

Além dessas 10 perguntas, aqui estão outras vinte e uma para te ajudar a “ver aonde seus caminhos o levaram”. Pense um tempo sobre toda essa lista, ou responda uma questão por dia ao longo de um mês.

1.    Qual é a decisão mais importante que você precisa tomar nesse ano?
2.    Que área da sua vida precisa mais de simplicidade, e de que forma você poderia simplificá-la?
3.    Qual necessidade você se sente mais levado a suprir nesse ano?
4.    Qual hábito você mais gostaria de criar nesse ano?
5.    Quem você mais deseja encorajar nesse ano?
6.    Qual é o seu alvo financeiro mais importante desse ano, e qual é o passo mais importante que você pode tomar nessa direção?
7.    Qual é a coisa mais importante que você pode fazer para melhorar a qualidade da sua vida laboral nesse ano?
8.    De que forma você poderia ser uma bênção para o seu pastor (ou para outra pessoa que te pastoreie) nesse ano?
9.    O que você poderia fazer nesse ano para enriquecer o legado espiritual que você deixará para seus filhos e netos?
10.Qual livro, além da Bíblia, você mais quer ler nesse ano?
11.Do que você mais se arrepende no ano anterior, o que você vai fazer a respeito nesse ano?
12.Qual bênção de Deus você mais deseja buscar nesse ano?
13.Em que área da sua vida você mais necessita de crescimento, e o que você fará a respeito disso nesse ano?
14.Qual viagem você mais gostaria de fazer nesse ano?
15.Que habilidade você gostaria de aprender ou melhorar nesse ano?
16.Para qual ministério ou trabalho você pretende ofertar mais nesse ano?
17.Qual é a coisa mais importante que você pode fazer para melhorar a qualidade da sua comunhão nesse ano?
18.Qual doutrina bíblica você quer entender melhor nesse ano, e o que você vai fazer a respeito?
19.Se aqueles que te conhecem melhor fossem te dar algum conselho, o que você acha que eles falariam? O que você pode fazer sobre isso?
20.Qual é a coisa mais importante que você pretende comprar nesse ano?
21.Em qual área da sua vida você pretende mudar mais, e como você pretende fazê-lo?

O valor de muitas dessas questões não está em sua profundidade, mas no simples fato de que elas focam alguma questão ou compromisso. Por exemplo, só por pensar em alguém que você deseja encorajar nesse ano, provavelmente você vai se lembrar mais de encorajar essa pessoa do que se você não tivesse pensado a respeito.

Se você acha que essas questões podem te ajudar, talvez seja bom guardá-las em algum lugar – na agenda, PDA, calendário, celular, etc – onde você pode revê-las com mais frequência que uma vez por ano.

Pensemos em nossas vidas, e façamos planos e tracemos metas, e vivamos esse novo ano com diligência bíblica, se lembrando que “Os planos bem elaborados levam à fartura” (Provérbios 21.5). Mas em todas as coisas, lembremos também de nossa dependência de Deus, que disse que “sem mim vocês não podem fazer coisa alguma” (João 15.5).

Donald S.Whitney serve no Southern Baptist Theological Seminary (anteriormente estava na Midwestern Baptist Theological Seminary, onde ensinou sobre formação espiritual por dez anos). Ele é autor de seis livros, incluindo Spiritual Disciplines for the Christian Life. É um palestrante reconhecido, especialmente no que se refere à espiritualidade pessoal e congregacional. Ele tem servido ao ministério pastoral há 24 anos.

Por: Don Whitney. © The Center of Biblical Spirituality. Original: 10 Questionsto Ask at the Start of a New Year or On Your Birthday
Tradução: Filipe Schulz | reforma21.org. Original: Questões parao ano novo



2.1.15

Pessoas miseráveis, desagradáveis e fedidas! (Parte 2)




No artigo anterior, referimo-nos ao texto de 1Co 15.19 para falar que os que procuramos ser fiéis ao Senhor devemos almejar as coisas que provêm dEle. É por essa causa que questionamos se temos em nossas orações buscado, por exemplo, o batismo com o Espírito Santo, os dons espirituais – todas promessas para nossos tempos, presentes nas Escrituras.

