<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878</id><updated>2012-02-03T21:44:15.193-02:00</updated><title type='text'>Blog do Artur Ribeiro</title><subtitle type='html'>"Jesus é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1.29)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>168</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-8637231666174276265</id><published>2012-02-03T08:26:00.000-02:00</published><updated>2012-02-03T08:28:14.101-02:00</updated><title type='text'>APÊNDICE 3 – BEM-AVENTURANÇAS DO NOVO TESTAMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ESTUDO PREPARATÓRIO PARA OS PROFESSORES DA ESCOLA DOMINICAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;BELÉM- SEDE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMA – A verdadeira prosperidade – a vida cristã abundante &lt;br /&gt;COMENTARISTA DA REVISTA: José Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;APÊNDICE Nº 3 – BEM-AVENTURANÇAS DO NOVO TESTAMENTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bem-aventuranças em o Novo Testamento têm cunho espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto áureo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E bem-aventurado aquele que em Mim se não escandalizar” (Lc.7:23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em complemento ao estudo do trimestre, faremos uma breve análise das bem-aventuranças em o Novo Testamento, excluídas as bem-aventuranças do sermão do monte e do sermão da planície, analisadas na lição 6, como também as bem-aventuranças do livro do Apocalipse, analisadas na lição 4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assim como no Antigo Testamento, a ideia de bem-aventurança em o Novo Testamento é de cunho espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – AS BEM-AVENTURANÇAS NOS EVANGELHOS, COM EXCEÇÃO DOS SERMÕES DO MONTE E DA PLANÍCIE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- - A palavra “bem-aventurado”, usada com suas cognatas cerca de cinquenta vezes em o Novo Testamento, é tradução do grego “makarismós” (μακαρισμός), cujo significado é “felicidades”. Para os gregos antigos, ser “makários” (μακάριος), i.e., “bem-aventurado”, era viver livre de sofrimentos e de preocupações, ideia pagã que foi completamente apropriada pela “teologia da prosperidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por isso, os estudiosos entendem que a raiz da palavra grega esteja vinculada à ideia de “grande” e, por isso, usada como sinônimo de “rico”, no seu sentido predominantemente material, sendo, por vezes, aplicada aos deuses, como num contraste com a situação medíocre do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os próprios judeus entendiam que a “bem-aventurança” era, principalmente, um estado de bem-estar material, ainda que como recompensa pela observância fiel da lei. Este significado, entretanto, era, talvez, fruto da influência das ideias da cultura helenística sobre os judeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A primeira vez que surge a palavra “bem-aventurado” em Mateus, fora do sermão do monte, é em Mt.11:6, quando Jesus recebe a visita de dois discípulos de João. A estes discípulos, no final da mensagem que manda a João, o Senhor diz que “bem-aventurado é aquele que não se escandalizar em Mim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vemos que, para consolar o duvidoso e abatido João, o Senhor afirmou que “bem-aventurado é aquele que não se escandalizar em Mim”, ou seja, aquele que, por causa de Jesus, não venha a tropeçar na caminhada espiritual, aquele que permanece em pé, que não abandona o Senhor Jesus. Perseverar na fé e na confiança em Cristo é, portanto, uma “bem-aventurança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando verificamos esta bem-aventurança, já vemos quanto mal têm feito os “pregadores da prosperidade”. Hoje já são milhões de pessoas que se escandalizaram em Jesus e perderam esta bem-aventurança porque foram levados a crer em falsas promessas que jamais se realizarão, promessas estas feitas por estes falsos pregadores, pessoas que se encontram “decepcionadas com Jesus”. Vemos, pois, como estes homens de Belial são instrumentos malignos para a perdição das almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Mt.13:16, temos novo contato com a expressão “bem-aventurado”, quando Jesus explica a Seus discípulos porque estava a falar por parábolas. Nessa ocasião, Cristo disse que “bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A bem-aventurança afirmada pelo Senhor Jesus diz respeito ao atendimento à Sua Palavra, à prontidão para crer na mensagem do Evangelho. Ao contrário da multidão que O havia deixado depois de Ele ter contado a parábola do semeador, Seus discípulos, não a tendo entendido, quiseram saber a respeito do seu significado, não deixando o Senhor e crendo que Ele lhes poderia explicar o sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A bem-aventurança, portanto, está em querer ter intimidade com o Senhor Jesus, em querer conhecê-l’O, em não buscar simplesmente benefícios de Jesus, mas querer ter comunhão com Ele, exatamente o contrário do que estimulam e incentivam os “pregadores da prosperidade”. Quantos, na atualidade, não se comportam como a multidão que deixou o Senhor e não era bem-aventurada? Quantos não vão atrás de Jesus apenas para ter bens e saúde física, não querendo ter uma vida de comunhão com Ele? “Mas bem aventurados os olhos que veem e os ouvidos que ouvem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A expressão “bem-aventurado” aparece, então, em Mt.16:17, quando o Senhor Jesus chama de “bem-aventurado” a Pedro, por ter tido a revelação do Pai a respeito da natureza de Jesus, “o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Esta bem-aventurança deu a Pedro a primazia entre os apóstolos, primazia que deve ser entendida como o apóstolo escolhido para levar, em primeira mão, a mensagem do Evangelho aos judeus (no dia de Pentecostes – At.2) e aos gentios (na casa de Cornélio – At.10) e não, como entendem os romanistas, como um papel de “vigário de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de se tratar de uma “bem-aventurança” especial, podemos daí extrair uma verdade bíblica, qual seja, a de que se trata de “bem-aventurança” temos acesso à revelação de Deus, o que, para nós, traduz-se no saber a vontade de Deus, notadamente através da Sua Palavra, como, aliás, vimos em Mt.13:16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Mt.24:46, temos a única bem-aventurança mencionada pelo Senhor Jesus no sermão escatológico na versão deste evangelista. O Senhor Jesus disse que “bem-aventurado o servo que o Senhor achar servindo assim”. Assim como? Explica-nos o versículo anterior: o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa para dar sustento a seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É bem-aventurado o servo que cumprir aquilo que o Senhor lhe confiou na obra de Deus, na igreja do Senhor. Vemos que a bem-aventurança está vinculada a assumirmos a condição de servos do Senhor e, portanto, de cumpri-Lhe a vontade, algo completamente oposto a que ensinam os “teólogos da confissão positiva”. O Senhor nos manda fazer algo e temos de ser fiéis e prudentes para cumprir, no tempo determinado, aquilo que nos foi mandado fazer. Só estes servos fiéis e prudentes, bem-aventurados, serão arrebatados pelo Senhor naquele dia. Tomemos cuidado, amados irmãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ausente no Evangelho segundo Marcos, a expressão “bem-aventurado” e seus cognatos somente aparecerá no evangelho segundo Lucas, que, além do “sermão da planície” (Lc.6:17-49), apresenta outras ocorrências da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A primeira ocorrência é em Lc.1:45, quando a expressão é utilizada em relação a Maria, a mãe de Jesus. Tomada pelo Espírito Santo, Isabel chama Maria de bem-aventurada porque ela creu. Vemos, de pronto, que crer na Palavra de Deus, crer naquilo que Deus nos revela é uma bem-aventurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Maria não foi chamada “bem-aventurada” porque teria sido “concebida sem pecado” como defendem os romanistas. Não, não e não! Maria é chamada bem-aventurada porque creu e, por crer, deu o seu “sim” a Deus, permitindo, apesar de todos os tormentos que isto representaria, que fosse concebido, ainda solteira, o Filho de Deus em seu ventre. Nossa justificação vem pela fé em Cristo Jesus (Rm.5:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A “bem-aventurança do crer” implica em aceitar a vontade de Deus, apesar de todos os transtornos que isto venha a criar no meio do mundo e da sociedade. Ser bem-aventurado é confiar em Deus, como já se viu na análise das bem-aventuranças do Antigo Testamento (apêndice 2). Estamos dispostos a confiar em Deus apesar de todas as adversidades deste mundo? É por isso que, a partir de Isabel, Maria é chamada por todos de “bem-aventurada” (Lc.1:48)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A próxima ocorrência de “bem-aventurado” em Lucas, fora o sermão da planície, é em Lc.7:23, quando temos a reprodução do que já vimos em Mt.11:6, quando o Senhor encontra dois discípulos de João Batista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Lc.10:23, temos outra reprodução do que já visto em Mt.13:16, quando o Senhor Jesus fala da bem-aventurança dos Seus discípulos em querer saber o significado da parábola do semeador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Lc.11:27,28, após Jesus ter falado a respeito da blasfêmia dos fariseus, uma mulher dentre a multidão exclamou que “bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste”, ao que Jesus respondeu que “antes bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Neste episódio mencionado por Lucas, temos uma demonstração de que Maria não era bem-aventurada por si só, nem tampouco tinha uma posição distinta da dos demais seres humanos. Ao ser chamada de bem-aventurada por sua condição maternal, por uma mulher da multidão, imediatamente o Senhor Jesus fez questão de mostrar que a ascendência biológica de Sua mãe não tinha qualquer papel no sentido espiritual. Pelo contrário, o “parentesco espiritual” se dá apenas pelo ouvir e pelo guardar a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Neste trecho, que tem paralelos em outras passagens do Evangelho em que Jesus insiste que Sua família é constituída “pelos que ouvem a Palavra de Deus e a executam” (Mt.12:49,50; Mc.3:34,35; Lc.8:21), mostra-nos que fazer parte da Igreja é ouvir e cumprir a Palavra de Deus e isto é uma “bem-aventurança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Portanto, ao contrário do que alegam os “pregoeiros da prosperidade”, ser “bem-aventurado” é “ouvir e cumprir a Palavra de Deus” e não, como alguns dizem por aí, “fazer determinações” ou “pronunciar palavras inspiradas” que vinculariam a Deus. Ser “bem-aventurado” é fazer a vontade de Deus e não querer que Deus faça a nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Lc.12:37,38, na parábola do servo vigilante, o Senhor Jesus diz que “bem-aventurados os servos que, quando o Senhor vier, achar vigiando”. Aqui, vemos que um dos segredos para se alcançar a felicidade é estar vigilante, aguardando a volta do Senhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A “bem-aventurança” do crente não está em passar uma vida regalada nesta vida, mas, bem ao contrário, em saber que este mundo passa e que não é aqui o nosso descanso e que temos de estar prontos pois, a qualquer instante, o Senhor Jesus pode voltar para arrebatar a Sua Igreja ou, então, pode nos chamar para a eternidade. Como isto é diferente das “pregações da prosperidade” que nunca lembram seu auditório de que Jesus está próximo às portas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A próxima bem-aventurança registrada no evangelho segundo o médico amado é a “bem-aventurança dos que chamam os que não tem como recompensar o que chama” (Lc.14:14). Aqui, aliás, temos uma bem-aventurança completamente alheia ao pensamento da “teologia da prosperidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ao contar a parábola dos primeiros assentos e dos convidados, o Senhor Jesus disse aos Seus discípulos que deveriam fazer o bem aos pobres, aleijados, mancos e cegos (Lc.14:13), ou seja, a pessoas que, por suas condições, não têm qualquer condição de recompensar o bem praticado. Quem fizer isto, diz o Senhor, será bem-aventurado e recompensado “na ressurreição dos justos”. Jesus deixa aqui claro que não existe qualquer “reciprocidade”, qualquer “toma-lá-dá-cá”. Quem fizer bem ao próximo, é bem-aventurado e sua recompensa somente se dará no além, nunca nesta Terra. Como isto é diferente do que falam os “pregoeiros da confissão positiva”…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por causa desta lição de Jesus, alguém que estava com Ele assentado à mesa disse que “bem-aventurado o que comesse pão no reino de Deus” (Lc.14:15), numa atitude que revelava a confiança daquele conviva de que, por causa da profecia de Is.25, todo judeu tinha sua salvação garantida, não precisando, por isso, atender ao que Jesus ensinara na parábola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta afirmação, porém, não foi avalizada pelo Senhor Jesus que, em resposta a ela, contou a parábola da grande ceia, mostrando que o sentido com que aquele homem havia proferido, ou seja, de que bastava ser judeu para participar do banquete celestial, não era verdadeiro, visto que os israelitas haveriam de rejeitar o Messias e a oportunidade seria dada aos gentios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ao negar esta “bem-aventurança”, o Senhor Jesus retira a possibilidade de presunção, de “determinações”, de “direitos” no relacionamento do homem para com Deus. A “felicidade” não virá, nem mesmo nos aspectos espirituais (o homem não falou de coisas desta vida, mas do banquete celestial), por supostos “direitos” do homem em relação a Deus, mas pela infinita graça e misericórdia de Deus em relação ao homem. Lembremos disto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: “…Jesus aproveitou a observação desse homem para dar a advertência, em forma de parábola, de que nem todos entrariam no reino.” (BÍBLIA DE ESTUDO NVI, com. Lc.14:16, p.1759).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A próxima ocorrência de “bem-aventurado” é em Lc.23:29, quando Jesus, no caminho do Gólgota, em resposta aos lamentos das mulheres que O acompanhavam com choros, disse-lhes que não deveriam chorar por Ele, mas sim, por elas e pelos seus filhos, pois viriam dias em que se diria que “bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram” (Lc.23:29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Jesus, nesta passagem, fala dos dias difíceis que os judeus passariam na Grande Tribulação, onde a cruel angústia e perseguição que sofrerão farão com que mudem o seu conceito a respeito da bênção que é a mulher ter filhos e amamentar, pois as dificuldades serão tantas que se lamentará o sofrimento atroz que sofrerão tanto as grávidas quanto as que amamentarem naqueles dias (cfr. Mt.24:19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Exemplo recente disto tivemos nas enchentes que assolaram as Filipinas em dezembro de 2011, quando se noticiou que uma grávida, em fuga com seus filhos e seu marido, acabou dando à luz no telhado de uma clínica, a mostrar como ficam difíceis nestas situações a condição de grávida ou de quem amamenta (UOL Notícias. Bebê nasce no telhado durante fuga de sua mãe das enches nas Filipinas. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/12/22/mulher-que-fugia-das-enchentes-nas-filipinas-da-a-luz-no-telhado.jhtm Acesso em 22 dez. 2011).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No evangelho segundo João, temos apenas duas ocorrências de “bem-aventurança”. A primeira, em Jo.13:17, quando o Senhor Jesus chama de “bem-aventurados” os que “soubessem estas coisas e as fizessem”. A que coisas o Senhor Jesus Se refere? À consciência de que Jesus, sendo Senhor e Mestre, lavou os pés dos discípulos, dando exemplo de humildade e serviço, exemplo que deveria ser seguido pelos Seus discípulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, devem os discípulos lavar os pés uns dos outros para serem “bem-aventurados”? Sim e não. Como assim? Os discípulos não precisam efetuar o “ritual do lavapés”, pois isto era um dado cultural judaico, mas o exemplo deixado por Jesus de servir o próximo deve, sim, ser seguido pelos Seus discípulos e, ao sermos humildes e serviçais, seremos “bem-aventurados”. Como isto é diferente do que pregam os “teólogos da prosperidade”, que, ao invés de servirem querem ser servidos por Deus…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Jo.20:29, Jesus, ao ter o encontro com Tomé, disse a Seu discípulo que “bem-aventurados os que não viram e creram”, indicando que crer em Jesus, sem O ver é uma “bem-aventurança”. Por isso, não podemos querer “materializar a fé”, como fazem os “teólogos da prosperidade”, com um sem-número de amuletos (meias, gaiolas, tijolos, sabonetes, chaves e tantas outras invencionices).