Caso, porém, paremos para refletir mais detidamente, veremos que, de alguma forma, as coisas a que nos referimos também são daqui, isto é, desta vida. Essas coisas estão sendo aguardadas nesta vida. Entendemos, assim, que é importante averiguar algo mais excelso, mais sublime desse texto em 1Co 15.19.

Em que, pois, consiste a miserabilidade de que o doutor dos gentios falou aos irmãos de Corinto? Ora, olhando com atenção o que está escrito no capítulo 15 da Primeira Carta aos Coríntios, vemos que ele trata da ressurreição do Senhor Jesus Cristo.

Acontece que alguns crentes daquela cidade estavam a pregar que não existia ressurreição (1Co 15.12). A tal tipo de pregação o apóstolo respondeu, formulando o raciocínio de que, então, Cristo também não ressuscitara e, consequentemente, nossa fé nEle era frívola, inútil, imaginária (vv 14,15).

Com todas essas ideias, esses irmãos coríntios, não crentes na ressurreição do Senhor, demonstravam esperar que Jesus os abençoasse só nesta vida. Não tinham eles visão do porvir. Eram crentes sem esperança. Por causa disso, eles entenderam que Paulo, Sóstenes e Timóteo eram, na verdade, falsas testemunhas, falsos mártires, pessoas que debalde sofriam por amor ao Senhor (1Co 15.15). E mais, a contar do raciocínio paulino, vemos que todos ainda permaneciam separados de Deus (Is 59.2),  mortos em seus ofensas e pecados (Ef 2.1). Isto é, todos eles, apesar do sacrifício vicário de Cristo, continuavam no estado anterior (1Pe 2.10, 25; 4.3).

É tendo tudo isso em vista que o autor da carta concluiu que aqueles irmãos, para quem não havia ressurreição, eram miseráveis, vez que não criam no que Jesus dissera (Mt 19.29 “in fine”; Mc 10.30 “in fine”). Estavam esses “pregadores” desconsiderando a maior parte das profecias bíblicas acerca a vinda do Messias, as quais mais falam de Sua segunda vinda.

Esses “pregadores” se parecem, em muito, com não poucos pregadores da atualidade. É o que temos visto na maioria dos púlpitos de igrejas que se dizem cristãs. Para serem idênticos, os pregadores atuais a que nos referimos só precisam negar a ressurreição, porque deixar de pregar a volta de Cristo eles já fazem. E demais. Trocam a mensagem gloriosa da volta de Cristo para arrebatar a Igreja por massagem, quer dizer, uma mensagem, essa sim, vã, frívola, inútil, imaginária – centrada no aqui e agora.

São muitos os crentes miseráveis. Que tipo de crente somos? Que tipo de pregador somos? Quantos, hoje, dos que se dizem cristãos não têm alimentado o mesmo errôneo sentimento coríntio censurado por Paulo nessa primeira carta?

Temos de ter a fé na segunda vinda do Senhor Jesus, O qual nos levará para com Ele estar eternamente. Temos de essa fé estimular em nossos irmãos. Foi Ele mesmo Quem perguntou se, na Sua vinda, teríamos esse tipo de fé (Lc 18.8). Será que a temos tido e a fomentado?

Não podemos admitir que sejamos (ou continuemos a ser) miseráveis. Precisamos nos enquadrar na comparação de Paulo (1Co 15.22), além de não andar, nem se deter, nem se assentar na roda dos que negam essa gloriosa dádiva, disponível aos que são Seus servos leais, sob o risco de nos corrompermos (1Co15.33 ).