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – AS BEM-AVENTURANÇAS EM ATOS E NAS EPÍSTOLAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Atos dos Apóstolos, só temos uma ocorrência de “bem-aventurança”, a saber, em At.20:35, quando em seu discurso aos crentes de Éfeso, o apóstolo Paulo recorda palavras do Senhor Jesus que não foram registrados em qualquer dos evangelhos, onde o Senhor ensinou que “mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nesta bem-aventurança mencionada pelo Senhor Jesus e que o Espírito Santo mandou que Lucas registrasse neste ensino de Paulo aos efésios em Mileto, temos a negação de tudo quanto se vê na “teologia da prosperidade”. O importante não é “receber”, mas, sim, “dar”. Quem dá é bem-aventurado. Quem dá e não retém mostra sua semelhança com o Senhor, que Se deu a si mesmo por nós. Por que, então, diante de tão belo ensino do próprio Cristo, aceitarmos a mentira do “receba, receba” destes falsos ensinadores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo fala de “bem-aventuranças” quando trata da justificação pela fé de Abraão, fazendo alusão às bem-aventuranças do Sl.32:1,2 (mencionadas em Rm.4:7,8), que explica dizendo que “bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras” (Rm.4:6), lembrando, ainda, que esta bem-aventurança se deu na incircuncisão (Rm.4:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta bem-aventurança do Antigo Testamento que é repetida e explicada pelo apóstolo é, também, uma contundente refutação da “teologia da prosperidade”. Com efeito, os “teólogos da prosperidade” com sua falsa “lei da reciprocidade”, fazem a justiça e a salvação depender das obras, o que é totalmente negado pelo texto bíblico em análise. Não podemos prevalecer espiritualmente pelas nossas obras, precisamente para que não nos gloriemos (Ef.2:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lamentavelmente, como foi muito bem afirmado pelo padre católico romano Paulo Ricardo de Azevedo Júnior (Teologia da prosperidade? Disponível em: http://padrepauloricardo.org/audio/49-a-resposta-catolica-teologia-da-prosperidade/ Acesso em 22 dez. 2011), os “teólogos da prosperidade”, estes falsos ensinadores conseguiram perverter a própria razão de ser da Reforma Protestante, pois, assim como os pregadores de indulgência nos dias de Lutero, defendem que se pode “comprar Deus com dinheiro”. O ensino de Paulo em Romanos mostra que a bem-aventurança está na “justiça sem as obras”, que é imputada pelo Senhor a todos quantos creem em Cristo Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda em Romanos, o apóstolo Paulo nos indica uma outra bem-aventurança, em Rm.14:22, quando afirma que é “bem-aventurado aquele que não condena a si mesmo naquilo que aprova”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta bem-aventurança está vinculada com a questão da liberdade e da caridade, quando o apóstolo nos ensina que não podemos escandalizar os outros irmãos, que não podemos fazer com que os irmãos venham a cair da fé por causa da nossa conduta, ainda que ela seja conforme a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Paulo diz que o crente que se privar de fazer coisas que não são condenadas pela Palavra de Deus apenas com o propósito de não fazer o seu irmão, mais fraco na fé, se escandalizar e cair da fé, é bem-aventurado, pois, embora tenha fé e saiba que o que fizesse não seria pecado, tem o amor suficiente para manter a sua fé intimamente e não dar motivo para levar um irmão à perdição e, por causa disso, condenar a si mesmo naquilo que aprova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nesta bem-aventurança notamos, claramente, que temos, uma vez mais, algo diametralmente oposto ao que é ensinado pelos “teólogos da prosperidade”, que não pensam no próximo, nem tampouco no “fraco na fé”, mas que defendem um evangelho egoístico e individualista. Aliás, quantos exemplos temos de pessoas que, após não receberem as “bênçãos” depois de terem feito seus “sacrifícios”, são lançados em rosto por estes falsos ensinadores como “pessoas de pouca fé”, numa insensibilidade que somente perde para a ganância destes ditos cujos. Fujamos disto, amados irmãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em I Co.7:40, o apóstolo Paulo, quando trata da questão dos casamentos, diz que “mais bem-aventurado é o viúvo que não se casa novamente”, conceito que o apóstolo diz ser seu, embora dissesse que tinha o Espírito de Deus. Neste pensamento de Paulo está o fato de ser uma bem-aventurança servir a Deus integralmente, o que não se pode fazer quando se é casado, visto que é preciso servir ao cônjuge, o que diminui o tempo do serviço a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de ser um conceito pessoal do apóstolo, o fato é que está registrado nas Escrituras, motivo por que temos de reconhecer que se trata de um texto que tem autoridade de Palavra de Deus. O apóstolo, porém, não disse que era proibido casar, nem que o serviço a Deus exige o celibato, mas apenas disse que a dedicação integral ao serviço do Senhor após a ocorrência de uma viuvez é uma bem-aventurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Gl.4:15, o apóstolo Paulo diz aos gálatas que o fato de o terem recebido como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo, era uma bem-aventurança, pois aqueles crentes estavam dispostos a arrancar os seus olhos e lhos darem. Vemos, pois, que se trata de uma bem-aventurança o acolhimento dos servos do Senhor, o seu amparo e sustento quando estão a realizar a obra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais uma vez temos a presença de uma bem-aventurança vinculada ao serviço ao próximo, à dedicação ao próximo, algo bem diverso, contrário mesmo à ganância individualista propalada pela “teologia da prosperidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em I Tm.1:11, a expressão “bem-aventurado” é aplicada ao próprio Deus, a indicar que as “bem-aventuranças” são atitudes que nos fazem expressar “a imagem e semelhança de Deus”, a corroborar o ensino de Jesus no sermão das bem-aventuranças (veja lição 6), ao mostrar que “bem-aventurados” são os Seus discípulos, aqueles que são filhos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em I Tm.6:15, o apóstolo, novamente, chama de “bem-aventurado” ao Senhor Jesus, “o bem-aventurado e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores”, a reafirmar que a “bem-aventurança” nos torna “cristãos”, ou seja, “pequenos Cristos”, “parecidos com Cristo”. Deste modo, quando vemos que os “teólogos da prosperidade” nos afugentam destas bem-aventuranças, entendemos que eles querem impedir que nos tornemos cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Tt.2:13, o apóstolo Paulo chama de “bem-aventurada” a esperança que tem o salvo da volta de Jesus, texto que corrobora o ensino do próprio Jesus que disse que aguardar a Sua vinda, ser vigilante é ser bem-aventurado. Ao revés, em I Co.15:19, o apóstolo chama de “os mais miseráveis de todos os homens” os que esperam Jesus somente nesta vida, que é, precisamente, a situação dos que adotam a “teologia da prosperidade”. Qual é a sua situação, amado(a) irmão(ã)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A epístola de Tiago, apesar de breve, tem três referências sobre bem-aventuranças. A primeira delas, em Tg.1:12, diz que “bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que O amam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta bem-aventurança mostra, claramente, que, ao invés do “pare de sofrer” dos “teólogos da prosperidade”, o Senhor não só diz que os crentes sofrerão nesta vida, como também que, se suportarem as provas, receberão a coroa da vida como recompensa, galardão este que não é desta vida, mas na vida do além. Como isto é totalmente diferente do que falam estes falsos ensinadores…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Tg.1:25, temos a segunda bem-aventurança desta epístola, qual seja, a “bem-aventurança do cumpridor da Palavra de Deus”. O irmão do Senhor diz que quem atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido mas fazedor da obra, é bem-aventurado no seu feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tiago, ao aludir a esta bem-aventurança, faz coro a textos do Antigo Testamento que confirmam que quem guarda e pratica as Escrituras é bem-aventurado. Não podemos, para alcançar a felicidade eterna, fugir do que estatui a Bíblia Sagrada, nossa única regra de fé e prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os “teólogos da prosperidade”, contudo, arvoram-se em “visões”, “revelações” e “deduções” completamente alheias às Escrituras, com as quais Deus não tem qualquer compromisso e, por causa disso, desencaminham milhões de vida. Não os ouçamos, mas demos ouvidos ao Senhor e, em fazendo o que Ele manda, seremos bem-aventurados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A terceira bem-aventurança de Tiago está em Tg.5:11, onde, praticamente, temos uma repetição da primeira bem-aventurança, pois o irmão do Senhor diz que “eis que temos por bem-aventurados os que sofreram”. Mais uma vez, é mostrado que o sofrimento é uma bem-aventurança. Se, na primeira bem-aventurança, está enfatizado o fato de que suportar a prova é fonte de felicidade, aqui se tem que o sofrimento em si mesmo já é uma bem-aventurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para confirmar isto, Tiago traz o exemplo de Jó e confirma que a paciência deste patriarca foi fundamental para que a misericórdia e piedade divinas mudasse a situação daquele homem. Esta bem-aventurança é outra refutação dos falsos ensinos da “teologia da prosperidade”, visto que Jó sofreu sem ter pecado e aceitou o sofrimento humildemente e reside aí a sua bem-aventurança, diz-nos o irmão do Senhor. Enquanto isso, os “teólogos da prosperidade” ficam a ensinar o povo a “não aceitar” as provações, as dificuldades…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O apóstolo Pedro corrobora este pensamento pois, em sua primeira carta, traz-nos bem-aventurança bem similar. Diz o apóstolo que “se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados” (I Pe.3:14a). O apóstolo aqui nada mais, nada menos que repete uma das bem-aventuranças do sermão de Cristo, ao dizer que são bem-aventurados aqueles que forem ofendidos por causa da justiça, por causa do Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda se referindo a este ponto, o apóstolo, em I Pe.4:14, diz mais, a saber: “Se, pelo nome de Cristo, sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus”. Ser vituperado, i.e., desprezado, insultado, aviltado por causa do nome de Cristo é uma bem-aventurança, como o apóstolo uma vez mais lembra, repetindo as palavras do Senhor Jesus seja no sermão do monte (Mt.5:11,12), seja no sermão da planície (Lc.6:22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como, pois, insistem os “teólogos da prosperidade” numa falsa ideia de que o evangelho nos leva a um mundo de “sombra e água fresca”, de uma suposta “imunidade contra doenças, problemas e sofrimentos”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ao propagandear este “mar de rosas”, os “teólogos da prosperidade” estão a querer transformar seus seguidores em “falsos profetas”, pois é àqueles que o mundo aplaude e diz bem, como nos ensina o próprio Jesus em Lc.6:26.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como podemos observar, pois, em momento algum, ao longo desta análise, temos qualquer bem-aventurança vinculada à posse de bens materiais ou a uma vida regalada nesta Terra. Por isso, em toda a Bíblia, vemos que não tem respaldo algum este ensino falso e que tanto mal tem causado aos crentes. Fiquemos com a Palavra de Deus, amados irmãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramuru Afonso Francisco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-8637231666174276265?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/8637231666174276265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=8637231666174276265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8637231666174276265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8637231666174276265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/02/apendice-3-bem-aventurancas-do-novo.html' title='APÊNDICE 3 – BEM-AVENTURANÇAS DO NOVO TESTAMENTO'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-4595004932928541578</id><published>2012-01-28T06:48:00.002-02:00</published><updated>2012-01-28T06:48:36.603-02:00</updated><title type='text'>APÊNDICE 2 – AS BEM-AVENTURANÇAS DO ANTIGO TESTAMENTO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;PORTALESCOLA DOMINICAL (www.portalebd.org.br)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;PRIMEIROTRIMESTRE DE 2012&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;TEMA: Averdadeira prosperidade – a vida cristã abundante&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;COMENTARISTADA REVISTA: José Gonçalves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;APÊNDICE2 – AS BEM-AVENTURANÇAS DO ANTIGO TESTAMENTO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Asbem-aventuranças no Antigo Testamento têm cunho espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Texto áureo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;“Bem-aventurados os que trilhamcaminhos retos e andam na lei do Senhor.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;(Sl.119:1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;-&amp;nbsp;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Emcomplemento ao estudo deste trimestre, faremos uma breve análise do conceito de“bem-aventurança” no Antigo Testamento, a fim de mostrar que, mesmo na antigaaliança, a ideia de felicidade era despida de conotações materiais&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 18.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Os ensinos de Jesus a respeito dasbem-aventuranças têm pleno respaldo no Antigo Testamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;I – AS BEM-AVENTURANÇAS NOPENTATEUCO E NOS LIVROS HISTÓRICOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Neste trimestre, uma lição nosapresentou o significado da prosperidade dos bem-aventurados, trazendo, paratanto, o sermão do monte, que se inicia pelas bem-aventuranças. Este ensino deCristo tem pleno respaldo no Antigo Testamento e, por isso, a fim de mostrarque o significado de “bem-aventurança”, de “felicidade” nas Escriturashebraicas era despido de conotações materiais imediatas, resolvemos fazer umabreve análise das bem-aventuranças no Antigo Testamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;No Antigo Testamento, a palavra que é traduzida por“bem-aventurado” é a palavra hebraica “ ‘esher”&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;(&lt;span dir="RTL" lang="AR-SA"&gt;אֶשֶר&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span dir="LTR"&gt;&lt;/span&gt;), cujo significado é “&lt;strong&gt;quão feliz&lt;/strong&gt;”, que é, quase sempre,utilizada com um significado senão totalmente, predominantemente espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A primeira vez que a palavraaparece na Versão Almeida Revista e Corrigida é em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Gn.30:13&lt;/strong&gt;,quando Leia, feliz porque sua serva Zilpa havia tido o segundo filho,igualando-se, assim, em número de filhos a Bilha, a serva de Raquel, disse queseria considerada bem-aventurada pela descendência de Israel, deu o nome de“Aser” (que significa bem-aventurado) à criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Pelo que verificamos, pois, abem-aventurança mencionada por Leia era o seu reconhecimento como “mãe” peladescendência de Israel, como alguém que era abençoada, que havia sedesincumbido do dever de frutificação e multiplicação imposto por Deus a todosos homens, papel em que a participação da mulher era primordial. Leia haviadeixado de gerar filhos (Gn.30:9) e, desta maneira, com a vinda de dois filhospor meio de sua serva Zilpa entendia ter retomado o papel de “mãe de Israel”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A ideia de bem-aventurança, pois, surge como umafelicidade, mas uma felicidade por se estar cumprindo um dever imposto por Deusao ser humano, uma felicidade que decorre de um relacionamento com Deus&lt;/strong&gt;.Há bem-aventurança quando se tem um real relacionamento com o Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Dt.33:29&lt;/strong&gt;,novamente a palavra aparece, no término das bênçãos de Moisés às tribos deIsrael, um momento em que o patriarca, momentos antes de sua despedida, usadopelo Espírito de Deus, abençoa o povo que liderara por quarenta anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Finalizando a sua bênção e sedirigindo a toda a nação israelita, Moisés chama Israel de “bem-aventurado”.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Epor que Israel era bem-aventurado? Responde o líder: porque Israel era um “povosalvo pelo Senhor”&lt;/strong&gt;, um povo que tinha Deus por “escudo dosocorro” e “espada da alteza”, motivo por que os inimigos seriam sujeitos eIsrael pisaria sobre as suas alturas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A bem-aventurança de Israel nãoestava na “terra que mana leite e mel” que Deus lhes havia prometido. Não, nãoe não! A bem-aventurança de Israel estava na salvação que Deus lhe dera, naescolha divina para que fosse “reino sacerdotal e povo santo” (Ex.19:5,6), nacircunstância de que, para cumprir o propósito divino, Israel seria socorrido eprotegido pelo Senhor para vencer os inimigos e tomar posse da Terra Prometida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Esta noção de bem-aventurança,surgida nas últimas palavras proferidas por Moisés, que se encontrava muitopróximo de passar para a eternidade é muito elucidativa, pois é como que umresumo de tudo quanto o grande líder havia presenciado ao longo de sua vida terrena.Moisés via que a felicidade de Israel estava na “salvação do Senhor”, nãonaquilo que viria a possuir em Canaã. Que tenhamos esta mesma visão de Moisés,amados irmãos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A palavra “bem-aventurado” somenteaparecerá, novamente, nos livros históricos, em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;IRs.10:8&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;IICr.9:7&lt;/strong&gt;, textos paralelos, que tratam da expressão utilizadapela rainha de Sabá em sua visita ao rei Salomão. Admirada por ver tantaprosperidade, a rainha disse que os servos de Salomão eram “bem-aventurados”porque estavam diante de Salomão e ouviam a sua sabedoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em meio a tanta opulênciamaterial, num tempo em que o ouro era tanto que a prata nada valia (IRs.10:21), a rainha de Sabá chamou os servos de Salomão de “bem-aventurados”,porque eles podiam ouvir a sabedoria do rei, sabedoria que havia sido posta porDeus em seu coração (I Rs.10:24).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Temos aqui um eloquente exemplo deque a Bíblia Sagrada não considera que a “bem-aventurança”, a “felicidade”esteja na posse de bens materiais. Apesar de haver um ambiente riquíssimo, verdadeiramenteglorioso sob o ponto-de-vista material (o que é reconhecido pelo próprio Jesusem Mt.6:29 e Lc.12:27),&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a “bem-aventurança” estava não em coisas materiais,mas em poder desfrutar e aprender com a sabedoria que Deus havia dado a Salomão&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- De igual modo, devemos, a exemploda rainha de Sabá, entender que a “bem-aventurança” de cada ser humano não seencontra no desfrute ou posse de riquezas materiais, mas em podermos ouvir eestar diante daquele que é maior que Salomão (Lc.11:31), Jesus Cristo, poder esabedoria de Deus (I Co.1:24).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;II – AS BEM-AVENTURANÇAS NOS LIVROSPOÉTICOS PROPRIAMENTE DITOS (JÓ, SALMOS E CANTARES)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Os livros poéticos são os que maiscontêm bem-aventuranças no Antigo Testamento, motivo pelo qual analisaremosseparadamente os livros poéticos propriamente ditos (Jó e Salmos) e os livrosde sabedoria (Provérbios e Eclesiastes).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Jó5:17&lt;/strong&gt;, Elifaz, em sua primeira fala contra Jó, afirma que “&lt;strong&gt;bem-aventurado é o homem a quem Deus castiga&lt;/strong&gt;”.Ainda que tenhamos de ter cuidado nas falas dos amigos de Jó, pois sua visãosobre Deus não era correta (Jó 42:7), nem por isso podemos desprezar tudoquanto disseram, como é o caso desta “bem-aventurança”, em que Elifaz fala arespeito do homem e não de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Aqui, o mais velho dos amigos deJó diz que é “bem-aventurado a quem Deus castiga”, ensino que encontra respaldonas Escrituras, como, por exemplo, em Hb.12:5,6. O castigo divino, a disciplinadada por Deus é uma prova de que o homem castigado é amado por Deus e foirecebido como Seu filho. E ser filho de Deus, ser herdeiro de Deus e coerdeirode Cristo (Rm.8:17), como Jesus nos ensina no sermão do monte é serbem-aventurado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Como este ensino é diferente doque ensinam os “pregadores da prosperidade”, que entendem que Deus jamais podecastigar um filho Seu. Entretanto, ser alvo do castigo de Deus, da disciplinadivina, ter a consciência de que se é filho e não bastardo, é umabem-aventurança. Aleluia!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Jó29:11&lt;/strong&gt;, o patriarca Jó, ao se lamentar do seu primeiro estado,diz que era tido como “bem-aventurado” pelos que o ouviam. Dentro do chamadoparalelismo hebraico, que é a circunstância de, notadamente em versos de umpoema, se repetir a mesma ideia com palavras diferentes, entendemos que a “&lt;strong&gt;bem-aventurança&lt;/strong&gt;” mencionada por Jónão era a sua posição social ou econômico-financeira do passado, mas, sim,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;o“testemunho”.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Assim, a bem-aventurança de Jó nãoestava nas posses materiais que tinha antes da sua provação, mas, sim, no seutestemunho, testemunho este que era dado pelo próprio Deus, ou seja, de que erahomem sincero, reto, temente a Deus e que se desviava do mal (Jó 1:1,8).. É naposse destas qualidades agradáveis ao Senhor que se encontra a bem-aventurança,a felicidade de um ser humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- O livro dos Salmos já começa comuma bem-aventurança. No Salmo primeiro, o salmista já afirma que“bem-aventurado é o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem sedetém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores,antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite”(&lt;strong&gt;Sl.1:1,2&lt;/strong&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Este salmo é extremamenteimportante para avaliarmos a questão da prosperidade, pois é um texto muitoutilizado pelos “pregadores da prosperidade” para dizer que “tudo que o crentefizer, prosperará”. No entanto, a prosperidade indicada está umbilicalmentevinculada à bem-aventurança que abre o salmo, bem-aventurança esta que dizrespeito a ter prazer na lei do Senhor e nela meditar de dia e de noite.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A felicidade do ser humano encontra-se em observar alei do Senhor&lt;/strong&gt;, em conhecê-la, em meditar nela continuadamente,o que permite que, na jornada da vida, não se ande segundo o conselho dosímpios, nem se detenha no caminho dos ímpios, nem se assente na roda dosescarnecedores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- “Tudo quanto fizer, prosperará” éresultado de uma vida de submissão à vontade do Senhor, de uma vida arraigadana Palavra do Senhor, pois o bem-aventurado é aquele que é “como a árvoreplantada junto ao ribeiro de águas, que dá o seu fruto na estação própria, ecujas folhas não caem” (Sl.1:3). Prosperidade depende de inabalável firmeza naPalavra do Senhor, prosperidade é frutificar espiritualmente no tempo doSenhor, segundo a vontade do Senhor, algo muito, mas muito diferente mesmo doque dizem os falsos pregoeiros da confissão positiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No Salmo segundo, temos outrabem-aventurança: “bem-aventurados todos aqueles que n’Ele confiam” (&lt;strong&gt;Sl.2:12&lt;/strong&gt;). Quem é este “Ele”? É oFilho, o Rei ungido por Deus (Sl.2:6), ou seja, o Nosso Senhor e Salvador JesusCristo.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A bem-aventurança é confiar em Cristo&lt;/strong&gt;,é ter fé n’Ele, é esperar n’Ele, algo que os falsos pregadores da prosperidadenão fazem, pois preferem “mandar” e “obrigar” o Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.32:1,2&lt;/strong&gt;,temos que “bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado écoberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade e em cujoespírito não há engano”. Temos aqui, nestas expressões didáticas de Davi, que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;arazão de ser da felicidade do homem é o perdão dos seus pecados por parte doSenhor&lt;/strong&gt;. Estes pecados, que no tempo da lei eram apenascobertos, foram tirados por Cristo Jesus (Jo.1:29) e reside aí a verdadeirafelicidade do ser humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A bem-aventurança encontra-se nofato de podermos ter novamente comunhão com Deus, de Jesus ter pagado o preçodos nossos pecados e, por isso, podermos desfrutar, novamente, da Suacompanhia, da Sua presença. Como isto é diferente do que propalam osenganadores da confissão positiva…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.33:12&lt;/strong&gt;,é dito que “bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que eleescolheu para Sua herança”. Neste salmo, o salmista como que rememora aspalavras de Moisés em Dt.33:29 e demonstra que a bem-aventurança de uma nação,“in casu”, Israel, não residia na posse da “terra que mana leite e mel” e, sim,na circunstância de se ter sido escolhido por Deus para ser a “Sua herança”.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Abem-aventurança está na filiação divina&lt;/strong&gt;, na condição de filhode Deus, não na posse de riquezas materiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.34:8&lt;/strong&gt;,Davi, num momento extremamente delicado de sua vida, quando teve de se fazer delouco para escapar das mãos de Abimeleque, rei de Gate, chega a uma conclusão:a de que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;bem-aventurado é o homem que confia em Deus.Tendorecebido o livramento da parte do Senhor, Davi verifica que a verdadeirafelicidade está em confiar em Deus, mesma conclusão a que havia chegado o autordo Salmo 2.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Davi repete esta sua afirmação no&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.40:4&lt;/strong&gt;,afirmativa, porém, que é completada pois, pelo paralelismo hebraico, aprendemosque “pôr no Senhor a sua confiança” é “não respeitar os soberbos nem os que sedesviam para a mentira”. Vemos aqui que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a vera felicidade do homem está em confiar em Deus eque confiar em Deus é ter humildade, submissão a Deus&lt;/strong&gt;, comotambém manter-se fiel à Sua Palavra, que é a verdade (Jo.17:17). Assim, quempassa a confiar nas lorotas dos “teólogos da prosperidade”…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Davi, no&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.41:1&lt;/strong&gt;,fala de outra bem-aventurança, dizendo que “bem-aventurado é “aquele que atendeao pobre”. Temos aqui, pela vez primeira, nas Escrituras, a lição de que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;afelicidade está em dar e não em receber bens materiais&lt;/strong&gt;. Quematende ao pobre, ou seja, quem usa da abundância de bens materiais para ajudara quem precisa, é bem-aventurado. Vemos como não são bem-aventurados os“enriquecidos” da “teologia da prosperidade” que apenas amealham para si, nuncapara o próximo…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.65:4&lt;/strong&gt;,Davi, em outro salmo, dá-nos conta de outra bem-aventurança: “bem-aventuradoaquele a quem Tu escolhes e fazes chegar a Ti, para que habite em Teus átrios”.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Averdadeira felicidade, a real prosperidade está em ser escolhido por Deus emanter comunhão com Ele&lt;/strong&gt;. Mais uma vez, as Escrituras nosmostram que a bem-aventurança é um estado espiritual de salvação, jamais aposse de bens materiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.72:17&lt;/strong&gt;,um salmo de Davi feito em homenagem a Salomão, Davi profetiza e anseia que seufilho seja considerado “bem-aventurado” pelas nações. De onde viria estabem-aventurança? O que Davi entendia ser a real prosperidade? Do fato de que onovo rei receberia de Deus os Seus juízos e a Sua justiça (Sl.72:1). Destacircunstância, Salomão poderia ter justiça e paz no seu reinado, dandocondições para que, então, houvesse prosperidade material.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Abem-aventurança, uma vez mais, está relacionada com a comunhão com Deus.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.84&lt;/strong&gt;,o salmista fala de&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;duas bem-aventuranças&lt;/strong&gt;. A primeira é ados “que habitam na casa do Senhor” (Sl.84:4), repetindo-se o que Davi jácantara no Sl.65:4. “Habitar na casa do Senhor” é&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;tercomunhão com Deus,&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;é&lt;strong&gt;ser dedicado à adoração&lt;/strong&gt;. Reside aquia felicidade do ser humano. Esta comunhão com Deus, que parte do interior, é asegunda bem-aventurança, a “do homem cuja força está em Deus” (Sl.84:5), o que,pelo paralelismo hebraico, entendemos que se trata da circunstância de ter&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;conduzidoa vida conforme a vontade de Deus&lt;/strong&gt;, de ter, como diz o salmista,“o coração com os caminhos aplanados”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.106:3&lt;/strong&gt;, o salmista diz que “bem-aventurados são os que observamo direito, o que pratica a justiça em todos os tempos”. Como que complementandoo sentido dado no Sl.84:5, vemos que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a felicidade está em praticar a justiça&lt;/strong&gt;,ou seja, em seguir aquilo que Deus tem determinado como o correto, o justo, ocerto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.112:1&lt;/strong&gt;,o salmista reafirma este pensamento, ao dizer que é “bem-aventurado o homem queteme ao Senhor, que em Seus mandamentos tem grande prazer”. Repete-se abem-aventurança do Sl.1, mostrando-se que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a felicidade do homem está em servir a Deus,cumprindo a Sua Palavra.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- O maior de todos os salmos nãopoderia deixar de mencionar bem-aventuranças, até porque seu tema é a Palavrade Deus e, como temos visto nestes últimos salmos, as bem-aventuranças estãovinculadas à observância das Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- O&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.119&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;já começa com uma bem-aventurança,qual seja, a “dos que trilham caminhos retos e andam na lei do Senhor”.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Abem-aventurança, uma vez mais, encontra-se relacionada à obediência à Palavrado Senhor&lt;/strong&gt;. No versículo seguinte, o salmista apresenta-nosoutra bem-aventurança, a “dos que guardam os Seus testemunhos e O buscam detodo o coração”. Feliz, mais do que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;feliz é o homem que não só obedece ao Senhor e à SuaPalavra, mas também que busca a Deus de todo o coração&lt;/strong&gt;. Abem-aventurança está em buscar a Deus e não às bênçãos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.127:5&lt;/strong&gt;,um cântico de degraus de autoria de Salomão, o rei que foi tão ricoapresenta-nos como bem-aventurança “o homem que enche a sua aljava de filhos”,a mostrar que muito mais importante do que ter bens materiais é cumprir o deverde multiplicação dado por Deus ao homem.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A bem-aventurança, novamente, está condicionada àobediência à voz do Senhor Deus&lt;/strong&gt;. Infelizmente, nos dias em quevivemos, muitos, inclusive os que cristãos se dizem ser, preferem não terfilhos para não ter gastos, para ter uma vida “feliz”…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- O&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.128&lt;/strong&gt;,outro cântico dos degraus, começa com uma bem-aventurança, a de “aquele queteme ao Senhor e anda nos Seus caminhos”, que é repetição do que se encontrouem salmos anteriores, como já tivemos ocasião de analisar. O saltério deixa bempresente que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a felicidade do ser humano está em ser obediente aoSenhor&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.144:15&lt;/strong&gt;,um salmo de Davi, repete-se a bem-aventurança constante do Sl.33:12, qual seja,a bem-aventurança do povo cujo Deus é o Senhor.&lt;strong&gt;O segredo da felicidade de uma nação não está em ter recursos naturaisabundantes, nem tampouco em dar condições materiais sublimes a seu povo, mas emter a Deus como seu Senhor&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- No&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sl.146:5&lt;/strong&gt;,o salmista diz que é bem-aventurado “aquele que tem o Deus de Jacó por seuauxílio e sua esperança está posta no Senhor seu Deus”. Vemos, ainda esta vez&lt;strong&gt;, a razão de ser da felicidade do homem: a suacomunhão com o Senhor&lt;/strong&gt;. Poder ser ajudado por Deus e esperarn’Ele é a bem-aventurança, a verdadeira felicidade. Entretanto, os “pregoeirosda prosperidade” preferem confiar nas riquezas materiais…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Ct.6:9&lt;/strong&gt;,temos a única ocorrência da palavra “bem-aventurado”, na verdade,“bem-aventurada”, para mencionar a amada do noivo, aquele que é única na multidãode mulheres do harém do noivo, por ser “a pomba, a imaculada do noivo”. Apesardo caráter romântico do poema, vemos, claramente, que a bem-aventurança estárelacionada ao caráter imaculado da noiva, não à sua formosura, nem tampouco àsua situação patrimonial.&lt;strong&gt;A Igreja deCristo é bem-aventurada por causa da sua santidade&lt;/strong&gt;. Aleluia!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;III – AS BEM-AVENTURANÇAS NOS LIVROSDE SABEDORIA (PROVÉRBIOS E ECLESIASTES)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A primeira ocorrência da palavra“bem-aventurado” no livro de Provérbios é em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.3:13&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;em que se afirma que é“bem-aventurado o homem que acha sabedoria e o homem que adquire conhecimento”.Aqui, sabemos todos, Salomão não está se referindo à erudição intelectual, masao temor do Senhor, que é o princípio da ciência (Pv.1:7).&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Aorigem da felicidade, pois, está em se achar a sabedoria&lt;/strong&gt;, que opróprio autor de Provérbios vai indicar que se trata de uma pessoa eterna(Pv.8:22,23)., que outro não é senão o Senhor Jesus (Jo.1:1). A bem-aventurançaestá em achar a Cristo, nada mais nada menos que isto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt;"&gt;OBS: “…No livro mais remoto daBíblia já encontramos apresentada a Sabedoria em forma de uma pessoa, quando Jódisse: ‘Onde se achará a sabedoria?’ 28.12. No livro de Provérbios, Salomãoaconselhou o sábio a ouvir e crescer em ciência. Salomão se refere à Sabedoriacomo tendo morada, como possuindo conhecimento, agindo com discrição, dandoautoridade aos reis e governadores; como possuída por Jeová; estando presenteno princípio com Jeová, antes da criação; a Sabedoria, como arquiteto,enchia-se de gozo dia após dia; convidava para banquete etc. Ora, considerandoque o Verbo estava no princípio com Deus e tudo foi feito por Ele, e sendo Eleo Unigênito de Deus, e vendo aqui a Sabedoria mencionada nas mesmascircunstâncias do Verbo, vemos necessariamente nela a Segunda Pessoa daTrindade, o Filho de Deus, Pv cap. 8.…” (NYSTRÖM, Samuel.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;JesusCristo, nossa glória&lt;/em&gt;. 2.ed., pp.39-40).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.3:18&lt;/strong&gt;,completando o raciocínio, o proverbista diz que “bem-aventurados são todos osque retêm a sabedoria”, inclusive, diz o proverbista,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;émelhor achar e reter a sabedoria do que ter mercadorias&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de ouro, de prata, rubins e tudo o quese pode desejar (Pv.3:14-18). Salomão, que teve riquezas provenientes de Deusem abundância, mostra que nada se pode comparar a ter Cristo Jesus. Aprendamosesta verdade e não confiemos nas lorotas dos “teólogos da prosperidade”!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.8&lt;/strong&gt;,que, conforme já vimos, é um capítulo em que a Sabedoria é apresentada como umapessoa, uma verdadeira descrição de Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus(I Co.1:24), vemos no versículo 32 que é a própria Sabedoria quem afirma que“bem-aventurados são os que guardarem os Meus caminhos” e, no versículo 34,“bem-aventurado o homem que Me dá ouvidos, velando às Minhas portas cada dia,esperando às ombreiras da Minha entrada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A bem-aventurança está, pois, em obedecer a Cristo&lt;/strong&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;embuscá-l’O diariamente&lt;/strong&gt;, atentando para a Sua voz e jamais sedistraindo com as coisas desta vida, procurando sempre aprender d’Ele edesfrutar da Sua presença. O proverbista, após indicar a segundabem-aventurança, dá a razão de ser dela, dizendo que o que A acha achará a vidae alcançará o favor do Senhor, mas o que pecar contra Ela violentará a suaprópria alma: todos os que A aborrecem amam a morte (Pv.8:35,36). Como, então,podemos dizer que quem deixa a Cristo e vai atrás das riquezas sejabem-aventurado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.14:21&lt;/strong&gt;,o riquíssimo Salomão afirma que é bem-aventurado “quem se compadece do pobre”e, dentro do paralelismo hebraico, aprendemos que “compadecer-se do pobre” é“não desprezar o companheiro”. “Compadecer-se do pobre” é não pecar, diz oproverbista. Portanto,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;bem-aventurado é quem não peca&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e, quem tem abundância de bens, devese compadecer do pobre, pois, se não fizer isto, estará a pecar. Como, então,entender que são “homens ou mulheres de Deus” os que costumam dar “testemunhosde prosperidade”, que dizem estar em vida regalada mas que nem sequer mencionamter alguma preocupação para com os pobres e necessitados, preferindo-os tãosomente chamar de “filhos do maligno”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.16:20&lt;/strong&gt;,o proverbista, fazendo coro ao salmista, afirma que “bem-aventurado é o queconfia no Senhor”. No paralelismo hebraico, aprendemos que “confiar no Senhor”é “atentar prudentemente para a Palavra” e vemos, assim, a conjugação de duasbem-aventuranças já previamente analisadas: confiar em Deus é atentarprudentemente para a Palavra, em outros termos, é&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;obedecerà Bíblia Sagrada. Aqui está a verdadeira felicidade do ser humano.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.20:7&lt;/strong&gt;,o proverbista diz que “bem-aventurados são os filhos do justo”. Ter-se-ia aquium caso de “bem-aventurança hereditária”? Nada disso!&lt;strong&gt;Os filhos do justo são bem-aventurados porque o justoandou na sua sinceridade&lt;/strong&gt;, ou seja, por ter vivido em comunhãocom Deus pôde ensinar, a começar do seu exemplo, os seus descendentes, de formaque tenham sido eles educados na lei do Senhor e, como tal, não se desviando detais caminhos, também serão bem-aventurados. Os filhos do justo não sãobem-aventurados porque seu pai “ficou rico” em servir a Deus, mas porque andouna sua sinceridade. Lembremos disso, amados irmãos, para que não cair nasciladas satânicas dos “pregoeiros da prosperidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.28:14&lt;/strong&gt;,o escritor sagrado afirma que “bem-aventurado o homem que continuamente teme”,o que, pelo paralelismo hebraico, entendemos que se trata daquele que nãoendurece o seu coração e, deste modo, não vem a cair no mal.