Em vez de nos comportarmos como miseráveis, não só cantemos o refrão do hino 300 da Harpa Cristã, de Almeida Sobrinho: “Nossa esperança é Sua vinda/ O Rei dos reis vem nos buscar;/ Nós aguardamos, Jesus, ainda,/ Té a luz da manhã raiar”, como também falemos a todos “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo queo vosso trabalho não é vão no Senhor” (1Co 15.58).


(Continua)

Pela esperança na vinda de Jesus Cristo,


Artur Freire Ribeiro


 LEIA TAMBÉM:



1.1.15

Busque as primeiras coisas primeiro


Este é o primeiro domingo do ano, tempo oportuno para se fazer um balanço. Há coisas que devem ser esquecidas, outras que devem ser relembradas, mas há também aquelas que devem ser buscadas. Vivemos sob a pressão das coisas urgentes. Elas batem à nossa porta e não têm paciência para esperar. Somos a geração escrava do relógio e da agenda. Corremos de um lado para o outro, afadigando-nos com muitas coisas, mas desfrutamos pouco das coisas verdadeiramente importantes. Entramos numa ciranda sem fim e nossa vida está como um carrossel em alta velocidade sem sabermos como pará-lo. É tempo de fazermos uma avaliação, de termos coragem para tomar decisões sensatas que nos coloquem na estrada da busca das verdadeiras prioridades. O que devemos buscar em primeiro lugar?

1. Devemos priorizar o nosso relacionamento com Deus - A sociedade contemporânea capitulou-se ao secularismo. As pessoas não têm tempo para Deus ou pensam que não têm. Elas correm atrás de muitas coisas: dinheiro, trabalho, sucesso, conforto, prazer, lazer e relegam Deus a um plano secundário. Elas são mais zelosas com seus próprios interesses do que com as coisas de Deus. A vida delas não é mais regida pelas Escrituras. Seus sentimentos e desejos estão acima da verdade de Deus. Por essa razão, nossa geração está confusa e perdida. Precisamos compreender que a nossa maior necessidade é de Deus. Ele é melhor e mais importante que suas bênçãos. Ponha sua vida certa com Deus. Emende suas veredas e volte-se ao Senhor. Busque-o com toda a sofreguidão do seu coração. Ande com ele humildemente e você experimentará uma vida plena, abundante e superlativa.

2. Devemos priorizar o nosso relacionamento com a família – A família é o mais rico patrimônio que Deus nos deu. Precisamos investir na família o melhor daquilo que Deus tem nos dado. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Não podemos amar as coisas e usar as pessoas da nossa própria casa. Não podemos construir os nossos sonhos e arrebentar com a nossa família. Não podemos ser mais amáveis com os de fora que os com os da nossa própria casa. Quem não cuida dos seus é pior do que o incrédulo. O marido deve ser devotado à esposa; a esposa precisa ser uma fonte de alegria para o marido; os pais precisam orientar os filhos com sabedoria e amor e os filhos precisam obedecer aos pais com reverência. Nenhum outro interesse terreno pode se interpor entre nós e nossa família. Ela é o maior bem que possuímos. Nossa família precisa estar no altar de Deus, vivendo segundo a vontade Deus, para a glória de Deus. Ela deve ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo.

3. Devemos priorizar o nosso relacionamento com a igreja – A igreja não é um clube de serviço, onde pagamos nossa mensalidade e a frequentamos quando não temos algo mais interessante para fazer. A igreja é o rebanho de Deus, o corpo de Cristo, a coluna e baluarte da verdade. Precisamos estar envolvidos e comprometidos em sustentar a igreja com a nossa presença, com o nosso testemunho, com as nossas orações e com os nossos dízimos e ofertas. Somos o corpo de Cristo em ação. Devemos desenvolver nossos dons para a edificação da igreja e buscar aqueles por quem Cristo deu a sua vida. Na igreja há um ministério para cada membro, pois todos são úteis e necessários. Priorize sua igreja. Ame-a, participe assídua e pontualmente de suas atividades e trabalhe para o seu crescimento espiritual e numérico.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...