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Abem-aventurança está, uma vez mais, em ouvir a voz de Deus,&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;em ser-Lhe obediente, em negar a suaprópria vontade para fazer a vontade do Senhor. Quão diferente é esta bem-aventurançados conselhos tresloucados dos “teólogos da prosperidade” que querem submeter oSenhor a seus caprichos…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.29:18&lt;/strong&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;abem-aventurança diz respeito&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;a“guardar a lei”, entendendo-se aqui, pelo paralelismo, que “guardar a lei” é&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;ouvira profecia&lt;/strong&gt;, ou seja, estar atento às mensagens do Senhor ao Seupovo. É interessante observar que muitos “teólogos da prosperidade”desacreditam no dom espiritual de profecia, como também, por distorcer asEscrituras, negam-nas, não buscam ter uma visão global de seu teor, a mostrar,claramente, que não querem que os seus ouvintes sejam bem-aventurados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Pv.31:28&lt;/strong&gt;,a mulher virtuosa é chamada de “&lt;strong&gt;bem-aventurada&lt;/strong&gt;”tanto por seus filhos e por seu marido. E por que seus familiares a chamamassim?&amp;nbsp;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Porque ela teme ao Senhor&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e, por isso, pratica obras sublimes(Pv.31:29-31). Não é a sua formosura, nem tampouco a sua riqueza que a fazbem-aventurada, mas o fato de temer ao Senhor, demonstrando isto com suasobras. Poderia haver melhor final para o livro de Provérbios senão essaassertiva?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A única ocorrência da palavra“bem-aventurado” em Eclesiastes está em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Ec.10:17&lt;/strong&gt;, onde o pregador diz que aterra cujo rei é filho dos nobres e cujos príncipes comem a tempo pararefazerem as forças e não para bebedice é uma terra bem-aventurada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Para bem entendermos este texto,devemos observar o versículo anterior, onde o pregador diz um “ai” a respeitoda terra cujo rei é criança e cujos príncipes comem de manhã. O contrasteestabelecido pelo pregador mostra-nos que a felicidade da terra está em ter umrei e príncipes sábios, prudentes, que bem sabem se conduzir no trato das coisapública, que sejam prudentes e não precipitados. Ora, como Salomão já indicarano livro de Provérbios, ter sabedoria é ser temente a Deus, de modo que, mais umavez, vemos que as Escrituras ensinam que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a bem-aventurança de uma nação se encontra em temer aDeus, mais precisamente, no texto em apreço, no temor a Deus da parte de seusgovernantes.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;IV – AS BEM-AVENTURANÇAS NOS LIVROSPROFÉTICOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Não são abundantes asbem-aventuranças nos livros proféticos. Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Is.30:18&lt;/strong&gt;, o profeta afirma que “&lt;strong&gt;bem-aventurados são os que esperam no Senhor&lt;/strong&gt;”.Aqui o profeta repete algo que já fora dito pelo salmista algumas vezes. Talbem-aventurança é afirmada em meio a uma profecia de juízo contra o povo, a fimde que, apesar da manifestação da ira do Senhor por causa da rebeldia(Is.30:1), Israel soubesse que Deus era um Deus de equidade e que, por isso,valeria a pena aguardar a Sua salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Is.32:20&lt;/strong&gt;,o profeta, ao trazer a promessa da vinda de um Rei de justiça (Is.32:1), aotérmino da profecia, diz serem “bem-aventurados os que semeiam sobre todas aságuas e que enviam o pé do boi e do jumento”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Esta bem-aventurança estávinculada ao livramento prometido ao povo após a execução do juízo, já aludidaanteriormente, pois, após a manifestação da ira, o Senhor promete que “daráchuva sobre a semente” e haverá fertilidade da terra (Is.30:23-26), resultadodo “derramamento do Espírito lá do alto” (Is.32:15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Vemos, pois, que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;abem-aventurança&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;nãoestá na fertilidade da terra nem nas boas colheitas e sucesso da criação, mas,sim, no fato de que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;o Senhor irá restaurar espiritualmente o Seu povo,&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de modo a que eles vivam em paz ejustiça (Is.32:16-18). Nesta verdadeira profecia atinente ao reino milenial deCristo, vemos que a bem-aventurança se entende como um estado espiritual decomunhão com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Is.56:2&lt;/strong&gt;,o profeta afirma que “bem-aventurado o homem que manter o juízo e fizerjustiça”, bem-aventurança que deve ser entendida à luz de Is.56:1. Noparalelismo hebraico, esta bem-aventurança está associada a “guardar-se deprofanar o sábado e de perpetrar algum mal”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Então, bem-aventurado é quemguarda o sábado? Sim e não. Lembremo-nos de que estamos no Antigo Testamento,e, deste modo, o profeta se dirige a Israel. O sábado era o sinal da aliançaentre Deus e Israel (Ex.31:13) e, portanto, o que o profeta está a dizer é que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;afidelidade, o honrar o compromisso assumido com Deus era uma bem-aventurançapara todo israelita&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Mais uma vez vemos que ocumprimento dos mandamentos do Senhor, a guarda da Sua Palavra é a verdadeirafelicidade para o homem. Hoje, a Igreja não está sujeita ao sábado, mas, sim, aum compromisso de ser fiel a Deus até a morte, assumido solene e publicamente quandodo batismo nas águas, residindo aí a fonte de sua bem-aventurança. Não podemos,ademais, praticar o mal, pois a bem-aventurança está em não fazer o mal.Lembremos disto, amados irmãos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Dn.12:12&lt;/strong&gt;,o profeta escatológico afirma que “bem-aventurado o que espera e chega até miltrezentos e trinta e cinco dias”. Temos aqui&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;uma bem-aventurança específica para o povo de Israel,para os últimos dias&lt;/strong&gt;. Este tempo mencionado pelo profetacorresponde ao período que vai desde a abominação do terceiro templo judaicopelo Anticristo até o estabelecimento do reino milenar de Cristo. Assim, estabem-aventurança diz respeito ao remanescente de Israel, esta porção que, por seconverter a Cristo, será salva e reinará com Cristo por mil anos (Rm.11:25,26).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt;"&gt;OBS: “…A divisão dos dias. 1) Umperíodo de 1.260 dias (três anos e meio) até a destruição e prisão da Besta(Dn.12:7,11; Ap.19:19,20). 2) Um período de 1.290 dias (Dn.12:12), acrescentadode mais 45 dias. Está escrito em Mt.24:22, que, ‘se aqueles dias (1.335) não fossemabreviados (para 1.260), nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dosescolhidos (os judeus) serão abreviados aqueles dias’…” (SILVA, Severino Pedroda.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Daniel versículo por versículo&lt;/em&gt;, p.237).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Conforme podemos depreender, pois,reconhecer a Cristo como Senhor e Salvador é uma bem-aventurança, inclusivepara os judeus que, em meio a Grande Tribulação, chegarem vivos até o instantede reconhecer Cristo como o Messias e, por causa disso, reinar com ele por milanos. Esta bem-aventurança é repetida em Ap.20:5, se bem que aí em relação àIgreja e aos salvos durante a Grande Tribulação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Ml.3:12&lt;/strong&gt;,o profeta afirma que os israelitas seriam chamados de “bem-aventurados” pelasnações em virtude da terra deleitosa que seriam, em virtude de trazerem eles osdízimos à casa do tesouro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Tem-se aqui, para “alegria” dos“teólogos da prosperidade”,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;uma alusão material à “bem-aventurança”&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e, o que mais “alegra” estes“pregadores”, ligada à “entrega de dízimos”. Seria este texto, em meio a tantascontraprovas no Antigo Testamento, um suporte para esta “teologia”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Por primeiro, devemos, antes demais nada, lembrar que um único texto não pode alicerçar qualquer doutrinabíblica, de sorte que, ainda que se tenha uma evidência na passagem de que abem-aventurança está relacionada a uma entrega de dízimos isto não pode sererigido a título de doutrina, ainda mais que, como temos visto até aqui, emmomento algum houve esta vinculação de bem-aventurança a aspectos materiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Entretanto, para “tristeza” dos“teólogos da prosperidade”, o texto não permite fazer as costumeiras alusões debarganha e “toma-lá-dá-cá” que estes falsos ensinadores costumam fazer paraassociar a bem-aventurança a um bem-estar material e econômico-financeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Malaquias está a dizer ao povo deIsrael que eles deveriam cumprir a lei e entregar seus dízimos à casa dotesouro, ao templo, o que não estava mais ocorrendo em seus dias. O profetadenuncia esta indiferença do povo com relação ao serviço do templo, que nadamais era que um reflexo, uma demonstração da indiferença que o povo tinha emrelação ao próprio Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Assim, Malaquias, relembrando alei de Moisés ao povo, afirma que,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;se os israelitas cumprissem a lei, o Senhor, conformejá havia deixado atestado na própria lei, daria fertilidade à terra,&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;visto que era propósito de Deusabençoar Israel e fazê-la exaltar sobre as demais nações para que, tendoprosperidade material, pudesse, através deste sinal, exercer a sua função de“reino sacerdotal e povo santo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Bem vemos, de pronto, que a questãomaterial, como já estudado neste trimestre, não pode ser transferida para aIgreja, pois Israel era uma nação física, material e que deveria, ante a suapujança material, mostrar-se às demais nações como sendo o povo do único everdadeiro Deus. Assim, ainda que se tenha a vinculação da bem-aventurança a umestado material, esta vinculação é tão somente a Israel, ao papel que deveriadesempenhar até a vinda do Messias, algo que não pode ser como prometido para aIgreja na dispensação da graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Destarte, esta vinculação não serefere à Igreja, é uma das bênçãos de Israel que não cabe à Igreja o que, porsi só, já destrói todo o discurso da “teologia da prosperidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Mas, não bastasse isso, tem-se queo profeta diz que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;quem associaria esta abundância material, realmenteprometida por força da entrega dos dízimos na casa do tesouro, a umabem-aventurança seriam as nações, ou seja, os gentios&lt;/strong&gt;.Destarte, não é Deus quem diz que é “bem-aventurado” quem tem abundânciamaterial, mas era assim que os gentios considerariam Israel, a quem caberiaensiná-los como “povo santo e reino sacerdotal” que a “bem-aventurança”, comovemos nas Escrituras, não era a abundância material, mas, sim, o servir a Deus,o ter a Deus como o Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Deste modo, vemos que, além do textonão indicar que o crente da dispensação da graça terá abundância material porentregar dízimos, vemos que nem ao menos o texto diz que abundância material ébem-aventurança, pois tão somente afirma que os gentios, para quem prosperidadese confunde com bem-estar material, é que chamariam os israelitas (a quemapenas é dirigida a promessa) de “bem-aventurados” por causa da abundânciamaterial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- E tanto assim é que o outro textode Malaquias que usa a palavra “bem-aventurado”, a saber, Ml.3:15, também assimdenomina não quem seja bem-aventurado, mas quem os rebeldes israelitas estavama chamar “bem-aventurados”, ou seja, os soberbos, os que cometiam iniquidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Na sua indiferença com relação aDeus, os judeus dos dias de Malaquias estavam achando que era inútil servir aDeus e que valia mais a pena ser como os pecadores, que, apesar de seu pecado,estavam edificados e, aparentemente, escapavam das mãos do Senhor apesar de suavida iníqua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Vemos, pois que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Malaquias,nas duas vezes em que fala de “bem-aventurados”, não apresenta realmente“bem-aventuranças”, mas conceitos de “bem-aventurança”&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que não são respaldados pelasEscrituras, mas que são concepções oriundas de pessoas que não têm qualquercompromisso com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- A propósito, o conceitoapresentado por Malaquias em relação aos judeus que haviam desistido de servira Deus é um conceito muito próximo ao do salmista Asafe que, por ver aprosperidade dos ímpios e invejá-los, quase se desviou (Sl.73:2,3). Se osalmista quase se desviou, estes judeus mencionados pelo profeta já estavamdesviados e, o que é impressionante, com um comportamento que não tem diferençaalguma para com os “teólogos da prosperidade”, que também preferiram buscar asriquezas desta vida a servir a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Portanto, não só o texto deMalaquias não confirma, ainda que isoladamente, o falso conceito deprosperidade dos “teólogos da confissão positiva”, como ainda nos dá suportepara dizer que tal conceito não tem qualquer respaldo bíblico, é umademonstração de desvio espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Vemos, pois, de forma bemclarevidente, que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;o Antigo Testamento jamais associou a“bem-aventurança” com aspectos materiais ou físicos&lt;/strong&gt;, mas,sempre, como uma atitude decorrente de uma vida de comunhão com Deus, de umavida de submissão à vontade do Senhor, de guarda de Sua Palavra. Será que, àluz do Antigo Testamento, somos “bem-aventurados”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ev. Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-4595004932928541578?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/4595004932928541578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=4595004932928541578' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4595004932928541578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4595004932928541578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/apendice-2-as-bem-aventurancas-do.html' title='APÊNDICE 2 – AS BEM-AVENTURANÇAS DO ANTIGO TESTAMENTO'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-4654510602542224405</id><published>2012-01-12T11:10:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T11:10:06.989-02:00</updated><title type='text'>Por que estou Comprometido em Ensinar a Bíblia (2)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-L6M11SUHcv4/Tw7bhnOOWtI/AAAAAAAAAVA/VX2actr5s80/s1600/pentateuco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="http://1.bp.blogspot.com/-L6M11SUHcv4/Tw7bhnOOWtI/AAAAAAAAAVA/VX2actr5s80/s320/pentateuco.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Seja fiel, quer seja oportuno, quer não&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Nossa tarefa nunca se acaba. &lt;b&gt;Não apenas temos de pregar a Palavra deDeus, mas também precisamos fazê-lo apesar das opiniões divergentes que nosrodeiam&lt;/b&gt;. Somos ordenados a nos mostrarmos fiéis quando esse tipo depregação for tolerado e quando não o for.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Encaremos esse fato: pregar aPalavra agora não é oportuno. A filosofia de ministério norteada por marketing,que está em voga no presente, afirma claramente que proclamar as verdadesbíblicas está fora de moda. Exposição bíblica e teologia são vistas comoantiquadas e irrelevantes. Essa filosofia de ministério declara: “As pessoasque frequentam a igreja não querem mais ouvir a pregação da Palavra. A geraçãodo pós-guerra simplesmente não aguenta ficar sentada no banco, enquanto à suafrente alguém prega. Eles são frutos de uma geração condicionada pela mídia eprecisam de uma experiência de igreja que os satisfaça em seus termos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O apóstolo Paulo disse que o pregador excelente tem de serfiel em pregar a Palavra, mesmo quando isso não está na moda. A expressão queele utilizou “esteja pronto” (no grego,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ephistemi&lt;/em&gt;) literalmente significa“permanecer ao lado”, retratando a ideia de prontidão. Era frequentemente usadapara descrever uma guarda militar, sempre a postos, preparada para o dever.Paulo estava falando sobre uma intensa prontidão para pregar, assim como a deJeremias, o qual afirmou que a Palavra de Deus era como um fogo em seus ossos. &lt;b&gt;Isto era o que Paulo estava exigindo deTimóteo: não relutância, e sim prontidão; não hesitação, e sim coragem; nãomensagens que motivavam os ouvintes, e sim a Palavra de Deus&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="background-color: white; border-bottom-color: transparent; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #414141; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font: normal normal bold 14px/normal Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0.5em; padding-left: 15px; padding-right: 15px; padding-top: 0.6em; position: relative;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=80" target="_blank"&gt;John MacArthur&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="background-color: white; border-bottom-color: transparent; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; color: #414141; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font: normal normal bold 14px/normal Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0.5em; padding-left: 15px; padding-right: 15px; padding-top: 0.6em; position: relative;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;(John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-4654510602542224405?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/4654510602542224405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=4654510602542224405' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4654510602542224405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4654510602542224405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/por-que-estou-comprometido-em-ensinar_12.html' title='Por que estou Comprometido em Ensinar a Bíblia (2)'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-L6M11SUHcv4/Tw7bhnOOWtI/AAAAAAAAAVA/VX2actr5s80/s72-c/pentateuco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-4238381594875231960</id><published>2012-01-10T10:44:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T10:48:04.211-02:00</updated><title type='text'>Por que estou Comprometido em Ensinar a Bíblia (1)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4OYj4asilVI/TwwzTSWRr0I/AAAAAAAAAU4/v9CNoIleS8U/s1600/pentateuco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://3.bp.blogspot.com/-4OYj4asilVI/TwwzTSWRr0I/AAAAAAAAAU4/v9CNoIleS8U/s400/pentateuco.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Jamais aspirei ser conhecido como umteólogo, um apologista ou um erudito. Minha paixão é ensinar e pregar a Palavrade Deus. Embora tenha abordado questões teológicas e controvérsiasdoutrinárias, em alguns de meus livros, nunca o fiz sob o ponto de vista dateologia sistemática. Pouco me inquieta o fato de que algum assunto doutrináriose enquadra nesta ou naquela tradição teológica. Desejo saber o que é bíblico.Todas as minhas preocupações estão voltadas às Escrituras, e meu desejo é serbíblico em todo o meu ensino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Pregue a Palavra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Esta é a atitude com a qual abraceio ministério desde o início. Meu pai é um pastor, e, quando lhe disse, háalguns anos, que senti haver Deus me chamado para o ministério, ele mepresenteou uma Bíblia em que havia escrito essas palavras de encorajamento:“Pregue a Palavra!” Esta simples frase se tornou um estímulo em meu coração.Isso é tudo que tenho me esforçado para fazer em meu ministério — pregar aPalavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Os pastores de nossos dias sofremtremenda pressão para fazerem tudo, &lt;em&gt;exceto&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;pregar a Palavra. Eles são instruídospelos eruditos do Movimento de Crescimento de Igreja que têm de alcançar as“necessidades sentidas” dos ouvintes. São encorajados a se tornarem contadoresde histórias, comediantes, psicólogos e preletores que motivam. Sãoaconselhados a evitarem assuntos que os ouvintes acham desagradáveis. Muitos jáabandonaram a pregação bíblica em favor de mensagens devocionais que têm oobjetivo de fazer as pessoas sentirem-se bem. Alguns têm substituído a pregaçãopor dramatização e outras formas de entretenimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas o pastor cuja paixão écompletamente bíblica tem apenas uma opção: “Prega a palavra, insta, quer sejaoportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade edoutrina” (2 Tm 4.2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Quando Paulo escreveu essas palavrasa Timóteo, ele acrescentou este aviso profético: “Pois haverá tempo em que nãosuportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo assuas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a darouvidos à verdade, entregando-se às fá bulas” (vv. 3,4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Com certeza, a filosofia deministério do apóstolo Paulo não incluía a teoria de “dar às pessoas o que elasdesejam”. Ele não instou Timóteo a realizar uma pesquisa a fim de descobrir oque as pessoas queriam; mas ordenou que ele pregasse a Palavra, com fidelidade,repreensão e paciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Na verdade, ao invés de insistir queTimóteo idealizasse um ministério que acumularia elogios do mundo, Pauloadvertiu o jovem pastor a respeito de sofrimentos e dificuldades! O apóstolonão estava ensinando Timóteo sobre como ser bem-sucedido; estava encorajando-oa seguir o padrão divino. Paulo não o estava aconselhando a buscarprosperidade, poder, popularidade ou qualquer outro conceito mundano desucesso. O apóstolo instava o jovem pastor a ser&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;bíblico&lt;/em&gt;,apesar das consequências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Pregar a Palavra nem sempre é fácil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. &lt;b&gt;A mensagemque somos exigidos a pregar é, com frequência, ofensiva&lt;/b&gt;. O próprio SenhorJesus é uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo (Rm 9.33; 1 Pe 2.8). Amensagem da cruz é uma pedra de escândalo para alguns (1 Co 1.23; Gl 5.11) eloucura para outros (1 Co 2.3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Não temos permissão para embelezar a mensagem ou moldá-la de acordo comas preferências das pessoas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. O apóstolo Paulo deixou isso claro, ao escrever a Timóteo: “&lt;em&gt;Toda a Escritura&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;é inspirada por Deus e útilpara o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”(2 Tm 3.16 — ênfase acrescentada). Esta é a mensagem a ser proclamada: todo oconselho de Deus (At 20.27).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;No primeiro capítulo de sua segundacarta a Timóteo, Paulo lhe dissera: “Mantém o padrão das sãs palavras que demim ouviste” (2 Tm 1.13). O apóstolo se referia às palavras reveladas por Deusnas Escrituras — todas elas. Paulo instou Timóteo a guardar o tesouro que lhehavia sido confiado. No capítulo seguinte, o apóstolo aconselhou Timóteo aestudar a Palavra e manejá-la bem (2 Tm 2.15). E, no capítulo 3, Paulo oaconselhava a proclamá-la. Desse modo, todo o ministério de um pastor fiel giraem torno da Palavra de Deus — manter, estudar e proclamar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Em Colossenses, Paulo, ao descreversua própria filosofia de ministério, escreveu: “Da qual me tornei ministro deacordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;paradar pleno cumprimento à palavra de Deus&lt;/em&gt;” (Cl 1.25 — ênfaseacrescentada). Em 1 Coríntios, ele foi um passo além, afirmando: “Eu, irmãos,quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz comostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós,senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Co 2.1-2). Em outras palavras, &lt;b&gt;seu objetivo como pregador não era entreteras pessoas com um estilo retórico ou diverti-las com esperteza, humor, novospontos de vistas ou metodologia sofisticada; o apóstolo simplesmente pregou aCristo&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A pregação e o ensino fiel da Palavra de Deus têm de ser o âmago denossa filosofia de ministério&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. Qualquer outra filosofia de ministério substitui a voz deDeus pela sabedoria humana. Filosofia, política, psicologia, conselhosdespretensiosos, opiniões humanas jamais são capazes de fazer o que a Palavrade Deus faz. Essas coisas podem ser interessantes, informativas, entreter aspessoas e, às vezes, serem úteis, mas elas não constituem o objetivo da igreja.A tarefa do pregador não é ser um canal para a sabedoria humana; ele é a voz deDeus para a igreja. Nenhuma mensagem humana tem o selo da autoridade divina —somente a Palavra de Deus. Como ousa qualquer pregador substituí-la por outramensagem? Sincerammente, não entendo os pregadores que estão dispostos aabdicarem desse solene privilégio. &lt;b&gt;Porque devemos proclamar a sabedoria dos homens, quando temos o privilégio depregar a Palavra de Deus?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=80" target="_blank"&gt;John MacArthur&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;(John MacArhtur, autor demais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace ComunityChurch, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s Collegeand Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têmquatro filhos e quatorze netos)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-4238381594875231960?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/4238381594875231960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=4238381594875231960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4238381594875231960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4238381594875231960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/por-que-estou-comprometido-em-ensinar.html' title='Por que estou Comprometido em Ensinar a Bíblia (1)'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4OYj4asilVI/TwwzTSWRr0I/AAAAAAAAAU4/v9CNoIleS8U/s72-c/pentateuco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-7230598494806906592</id><published>2012-01-09T10:47:00.003-02:00</published><updated>2012-01-09T10:59:25.411-02:00</updated><title type='text'>Salmo 150: Dançando no Santuário?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9zaJu45bRmI/TwrjlxBPghI/AAAAAAAAAUw/w_oDMuhfFf0/s1600/dan%25C3%25A7a+igreja.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/-9zaJu45bRmI/TwrjlxBPghI/AAAAAAAAAUw/w_oDMuhfFf0/s400/dan%25C3%25A7a+igreja.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Um dos textos do Antigo Testamentomais usados para defender as danças litúrgicas é o Salmo 150. Ele é lido comoprova incontestável de que havia danças como parte da liturgia dos cultos noAntigo Testamento realizados no templo de Deus em Jerusalém. Como consequência,dançar, ter grupos de coreografia e ministério de dança profética durante oscultos das igrejas evangélicas de hoje não somente é permitido, como tambémordenado por Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Eis o Salmo 150 de acordo com a versãoARA:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1 Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o nofirmamento, obra do seu poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;2 Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante asua muita grandeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;3 Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e comharpa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;4 Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos decordas e com flautas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;5 Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalosretumbantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 70.8pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;6 Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A argumentação é a seguinte: o verso1 manda que louvemos a Deus no seu “santuário”, isto é, no templo terreno, olocal oficial da adoração a Deus, onde se realizava o culto por Eledeterminado. Em seguida, vem uma descrição deste culto, e em meio à relação dosinstrumentos utilizados, se menciona no verso 4 as “danças”. A conclusãoaparente é que as danças faziam parte do culto oferecido a Deus no seu temploem Jerusalém. Pronto, temos aqui a base para as danças litúrgicas no cultohoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas, será que é isto mesmo que oSalmo está dizendo? Ou ainda, será que podemos inferir do Salmo que as dançasfaziam parte da liturgia do templo? E mais ainda, se de fato é isso mesmo que oSalmo está mostrando, temos aqui uma base para as danças litúrgicas e grupos decoreografia em nossos cultos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Já disse no post anterior “&lt;a href="http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/davi-dancou-eu-tambem-quero-dancar.html"&gt;Davi dançou, eu também quero dançar&lt;/a&gt;” que não considero o dançar em si como algopecaminoso, e que não tenho problemas com danças nas comunidades cristãs comoexpressão cultural e social em ambientes outros que não o culto a Deus. O quepretendo aqui neste post é mostrar que &lt;b&gt;oSalmo 150 não pode ser tomado como base incontestável para a prática das dançaslitúrgicas e coreográficas nos cultos cristãos&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Vou começar admitindo, por ummomento, que o Salmo 150 está falando do templo em Jerusalém e de dançasdurante o culto. A pergunta, que deveria ter sido feita desde o início, é se oculto cristão toma sua inspiração, gênese e formato do culto do AntigoTestamento. Para mim, a resposta é negativa, embora com qualificações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O culto do templo é geralmente visto em o Novo Testamento como parte dalei cerimonial, cumprida em Cristo e portanto abolida&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. A carta aos Hebreus trata desseassunto. Um dos melhores professores de Antigo Testamento que conheço meescreveu recentemente, falando desse assunto, "&lt;b&gt;O que acontecia no Templo não passa nem perto do que acontece nosmelhores dos nossos cultos hoje, pois o serviço no Templo encenava a expiação&lt;/b&gt;".Os sacrifícios de animais, as cerimônias de purificação, a ordem dos levitas edos sacerdotes, os rituais de oferecimentos das ofertas, a queima de incenso, aoferta diária dos pães, tudo isso é considerado como parte da antigadispensação, que era simbólica, típica, e que foi plenamente cumprida emCristo: não temos mais sacrifícios – o Senhor Jesus ofereceu de uma vez umsacrifício completo, que não precisa ser renovado e repetido; não temos maissacerdotes e levitas – os cristãos, todos eles, são sacerdotes e levitas. Aqueima de incenso é substituída pelo louvor que procede nossos lábios. Otemplo, que era santo e sagrado, agora é a Igreja de Cristo, a comunidade doseleitos de Deus, e não os templos de nossas igrejas locais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Ao que tudo indica, os cristãosderam continuidade ao culto no Antigo Testamento apenas no que se refere aosprincípios espirituais: a ideia de encontro com Deus, de adoração, de louvor,de solenidade, de alegria, de serviço espiritual como povo do Senhor... masforam buscar nas sinagogas o formato para esse culto mais simples e despojado.Nas sinagogas, instituição onde cresceram o Senhor Jesus e todos os apóstolos,havia leitura e pregação da Palavra, orações, cânticos e bênção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Portanto, devemos ter cautela emtransferir para o culto cristão aquilo que era feito no templo de Jerusalém –admitindo por um instante que havia danças no culto ali. Por falta desse cuidado,a Igreja Católica tem um culto em muito similar ao do Antigo Testamento: elestêm o sacrifício da missa, sacerdotes que são mediadores entre Deus e homens eque perfazem esse sacrifício, estolas sacerdotais e mitra, queima de incenso,etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na verdade, não é certo que o Salmo 150 esteja falando de danças notemplo. Em primeiro lugar, &lt;b&gt;a palavra“santuário” mencionada no verso 1 nem sempre significa o local da adoração emJerusalém, onde o culto determinado por Deus era realizado de acordo com todosos seus preceitos&lt;/b&gt;. A palavra &lt;i&gt;b’kadoshu&lt;/i&gt;,significa literalmente “em seu santo”. Logo, sua tradução primeira seria “emseu santuário” e não “em seu Templo”. Precisamos, portanto, considerar apossibilidade de que o santuário de Deus aqui referido não é o local físico dotemplo, mas o local da sua santa habitação, ou seja, os céus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Uma evidência a favor desse traduçãoe interpretação é que no mesmo verso somos chamados a adorar a Deus no“firmamento”, que declara o seu poder. &lt;b&gt;Seconsiderarmos que aqui no verso 1 temos um caso de paralelismo, tão comum napoesia hebraica, conclui-se que aqui santuário e firmamento são a mesma coisa&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="background-color: white; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="background-color: white; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Louvai a Deus no seu &lt;u&gt;santuário&lt;/u&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="background-color: white; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Louvai-o no &lt;u&gt;firmamento&lt;/u&gt;, obra de seu poder.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Encontramos o mesmo paralelismo noSalmo 11.4:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O Senhorestá no seu &lt;u&gt;santo templo&lt;/u&gt;;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Noscéus&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; tem o Senhor seu trono&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Fica evidente que &lt;b&gt;o santo templo de que fala o salmista sãoos céus, onde Deus tem o seu trono&lt;/b&gt;. Outra passagem é o Salmo 102.20:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;OSenhor observa do alto do &lt;u&gt;seu santuário&lt;/u&gt;;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Lá &lt;u&gt;docéu&lt;/u&gt; ele olha para a terra.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mais uma vez, é evidente que osantuário referido é o céu, de onde Deus observa os homens. Levando emconsideração o escopo do Salmo 150, o paralelismo hebraico e esses outrossalmos que identificam o santuário de Deus com os céus, é perfeitamentepossível concluir que aqui &lt;b&gt;no Salmo 150“santuário” se refere à morada celestial de Deus e não ao templo físico deJerusalém&lt;/b&gt;. E logo, o apelo do verso 1 pode ser entendido como dirigido aoshomens e anjos para que louvem a Deus, que habita em sua morada celestial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Em segundo lugar, a palavra que aAlmeida Atualizada traduziu como "danças" tem outros significados,alguns dos quais se encaixam muito melhor no contexto. &lt;b&gt;A palavra &lt;i&gt;mahol&lt;/i&gt; que apareceno verso 4 e é traduzida como “danças” pela Almeida Atualizada pode significar“flauta”&lt;/b&gt;. A própria Almeida Atualizada traduziu &lt;i&gt;mahol&lt;/i&gt; como “flauta” no Salmo 149, “louvem-lhe o nome com flauta;cantem-lhe salmos com adufe e harpa”. Admito que os contextos são diferentes,pois no Salmo 150 &lt;i&gt;mahol&lt;/i&gt; vem precedido dos adufes, tamborins, que marcamo ritmo. De qualquer forma, se vê que a palavra pode ter outro sentido que nãodançar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Várias traduções do Salmo 150:4 traduziram &lt;i&gt;mahol&lt;/i&gt; como “flauta”, como a Almeida Corrigida, a Bíblia de Genebra1599, a Reina Valera 1909, entre outras (“coral”, Douay-Rheims).&amp;nbsp;Calvino, em seu comentário dos Salmos, preferiu traduzir como “flauta”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Temos que admitir que a maioria dastraduções preferiu “danças”. Em minha opinião, é perfeitamente possível.Todavia, &lt;b&gt;se o salmista estiver sereferindo a um instrumento musical, como “flauta”, se encaixa perfeitamente nocontexto, pois os versos 3-5 estão mencionando instrumentos musicais usados emIsrael, como trombeta, saltério, harpa, adufes, instrumentos de cordas,flautas, címbalos sonoros e címbalos retumbantes&lt;/b&gt;. Esses versos não estãodando uma descrição do que se fazia no culto a Deus executado no templo ou notemplo, mas apenas enumerando os instrumentos musicais de toda espécie, todoseles convocados para o louvor de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Se levarmos em consideração asvariáveis acima, o Salmo 150 pode ser simplesmente um chamado universal aanjos, homens e animais, para que louvem a Deus. E que os homens o façam comtoda sorte de instrumentos musicais. Não está falando do culto no temploterreno e nem de danças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Alguém poderia legitimamenteindagar: "se Deus aceita as danças no seu alto e sublime lugar, nosantuário celestial, será que Ele se desagradaria das danças no local daadoração terrena?" A única resposta que eu tenho para isso é que &lt;b&gt;a maneira que temos de saber o que agrada aDeus ou não em seu culto hoje é mediante o estudo do Novo Testamento&lt;/b&gt;. O queDeus prescreve para o culto dos cristãos? Certamente não encontraremos umaliturgia detalhada, uma sequência dos atos de culto. Mas encontraremos osprincípios espirituais que governam esse culto e os elementos que dele devemconstar. E entre esses, não acharemos as danças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não quero insistir demais nesse ponto. O que eu gostaria apenas de deixarclaro neste post é que &lt;b&gt;o Salmo 150 nãopode ser usado como uma prova cabal e final de que as danças faziam parte doculto a Deus oferecido em seu templo ou seu templo em Jerusalém e que em consequênciadevemos ter danças nos cultos cristãos de hoje&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Não considero esse assunto tãocentral à fé que eu tenha que me separar de quem pensa diferente. Se você querdançar no culto, dance. Não vou considerá-lo um pagão por isso. Mas não mevenha dizer que é bíblico e que aqueles que pensam diferente de você serãocondenados como Mical, que criticou Davi quando dançava.&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/08/salmo-150-dancando-no-santuario.html"&gt;Augustus Nicodemus Lopes&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 13.5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;(&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Paraibano, casado com Minka, pai de Hendrika, Samuel,David e Anna. Pastor presbiteriano (IPB), mestre e doutor em InterpretaçãoBíblica (África do Sul, Estados Unidos e Holanda), professor de exegese,Bíblia, pregação expositiva no Centro Presbiteriano de Pós Graduação AndrewJumper, da IPB, autor de vários livros.)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 13.5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;*Texto do artigoadaptado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-7230598494806906592?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/7230598494806906592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=7230598494806906592' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/7230598494806906592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/7230598494806906592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/salmo-150-dancando-no-santuario.html' title='Salmo 150: Dançando no Santuário?'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9zaJu45bRmI/TwrjlxBPghI/AAAAAAAAAUw/w_oDMuhfFf0/s72-c/dan%25C3%25A7a+igreja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-7161946213315389747</id><published>2012-01-08T00:01:00.000-02:00</published><updated>2012-01-08T00:01:05.379-02:00</updated><title type='text'>A campanha</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZVJaBGvpOGI/TwjrsVx1y8I/AAAAAAAAAUo/79QGGlGl8Vk/s1600/Igreja-campanha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZVJaBGvpOGI/TwjrsVx1y8I/AAAAAAAAAUo/79QGGlGl8Vk/s320/Igreja-campanha.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O pastor de certa igreja, apesar de não ser tão frequenteassim nos cultos semanais, percebeu que os irmãos a quem devia apascentarrareavam nesses cultos. No domingo era aquela maravilha. Igreja lotada; todomundo adorando a Deus; sons de Aleluia pra cá; outros de Glórias pra lá. Pelomenos, é o que parecia. E assim ia: “uma bênça”, como ele próprio dizia. Masisso era apenas no domingo; domingo à noite, digo, porque de manhã cedo, damesma forma que no meio da semana, era uma tristeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Até que esse pastô pensou consigo: “Preciso dar um jeito pramudar isso... Já sei! A única forma de chamar esse povo é fazendo umacampanha”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Ótima ideia, amor!, concordou sua esposa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- É isso mesmo, abençoado!, alegrou-se o co-pastor, quase fazendoo “E zaz; e zaz” do Chaves.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Pela Bíblia, acho que não é bem assim que vai conquistaros irmãos, ponderou o professor de Escola Dominical.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Larga de ser murmurador, irmão – disseram algunscooperadores e os líderes de conjuntos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Então, antes de terminar o culto dominical vespertinoseguinte, o “anjo da igreja” (como costumam se chamar e serem chamados), tão decididoquanto Roboão, anunciou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Irmãos, eu estava orando a Deus, pedindo direção, e eu seique Ele vai derramar copiosas bença neste lugar. E para isso, vamo fazê umacampanha. O tema vai sê o seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;“Haveria alguma coisa difícil aoSenhor?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;“Gênesis, capítulo 18, versículo 14.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;12 sextas-feiras de ADORAÇÃO e VITÓRIA!”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;E mandou que estendessem a faixa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Depois, o santo pastor informou quem seriam os preletores, fatoque fez muitos “glorificarem”. Praticamente toda a igreja ficou entusiasmadacom a nova campanha, principalmente por causa do tema... e também dos quepregariam, todos costumeiramente “usados por Deus grandemente!”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Primeiro dia da famigerada campanha. Faltou lugar pra tantagente. O povo se acotovelava “pra dar uns Glória” e ver o pregador profetizar acada cinco, dez minutos e cantar dois, três hinos. Vez por outra o pregadordizia: “Todas as coisas vos serão acrescentadas! Receba a chave da vitórianesta nooooiteeee!!!” O delírio e a histeria tomava conta dos irmãos, que saíamfelizes do templo... (Infelizmente, não tem espaço pra contar tudo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A cada sexta-feira, uma meia-dúzia de irmãos recebia suabênção. Era carro novo pra cá, porta aberta de emprego pra lá, aumento desalário ali, promessas de cura acolá. Sempre após 20 minutos de petição deofertas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Um pregador, na oitava ou nona sexta-feira, até pregounecessidade de arrependimento, quase se parecendo com a pregação do Senhor JesusCristo, de João Batista, de Pedro e de tantos outros. A única diferença entreele e os demais é que o arrependimento deveria acontecer a fim de os irmãosenfermos serem curados. Fora essa pequena diferença, nada mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Esse recebe-recebe foi assim até o fim da campanha. Semprecom o templo lotado na hora do louvorzão e na hora da Palavra, claro! O pastordaquela igreja concluiu: “Dessa vez eu ganhei o povo!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Aqueles irmãos realmente deram sinais de interesse e nãofaltaram em nenhum dia campanha! A avaliação dos obreiros foi unânime: “Essacampanha é uma bênça! Não tem nada difícil ao Senhor!”&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Terminados os doze dias, na semana seguinte, no domingo naverdade (porque o pastor não tinha podido comparecer na sexta-feirasubsequente, devido às suas bênçãos), ele estranhou um obreirozinho lhe dizerque apenas metade dos irmãos viera. Afinal, ele havia tido a grande ideia dacampanha... Mas ficou sem entender o fenômeno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;De qualquer modo, a frequência semanal continuou (querdizer, voltou) a rarear. Sabe aquele negócio de Pedro, Tiago e João? Então... Apenasaqueles mesmos irmãos que já iam aos cultos da semana antes da campanha estavampresentes dia após dia. Esses mesmos estavam na oração, nos cultos de ensino,nas EBD, no evangelismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;E o restante? O restante estava cuidando das bênçãosrecebidas... Mas não se espante: eles estavam à noite no domingo, ainda quemeia-horamente atrasados...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os tais pediram pro pastor lançar uma outra campanha, essade sete domingos vespertinos, com o tema: “Mas graças a Deus que nos dávitória! (1Co 15.57)...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Artur Freire Ribeiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-7161946213315389747?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/7161946213315389747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=7161946213315389747' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/7161946213315389747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/7161946213315389747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/campanha.html' title='A campanha'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZVJaBGvpOGI/TwjrsVx1y8I/AAAAAAAAAUo/79QGGlGl8Vk/s72-c/Igreja-campanha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-6358445430773505900</id><published>2012-01-06T00:03:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T00:03:09.759-02:00</updated><title type='text'>Apêndice 1 - O Crente e a Confissão Positiva</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;PORTALESCOLA DOMINICAL (www.portalebd.org.br)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;PRIMEIROTRIMESTRE DE 2012&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;TEMA: Averdadeira prosperidade – a vida cristã abundante&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;COMENTARISTADA REVISTA: José Gonçalves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;APÊNDICE1 – O CRENTE E A CONFISSÃO POSITIVA&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NMkzt3iKQYI/TwZVmzDKXYI/AAAAAAAAAUg/AGgJ2n8FTxA/s1600/quanto-custa-a-sua-fe1%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; display: inline !important; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-NMkzt3iKQYI/TwZVmzDKXYI/AAAAAAAAAUg/AGgJ2n8FTxA/s200/quanto-custa-a-sua-fe1%255B1%255D.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Em complemento ao estudo destetrimestre a respeito da prosperidade bíblica, apresentamos um documento doConcílio Geral das Assembleias de Deus dos Estados Unidos da América, datado de1980, em que, de forma muito didática, nossos irmãos norte-americanos abordarama teologia da prosperidade, que, já naquela época, perturbava a saúdeespiritual das Assembleias de Deus, até porque foi nos Estados Unidos que omovimento surgiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;- Este documento é extremamenteimportante e deve ser muito bem lido e apreendido não só por todos os assembleanosbrasileiros, mas por todos os que servem a Deus e que querem estar devidamenteimunizados contra esta praga que grassa em nossos púlpitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O CRENTE E A CONFISSÃO POSITIVA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Esta declaração sobre o crente e aconfissão positiva foi aprovada como uma declaração oficial pelo PresbitérioGeral das Assembleias de Deus [as Assembleias de Deus dos Estados Unidos daAmérica, observação nossa]&amp;nbsp; em 19 de agosto de 1980.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;As Assembleias de Deus desde os seusprimeiros dias têm reconhecido a importância da vida de fé. A ela tem sido dadaênfase proeminente porque as Escrituras dão a ela proeminência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O escritor aos Hebreus aponta quesem fé é impossível agradar a Deus. Por isso, ele descreve a fé como crer emduas coisas: que Deus existe e que é o galardoador daqueles que O buscam(Hb.11:6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Todas as bênçãos que Deus tem para oSeu povo são recebidas por fé. Salvação (At.16:31), batismo com o EspíritoSanto (At.11:15-17), preservação divina (I Pe.1:5), herança de promessas que incluema cura e a provisão de necessidades materiais (Hb.6:12) e a motivação para otestemunho (II Co.4:13), que estão entre as muitas provisões da graça de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Hoje, como em toda geração, éimportante para os crentes estar atentos ao exemplo na Escritura de ser fortena fé (Rm.4:20-24). Eles devem estar de guarda contra qualquer coisa que possaenfraquecer ou destruir a fé. Eles precisam orar para seu acréscimo (Lc.17:5) econstantemente procurar cultivá-la através da leitura da Palavra de Deus(Rm.10:17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O crente e a confissão positiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Ocasionalmente, através da históriada Igreja, as pessoas têm tomado posições extremas a respeito de grandesverdades bíblicas. Algumas vezes, mestres têm defendido estes extremos. Emoutras ocasiões, seguidores de alguns mestres têm ido além dos ensinos comrepercussões desfavoráveis à causa de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Confissão positiva e confissãonegativa &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;sãoexpressões que, nos últimos anos, têm recebido aceitação em uma forma extremaem alguns círculos. Tanto a definição na escrita quanto o modo de uso dãoalguma luz nas implicações destes termos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O fato de que extremos são agoratrazidos ao foco nesta declaração não implica, em absoluto, na rejeição dadoutrina da confissão, que é uma importante verdade bíblica. A Bíblia ensinaque as pessoas devem confessar seus pecados (I Jo.1:9), devem confessar Cristo(Mt.10:32; Rm.10:9,10), como também manter uma boa confissão (Hb.4:14; 10:23,Versão American Standard).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Mas quando as pessoas, paraenfatizar uma doutrina, vão além ou ao contrário do que o ensino dasEscrituras, eles não honram a doutrina. Bem ao contrário, trazem reprovação aela e para a obra do Senhor. Por esta razão, é importante chamar a atenção paraestes excessos e mostrar como eles estão em conflito com a Palavra de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Algumas posições sobre o ensino daconfissão positiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O ensino da confissão positivafia-se em uma definição de um dicionário inglês da palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;confissão&lt;/em&gt;:“reconhecer ou possuir; admitir fé em”. A confissão é também descrita comoafirmar algo em que se crê, testificar para algo conhecido e testemunhar umaverdade que já foi abraçada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Esta visão caminha um passo a mais edivide a confissão em aspectos positivos e negativos. O negativo é admitir opecado, a doença, a pobreza ou outras situações indesejáveis. A confissãopositiva é reconhecer ou possuir situações desejáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Enquanto haja variações deinterpretação e de ênfase a respeito deste ensino, a conclusão parece ser que oindesejável pode ser evitado pela repressão de confissões negativas. Odesejável pode ser desfrutado em se fazendo confissões positivas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;De acordo com esta visão, comoexpresso em várias publicações, o crente que se abstém de admitir o negativo econtinua a afirmar o positivo assegura para si próprio circunstânciasdesejáveis. Ele será capaz de predominar sobre a pobreza, o mal e a doença. Eleserá doente somente se ele confessar que é doente. Alguns fazem uma distinçãoentre admitir os sintomas da enfermidade e a enfermidade mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Esta visão defende que Deus quer queos crentes vistam as melhores roupas, dirijam os melhores carros, e tenham omelhor de tudo. Os crentes não precisam sofrer adversidades financeiras. Tudoque eles precisam é dizer a Satanás para tirar suas mãos do dinheiro deles. Ocrente pode ter tudo aquilo que ele diz que precisa, seja espiritual, físico oufinanceiro. É ensino que a fé obriga a ação de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;De acordo com esta posição, o queuma pessoa diz determina o que ele receberá e o que ele se tornará. Porconseguinte, as pessoas são instruídas a começar confessando mesmo se o queelas querem não pode ter sido realizado. Se uma pessoa quer dinheiro, ele deveconfessar que o tem, ainda que isto não seja verdade. Se uma pessoa quer cura,ele deve confessar ainda que não seja obviamente o caso. É dito para as pessoasque elas podem ter tudo aquilo que elas dizem, e, por esta razão, um grandesignificado é atribuído à palavra dita. É reivindicado que a palavra dita, serepetida suficientemente, resultará eventualmente em fé que consegue a bênçãodesejada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;É compreensível que algumas pessoasqueiram aceitar o ensino da confissão positiva. Ele promete uma vida livre deproblemas e seus defensores parecem fundamentá-la com passagens das Escrituras.Os problemas desenvolvem-se, porém, quando afirmações da Bíblia são isoladas deseu contexto e do que o resto das Escrituras dizem a respeito do assunto. Osextremos geram verdade distorcida e eventualmente ferem os crentes tantoenquanto indivíduos e a causa de Cristo em geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando os crentes estudarem a vidade vitória e de fé que Deus tem para o Seu povo, é importante, como em todadoutrina, buscar pela ênfase balanceada das Escrituras. Isto ajudará a evitaros extremos que, eventualmente, frustrem mais do que ajudem os crentes no seuandar com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem considerar o ensinototal das Escrituras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O apóstolo Paulo deu um importanteprincípio de interpretação das Escrituras que chamou de “comparar as coisasespirituais com as espirituais” (I Co.2:13). O ponto principal deste princípioé considerar que tudo que a Palavra de Deus tem a dizer sobre um dado assuntoao estabelecer uma doutrina. Somente uma doutrina baseada em uma visão globaldas Escrituras se conforma com esta regra bíblica de interpretação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando o ensino da confissãopositiva indica que admitir fraqueza é aceitar a derrota, admitir necessidadefinanceira é aceitar pobreza, e admitir doença é impedir a cura, ele está indoalém e em contrariedade à harmonia das Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Por exemplo, o rei Josafá admitiuque não tinha força alguma contra a aliança inimiga, mas Deus lhe deu umavitória maravilhosa (II Cr.20). Paulo admitiu fraqueza e então declarou quequando ele estava fraco, então era forte porque o poder de Deus é aperfeiçoadona fraqueza (II Co.12:9,10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Foi depois que os discípulosreconheceram que não tinham o suficiente para alimentar as multidões eadmitiram isto que Cristo providenciou maravilhosamente um suprimento mais doque adequado (Lc.9:12,13). Foi depois que os discípulos admitiram que nãohaviam apanhado peixe algum que Jesus os dirigiu para um esforço muito bemsucedido (Jo.21:3-6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Não foi dito a estas pessoas parasubstituir confissões negativas por confissões positivas que eram contráriasaos fatos. Elas declararam condições exatamente como elas eram em vez de fingiralgo mais. Mesmo assim Deus interveio maravilhosamente mesmo tendo eles feito oque alguns chamam de confissões negativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Comparar as Escrituras com asEscrituras deixa claro que expressões verbais positivas nem sempre produzemefeitos felizes, nem que declarações negativas produzem sempre efeitosinfelizes. Ensinar que líderes nos primeiros dias da Igreja como Paulo, Estevãoou Trófimo não viviam em um estado constante de fartura e de saúde porque nãotinham a iluminação deste ensino é ir além e em contrariedade à Palavra de Deus.Uma doutrina somente será investigada e aprovada se ela se desenvolver dentroda estrutura do ensino total das Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A palavra grega traduzida por“confessar” significa “falar a mesma coisa”. Quando as pessoas confessamCristo, isto é dizer a mesma coisa que as Escrituras dizem em relação a Cristo.Quando as pessoas confessam o pecado, isto é dizer o mesmo que as Escriturasdizem a respeito de pecado. E quando as pessoas confessam alguma promessa dasEscrituras, eles devem estar certas que elas estão dizendo a mesma coisa acercadaquela promessa como o ensino total das Escrituras a respeito daquele tema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;As palavras de Agostinho sãoapropriadas a este respeito: “Se você crê naquilo que você gosta do Evangelho erejeita o que você não gosta, não é no Evangelho em que você crê, mas em vocêmesmo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem consideraradequadamente a vontade de Deus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando a doutrina da confissãopositiva indica que uma pessoa pode ter tudo aquilo que ela diz, ela falha emenfatizar adequadamente que a vontade de Deus deve ser levada em conta. Davitinha as melhores intenções quando ele externou seu desejo de construir umtemplo para o Senhor, mas não era a vontade de Deus (I Cor.17:4). Foi permitidoa Davi coletar os materiais, mas coube a Salomão a construção do templo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Paulo orou para que o espinho nacarne fosse removido, mas não era a vontade de Deus. Invés de remover oespinho, o Senhor deu a Paulo graça suficiente (II Co.12:9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A vontade de Deus pode ser conhecidae reivindicada pela fé, mas o desejo do coração não é sempre o critério peloqual a vontade de Deus é determinada. Há vezes em que o agradável e o desejávelpode não ser a vontade de Deus. Tiago faz referência a isto quando escreveu:“Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossasconcupiscências” (Tg.4:3). A palavra traduzida por&amp;nbsp; “concupiscências” [naVersão do Rei Tiago, observação do tradutor] não se refere a um desejo perversomas a prazer ou desfrute, aquilo que o coração deseja. Várias traduções usam apalavra “deleite” em vez de “concupiscência” [como é o caso da Versão AlmeidaRevista e Corrigida, observação do tradutor].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;No Getsêmane, Jesus pediu que sefosse possível o cálice fosse removido. Era o Seu desejo, mas, na Sua oração,Ele reconheceu a vontade de Deus e disse: “Todavia, não se faça a Minhavontade, mas a Tua” (Lc.22:42).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A Bíblia reconhece que há vezes emque um crente não saberá pelo que deverá orar. Ele não saberá qual é a vontadede Deus. Ele pode até ficar perplexo como Paulo algumas vezes ficou (II Co.4:8).Nestas situações, melhor do que simplesmente fazer uma confissão positivabaseada nos desejos do coração, o crente precisa reconhecer que o EspíritoSanto intercede por ele de acordo com a vontade de Deus (Rm.8:26,27).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A vontade de Deus sempre deve terprioridade sobre os planos e os desejos dos crentes. As palavras de Tiago devemser constantemente guardadas à vista: “Em lugar do que devíeis dizer: Se oSenhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo” (Tg.4:15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Obter o que o crente quer não é tãosimples como repetir uma confissão positiva. Coisas agradáveis podem estar forada vontade de Deus e, de modo inverso, coisas desagradáveis podem estar navontade de Deus. É importante para o crente dizer como os amigos de Paulodisseram: “Seja feita a vontade&amp;nbsp; do Senhor” (At.21:14) — mais importantedo que pedir uma vida livre de sofrimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem reconhecer aimportância da oração inoportuna&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando a visão da confissão positivaensina que os crentes devem mais confessar que orar pelas coisas que Deus temprometido, ela não toma conhecimento do ensino da Palavra de Deus a respeito daoração inoportuna. De acordo com alguns que perfilham esta doutrina daconfissão positiva, as promessas de Deus estão na área das bênçãos materiais,físicas e espirituais: os crentes devem reivindicar ou confessar estas bênçãose não orar por elas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A instrução para não orar pelasbênçãos prometidas é contrário ao ensino da Palavra de Deus. O alimento é umadas bênçãos prometidas por Deus, mas Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “Opão nosso de cada dia nós dá hoje” (Mt.6:11). A sabedoria é uma bênçãoprometida por Deus, mas as Escrituras declaram que se qualquer homem “tem faltade sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança emrosto, e ser-lhe-á dada” (Tg.1:5). Jesus chamou o Espírito Santo de a promessado Pai (Lc.24:49), mas também ensinou que Deus daria o Espírito Santo àquelesque Lho pedirem (Lc.11:13).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Enquanto há vezes em que Deus disseao povo para não orar, como no caso de Moisés no Mar Vermelho (Ex.14:15), hámuitas passagens das Escrituras lembrando os crentes&amp;nbsp; a orar, e mais, orarsem cessar (Rm.12:12; Fp.4:6; I Ts.5:17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Jesus enfatizou a importância daimportunação na oração. A ilustração do amigo persistente que veio à meia-noitepedido por pão para apresentar a seus convidados tornou-se a base para adeclaração de Cristo: “Pedi e dar-se-vos-á” (Lc.11:5-10). A parábola da viúva edo juiz iníquo tornou-se a ocasião para Nosso Senhor enfatizar a importunaçãona oração (Lc.18:1-8). Estas pessoas foram elogiadas pela importunação e nãopor uma confissão positiva sem oração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Enquanto os caminhos de Deus estãoacima dos caminhos do homem, e não podemos entender a razão de todo comando nasEscrituras, nós temos de saber que em Sua sabedoria Deus ordenou a oração comoparte do processo incluído no encontro de uma necessidade. Mais do que umaindicação de dúvida, a oração inoportuna pode ser uma indicação de obediência efé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem reconhecer quepodem esperar sofrimento nesta vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O ensino da confissão positivadefende que devemos viver como reis nesta vida. Ela ensina que os crentes devemdominar e não ser dominados pelas circunstâncias. A pobreza e a doença sãocomumente mencionadas entre as circunstâncias sobre as quais os crentes devemter domínio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Se os crentes escolhem os reis destemundo como modelos, é verdade que eles buscarão uma vida livre de problemas(embora até mesmo os reis deste mundo não estejam livres de problemas). Elesestão mais preocupados com prosperidade física e material do que em crescimentoespiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando os crentes escolhem o Rei dosreis como seu modelo, entretanto, seus desejos serão completamente diferentes.Eles serão transformados pelo Seu ensino e exemplo. Eles reconhecerão averdade&amp;nbsp; que está escrita em Rm.8:17&amp;nbsp; a respeito dos coerdeiros deCristo: “se é certo que com Ele padecemos, para que também com Ele sejamosglorificados”. Paulo foi ainda além ao se gloriar em suas enfermidades em lugarde negá-las (II Co.12:5-10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Embora Cristo fosse rico, por amorde nós Se fez pobre (II Co.8:9). Ele podia dizer: “As raposas têm covis, e asaves dos céus têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”(Mt.8:20).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Enquanto Deus em Sua Providênciadotou alguns com a capacidade de acumular riqueza maior que outros, algumacoisa está tragicamente faltando se não há boa vontade para fazer a vontade deDeus e abandonar tudo, se for necessário, inclusive os confortos do ser humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Jesus jamais cessou de ser Deus, eatravés do poder do Espírito Santo fez vários milagres, mas Ele não estavalivre de sofrimentos. Ele sabia que deveria padecer muito dos anciãos(Mt.16:21; 17:21). Ele desejou comer a páscoa com os discípulos antes quesofresse (Lc.22:15). Depois de Sua morte, os discípulos reconheceram que osofrimento de Cristo era cumprimento das profecias (Lc.24:25, 26, 32).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando os crentes percebem quereinar como reis nesta vida é tomar Cristo como modelo de rei, elesreconhecerão que isto pode envolver o sofrimento, que, algumas vezes, é muitomais real ficar com circunstâncias desagradáveis do que tentar fazer todas ascircunstâncias agradáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Foi mostrado a Paulo que ele deveriasofrer (At.9:16). Mais tarde ele se regozijou com seus sofrimentos para oscolossenses. Ele viu que o seu sofrimento como o cumprimento “ na minha carne,do resto das aflições de Cristo, pelo Seu corpo, que é a Igreja” (Cl.1:24).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Deus promete suprir as necessidadesdos crentes e Ele sabe como livrar o devoto da tentação, mas reinar na vidacomo Cristo fez pode também incluir o sofrimento. O crente submisso aceitaráisto.Ele não ficará desiludido se a vida não for uma série contínua deexperiências agradáveis. Ele não se tornará cínico se não tiver todos osdesejos de seu coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Ele reconhecerá que o servo não émaior do que seu senhor. Seguir a Cristo exige negar a nós mesmos (Lc.9:23).Isto inclui negar nossos desejos egoísticos e pode incluir admitir nossosproblemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Problemas nem sempre são indicaçãode falta de fé. Pelo contrário, podem ser um tributo à fé. Esta é a grandeênfase de Hb.11:32-40:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;E que mais direi? Faltar-me-iacontando de Gedeão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e deSamuel e dos profetas: os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça,alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo,escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha seesforçaram, puseram em fugida os exércitos dos estranhos. As mulheres receberampela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seulivramento para alcançarem uma melhor ressurreição; e outros experimentaramescárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados,tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e decabras, desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não digno),errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra. E todosestes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa: provendo Deusalguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossemaperfeiçoados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Defender que todo o sofrimentoresulta de confissões negativas e indica falta de fé contradiz as Escrituras.Alguns heróis da fé sofreram grandemente, alguns até morreram por causa da fé,e foram elogiados por isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem reconhecer asoberania de Deus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A ênfase da confissão positiva temuma tendência para incluir declarações que fazem parecer que o homem é soberanoe Deus, o servo. Declarações são feita a respeito de obrigar Deus a agir, o queimplica dizer que Ele abandonou a Sua soberania, que Ele não está mais naposição de agir de acordo com a Sua sabedoria e propósito. Referências sãofeitas de que a verdadeira prosperidade é a capacidade de usar a capacidade deDeus e o poder de encontrar necessidades independentemente de que sejam taisnecessidades. Isto põe o homem na posição de usar Deus mais do que o homem seentregar a si mesmo para ser usado por Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Nesta visão, é dada muito poucaconsideração à comunhão com Deus para se descobrir a Sua vontade. Há muitopouco apelo a buscar as Escrituras para se ter a estrutura da vontade de Deus.Há pouca ênfase no tipo de discussão que devem seguir os crentes que resulta naconcordância de dois ou três sobre qual seja a vontade de Deus. Em lugar disso,o desejo do coração é visto como uma ordem que vincula a Deus. Ele é visto comoalgo que concede autoridade ao crente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;É verdade que Jesus disse: “E tudoquanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado noFilho” (Jo.14:13). Mas as Escrituras também ensinam que o pedido deve estar deacordo com a vontade de Deus: “E esta é a confiança que temos n’Ele, que, sepedirmos alguma coisa, segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos quenos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que Lhefizemos” (I Jo.5:14,15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;“Aquietai-vos e sabei que Eu souDeus” (Sl.46:10) é ainda uma importante regra hoje. Deus é Deus. Ele nãoentrega Sua glória ou soberania para ninguém. Ninguém pode obrigar Deus a agir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A autoridade do crente existe apenasna vontade de Deus, e é responsabilidade do crente descobrir e se conformar àvontade do Deus soberano mesmos nas coisas que deseja. As palavras de Paulo sãoainda aplicáveis: “Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontadedo Senhor” (Ef.5:17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando os crentes reconhecem asoberania de Deus e de modo apropriado tornam-se preocupados com a vontade deDeus, eles não falarão em termos de obrigar Deus ou usar o poder de Deus. Elesfalarão em se tornar servos obedientes. Eles desejarão se tornar instrumentossubmissos nas mãos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem aplicar o testeprático&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Revendo os esforços daqueles quedefendem este ensino da confissão positiva, fica evidente que o apelo básico épara aqueles que já são cristãos que vivem em uma sociedade farta. Elesencorajam um elitismo espiritual em seus aderentes, dizendo: “Nós cremos nasmesmas coisas que vocês. A diferença é que nós praticamos o que cremos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Um teste prático de uma crença é seela tem uma aplicação universal. O ensino tem significado apenas para quem viveem uma sociedade farta? Ou isto também funciona entre os refugiados do mundo?Que aplicação tem este ensino para os crentes presos por sua fé por governosateístas? Estão aqueles crentes que sofrem martírio ou graves prejuízos físicosnas mãos de ditadores cruéis e implacáveis abaixo do padrão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A verdade da Palavra de Deus temaplicação universal. Ela é tão efetiva nos bairros pobres quanto nos subúrbios.Ela é tão efetiva na selva quanto na cidade. Ela é tão efetiva em uma naçãoestrangeira quanto em nosso próprio país. Ela é tão efetiva tanto em naçõespobres como entre as nações ricas. O teste do fruto é ainda o único caminhopara determinar se um mestre ou um ensino é de Deus ou do homem: “Pelos seusfrutos os conhecereis” (Mt.7:20).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Os crentes devem lidarcuidadosamente com a palavra “Rhema”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Em virtude de haver muito poucoliteratura entre os que expõem o ensino da confissão positiva a respeito dapalavra grega “Rhema”, é necessário considerá-la como usada primariamente emcomunicação oral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Uma distinção é feita geralmentepelos defensores deste ensino entre as palavras “logos” e “rhema”. A primeira —dizem eles — refere-se à “palavra escrita”; a segunda, para o que épresentemente falado pela fé. De acordo com esta doutrina, tudo aquilo que éfalado pela fé se torna inspirado e toma conta do poder criativo de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Há dois grandes problemas nestadistinção. Por primeiro, a distinção não é justificado pelo uso em o NovoTestamento Grego ou na Septuaginta (a versão grega do Antigo Testamento). Aspalavras são usadas como sinônima em ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;No caso da Septuaginta, tanto“rhema” quanto “logos” são usadas para traduzir a única palavra hebraica&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;dabar&lt;/em&gt;,que é usada em vários meios relacionados com a comunicação. Por exemplo, apalavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;dabar&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(traduzida“Palavra de Deus”) é usada tanto em Jr.1:1 quanto em Jr.1:2. Mas, naSeptuaginta, é traduzida “rhema” no versículo 1 e “logos” no versículo 2.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Em o Novo Testamento, as palavras&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;tambémsão usadas uma pela outra. Isto pode ser visto em passagens como I Pe.1:23 e25. No verso 23,&amp;nbsp; é “o&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;deDeus que…permanece para sempre”. No verso 25, “o&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;do Senhor permanece para sempre”.Novamente, em Ef.5:26, os crentes são lavados “com a lavagem da água pelo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;”.Em Jo.15:3, os crentes “são limpos pelo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;As distinções entre&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;nãopodem ser sustentadas pela evidência bíblica. A Palavra de Deus, quer sejareferida como&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;, quer seja referida como&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;,é inspirada, eterna, dinâmica e miraculosa. Se a Palavra foi escrita ou falada,isto não altera seu caráter essencial. “Toda a Escritura divinamente inspiradaé proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir emjustiça; para que todo homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruídopara toda a boa obra” (II Tm.3:16,17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Um segundo problema também existepara aqueles que fazem distinção entre as palavras&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;. Passagens das Escrituras sãoalgumas vezes selecionadas sem atenção ao contexto ou à analogia da fé, queeles reivindicam ser “palavras de fé”. Neste tipo de aplicação do assim chamadoprincípio&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;rhema&lt;/em&gt;, os defensores desta doutrina estãomais preocupados em fazer a Palavra significar o que eles querem que elasignifique do que se tornar no que a Palavra quer que eles se tornem. Em algunsexemplos, torna-se óbvio que eles amam Deus mais pelo que Ele faz e não peloque Ele é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;É importante que os crentes evitemqualquer forma de existencialismo cristão que isola passagens das Escrituras docontexto e faz algumas passagens eternas e outras, contemporâneas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Ao se considerar qualquer doutrina,é sempre necessário perguntar se ele está em harmonia com o ensino total dasEscrituras. Uma doutrina baseada em menos do que uma visão global da verdadebíblica pode apenas trazer dano para a causa de Cristo. Ela pode mesmo ser maisdanosa do que doutrinas que rejeitam as Escrituras totalmente. Algumas pessoasaceitarão mais facilmente algo como verdadeiro se ela está relacionada com aPalavra de Deus, mesmo se o ensino é uma ênfase extrema ou contradiz outrosprincípios das Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;A Palavra de Deus firmemente ensinagrandes verdades como a cura, a provisão das necessidades e a autoridade doscrentes. A Bíblia também ensina que uma mente disciplinada é um importante fatorpara a vida vitoriosa. Mas estas verdades devem ser consideradas na estruturado ensino total das Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quando abusos ocorrem, há, algumasvezes, a tentação para deixar de crer nestas grandes verdades da Palavra deDeus. Em alguns casos, pessoas abandonam Deus totalmente quando descobrem queênfases exageradas nem sempre encontram suas expectativas ou resultam emliberdade de seus problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O fato de que aberraçõesdoutrinárias se desenvolvem, não é razão para rejeitar ou manter silêncio arespeito delas. A existência de diferenças de opinião é, antes de tudo, a maiorrazão pela qual os crentes devem continuar diligentemente a pesquisar asEscrituras. É por isto que os servos de Deus podem fielmente declarar todo oconselho de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Concílio Geral das Assembleias deDeus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;http://ag.org/top/Beliefs/Position_Papers/pp_downloads/pp_4183_confession.pdf&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Acesso em 16 dez. 2011&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;(Tradução de Caramuru Afonso Francisco)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Colaboração para o Portal Escola Dominical – Ev. Prof. Dr.Caramuru AfonsoFrancisco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-6358445430773505900?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/6358445430773505900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=6358445430773505900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/6358445430773505900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/6358445430773505900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/apendice-1-o-crente-e-confissao_06.html' title='Apêndice 1 - O Crente e a Confissão Positiva'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NMkzt3iKQYI/TwZVmzDKXYI/AAAAAAAAAUg/AGgJ2n8FTxA/s72-c/quanto-custa-a-sua-fe1%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-370027527413998803</id><published>2012-01-05T07:33:00.000-02:00</published><updated>2012-01-05T07:35:23.072-02:00</updated><title type='text'>A Trindade no Antigo Testamento</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-khZtpsB3ROM/TwVuuxlg4qI/AAAAAAAAAUI/6CJH3lTaL7I/s1600/trindade_rublev1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-khZtpsB3ROM/TwVuuxlg4qI/AAAAAAAAAUI/6CJH3lTaL7I/s320/trindade_rublev1.jpg" width="253" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Há um grande debatesobre a doutrina da Trindade no Antigo Testamento. Os Pais da Igreja afirmaramcategoricamente que o Deus de Israel é Trino. Desconsideraram assim a revelaçãoprogressiva. Outros teólogos, em contrapartida, defendem que a doutrina daTrindade inexiste no contexto veterotestamentário. Existe também a afirmação deque embora no Antigo Testamento Deus seja Trino, ali a doutrina da Trindade nãoé manifesta de maneira tão clara. Assim, ensinar essa doutrina tendo porfundamento o Antigo Testamento é cristianizar por demais o texto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;É verdade que na antiga aliança nãoexiste uma manifestação clara da Trindade. No entanto, &lt;b&gt;podemos afirmar que a manifestação do Deus de Israel é plural&lt;/b&gt;.Muitos estudiosos até afirmam que essa pluralidade é apresentada porqueoriginalmente o conceito de Deus surgiu num contexto politeísta. O pluralismo arespeito do divino apresenta-nos um resquício da crença politeísta&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;.&amp;nbsp;Mas prefiro acreditar que essa pluralidade está de acordo com a crença cristãna Trindade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Começaremos nossa discussão comDeuteronômio 6.4. O foco inicial é a palavra hebraica&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“um”, “único”. Analisaremos tambémoutros textos, para afirmamos que, &lt;b&gt;apesarde Deus no Antigo Testamento ser Um, ele é plural, o que favorece a doutrinacristã da Trindade nos textos veterotestamentários&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;1. A UNICIDADE DEDEUS – DEUTERONÔMIO 6.4&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Como conciliamos a fé num Deus únicoexpressa no Antigo Testamento com a afirmação de que ele é o Deus Trino? Ora,antes de tudo, deve ser afirmado que &lt;b&gt;acrença cristã na Trindade não é a crença em três deuses, mas a crença em trêspessoas que participam da natureza divina de maneira plena e integral&lt;/b&gt;.Assim, mesmo em Dt 6.4, em que lemos a afirmativa que Deus é único, podemosidentificar o Deus Trino. Vejamos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Shemá Israel YHWH Eloheinu&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;YHWH&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;ehad&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;“Javé nosso Deus Javé Um”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Atentemos-nos para a palavra “um’.Na língua hebraica existem duas palavras que expressam unidade:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;1)&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;“único”,“um”: “enfatiza a unidade, embora reconheça diversidade dentro da unidade&lt;/span&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; line-height: 15pt;"&gt;”2&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;2)&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Yahid&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;: também significa “único”, “um”, mas se refere a umaunidade simples (singular) ou absoluta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A palavra usada em Dt 6.4 é&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ehad&lt;/em&gt;!Sobre isso, Stanley Rosenthal afirma:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A última palavra hebraica da Shema ‘Ouve, Israel, o Senhor,nosso Deus, é único’ (Dt 6.4) é &lt;i&gt;echad&lt;/i&gt;,que, embora traduzido por ‘único’, é um substantivo coletivo, em outraspalavras, um substantivo que, embora, denote unidade, a classifica, pois,representa uma unidade que contém várias unidades. Poderíamos citar um bomnúmero de exemplos. Em Números 13.23 lemos que os espias pararam em Escol onde‘cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas’. A palavra hebraica que aquiaparece como ‘um’, em ‘um cacho’, novamente é echad; porque, como é evidente,esse único cacho de uvas consistia em muitas uvas&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Portanto, a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;seria uma alusão ao Deus único, masque contém em si a diversidade de pessoas&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Vejamos ainda outros usos da palavra&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 17px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Gênesis 2.24:&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Portanto, o homem deixa o seu pai e a sua mãe, e devedecompor-vos a sua mulher: e eles serão&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;uma&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;(e&lt;/span&gt;&lt;u style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;h&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;ad)&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;carne&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;.(grifo do autor)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Êxodo 24.3:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;EMoisés chegou e disse ao povo todas as palavras do SENHOR, e todos os acórdãos:e todo o povo respondeu a&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;uma&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(e&lt;u&gt;h&lt;/u&gt;ad)&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;voz&lt;/em&gt;.(grifo do autor).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Veja que nesses dois textos e&lt;u&gt;h&lt;/u&gt;adé uma unidade na diversidade: uma carne (duas pessoas); uma voz (de muitaspessoas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;A título de exemplo, a palavrahebraica&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;yahid&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;éusada nos seguintes textos:&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Jeremias 6.26:&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Ó filha do meu povo, cinge-te de saco, e revolve-tena cinza; pranteia como por um filho único&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;(yahid), em pranto de grande amargura&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;...(unidade simples).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Amós 8.10: ...,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ecalva sobre toda cabeça; e farei que isso seja como o luto por um filho único(yahid), e seu fim como dia de amarguras...(&lt;/em&gt;unidade simples).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Provérbios 4.3:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Quandoeu era filho aos pés de meu pai, tenro e&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;único&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;(yahid) em estima diante de minha mãe&lt;/em&gt;...(unidadesimples).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Gênesis 22.2:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho, o teu único (yahid) filho Isaque,a quem amas&lt;/em&gt;...(unidade simples).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;É verdade que a palavra&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;também pode referir-se a uma unidadesimples:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 17px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Deuteronômio 17.6: "&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Pela boca de duastestemunhas, ou três testemunhas, aquele que merece a morte deve ser posto àmorte; mas pela boca de uma (ehad) testemunha, ele não deve ser posto à morte&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Eclesiastes 4.8: "&lt;em&gt;Há apenas um&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(e&lt;u&gt;h&lt;/u&gt;ad),&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;semuma companhia; sim, ele nem tem filho&lt;/em&gt;...".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Vê-se, então, que a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;pode sereferir a uma unidade coletiva e a uma unidade singular.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas e quanto a Dt 6.4? A palavra &lt;i&gt;e&lt;u&gt;h&lt;/u&gt;ad&lt;/i&gt; significa unidade coletivaou unidade singular? É verdade que o versículo enfatiza o fato de que há um sóDeus, e “Israel deve a ele sua exclusiva lealdade (Dt 5;9; 6.5&lt;sup&gt;)”5.&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;.No entanto, outros pontos precisam ser considerados, para a afirmativa de que apalavra &lt;i&gt;e&lt;u&gt;h&lt;/u&gt;ad&lt;/i&gt; alude a umaunidade na diversidade. Comecemos com uma explicação do nome&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;i&gt;2. O NOME ELOHIM&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Elohim&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; é a palavra hebraica quenormalmente é traduzida em nossas Bíblias como “Deus”, e em alguns casos como“deuses”. Em Gn 1.1,26 a palavra hebraica está no plural, bem como os pronomesque a acompanham. Isso leva a teologia cristã a afirmar que o texto fazreferência à Trindade (veja também Is 6.8a).&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Muitos especialistas, no entanto,pensam que o nome&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;éum plural majestático, pelo qual se quer enfatizar a grandeza do Deus deIsrael. O “plural sem dúvida é um aumentativo de exaltação, frisando amajestade de Deus, e não a ideia de pluralidade de pessoas&lt;sup&gt;”6&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Entretanto, pode-se averiguar que &lt;b&gt;uma plenitude plural é encontrada no AntigoTestamento com referência a Deus, o que indica a doutrina da Trindade&lt;/b&gt;.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Antonio Neves Mesquita afirma quenão havia o uso do plural majestático na antiguidade&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;.&amp;nbsp; “Assim,se Moisés dizia,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;desçamos, vejamos, façamos&lt;/em&gt;, e outras, eraporque mais de uma pessoa estava sendo envolvida no ato. Não havia, podemosdizer, tal uso na antiguidade; tudo que se diz, nesse sentido, é pura invençãomoderna&lt;sup&gt;”8.&lt;/sup&gt;&amp;nbsp; Esse mesmo estudioso diz que o pronome e o verbo noplural em Gn 1.27 indicam as três Pessoas da Trindade, pois está “de acordo como teor geral da Bíblia de que as três pessoas da Santíssima Trindade tomaramparte na criação (Gn 1.2; João 1.1-5 e ref.)&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;.&amp;nbsp; Assim, “é maisprovável que o significado seja de uma pluralidade de personalidade, visto queDeus e o Espírito de Deus aparecem em Gênesis 1”&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Outros pensam que o termo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;é um superlativo. Sobre isso, afirmaBotterweck: “Provavelmente o plural não significasse originalmente umapluralidade, mas uma intensificação. Neste caso, ‘&lt;em&gt;elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;poderiasignificar ‘grande’, ‘o mais alto’, e finalmente, ‘apenas’ Deus, isto é, Deus,em geral”&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Além disso, outros estudiosos têmafirmado que uma das formas de se expressar o superlativo na língua hebraica éo uso do plural. Assim, para se dizer que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;El&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;éfortíssimo (El significa ‘forte’) usar-se-ia o plural &lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(‘fortes’).Essa seria a razão de o verbo estar no singular (“e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;disse&lt;/em&gt;”)e o sujeito no plural em Gn 1.26.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas cabe afirmar que a teologiacristã tem interpretado o plural em Gn 1.26 como uma referência à Trindade.Agostinho assim procedeu.&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;&amp;nbsp; Mas, muito antes de Agostinho, &lt;b&gt;o apóstolo João já havia afirmado que o&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;estavacom Deus antes da criação, e que por Ele foram criadas todas as coisas (Jo1.1-3)!&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Portanto, &lt;b&gt;a Trindade é manifesta no Antigo Testamento pelo nome&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;.Nas palavras de Walter A. Elwell, o “plural do nome de Deus (&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;), bem como o uso dos pronomes (Gn1.26; 11.7), e dos verbos (Gn 11.7; 35.7) no plural assim indicam.&lt;sup&gt;”13&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Há, ainda, outras razões parapensarmos que o nome&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;aludea uma manifestação plural de Deus no antigo Israel: a manifestação ‘o Anjo’, da‘palavra’, e do ‘Espírito’. Esses três são identificados com o próprio Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;3. O ANJO DOSENHOR&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;No Antigo Testamento, o Anjo do Senhor é distinto de Deus, mas também éidentificado com o próprio Deus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. Ele aparece em Gn 16.7-13. As promessas feitas (v.10)claramente demonstram que o Anjo do Senhor não era um anjo qualquer. Em Gn32.22-32 ‘o Anjo’ aparece para Jacó, e assim se identifica: “Eu sou o Deus deBetel” (v.13). Assim, ele se identifica com o Deus que se manifestou em Betel(Gn 28.18-22). Em Gn 48.15-16 essa idenficação é objetiva:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;"O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão eIsaque,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;o Deus que me sustentou durante a minha vida até estedia, o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neleschamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidãono meio da terra.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Outros textos poderiam ser citados,como Êx 3.2, mas esses bastam para a afirmação de que o “Anjo do Senhor” noAntigo Testamento é Deus. É uma pessoa distinta na divindade.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Muitos estudiosos afirmam que essaidentificação do Anjo do Senhor com o próprio Senhor é uma interpolação tardiano texto bíblico, feita para evitar uma descrição do Deus de Israelexcessivamente antropomórfica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A meu ver, no entanto, o Anjo doSenhor é mais uma evidência de que a manifestação divina é plural. “Isso apontapara distinções pessoais dentro da Deidade.”&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;É curioso que as aparições do ‘Anjo do Senhor’ terminaram após aencarnação de Cristo. Muita coincidência, não!? No Antigo Testamento, o Anjo doSenhor acompanhou Israel na caminhada pelo deserto (Êx 14.19; cf.23.20). O NovoTestamento diz que a Pedra que seguia Israel era Cristo (1Co 10.4)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;4. A PALAVRA&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Além do Anjo do Senhor, que no AntigoTestamento se apresenta como Deus, há outro elemento que contribui parapluralidade da manifestação do divino: a Palavra, participante da criação (Sl33.6; 107.20).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;No Sl 33.6 lemos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 17px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;Os céus por&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;sua palavra&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;se fizeram&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;e, pelo&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;sopro&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style="font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;(ruah) de sua boca, o exército deles.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em style="font-family: Arial; font-size: 13pt; line-height: 15pt;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;H. J. Kraus diz que a palavracriativa do Senhor traz à existência os céus e a terra. “Há uma correspondênciaintrínseca entre o Espírito de Deus e o fôlego da vida procedente da boca deDeus, e a palavra de Deus com o sopro de sua boca (Is 11.4)”.&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas a teologia cristã afirma que hámuito mais do que uma correspondência entre Deus, o Espírito e a palavra. “&lt;b&gt;A palavra não é simplesmente umacomunicação a respeito de Deus, nem o Espírito é um mero poder divino. São,pelo contrário, o próprio Deus em ação&lt;/b&gt;”.&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mesquita afirma que os antigosrabinos acreditavam na divindade do Messias.&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt;&amp;nbsp; Essa afirmaçãoé feita a partir de uma interpretação do Sl 2.7 enquanto uma alusão ao MessiasFilho de Deus, bem como a partir da identificação do Anjo do Senhor como sendoo próprio Senhor. Além disso, o fato de o Novo Testamento ser “escrito porjudeus, é uma prova que eles acreditavam no Messias divino”, diz Mesquita.&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;Oskar Skarsaune demonstrou veementemente que a cristologia do&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Logos&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Encarnado, encontrada em Jo 1.14, éoriundo não do mundo helênico, mas do mundo judaico.&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt;&amp;nbsp; Issosignifica afirmar que o judaísmo antigo interpretava a Palavra como mediadorada criação. Além disso, a crença judaica na Sabedoria como mediadora da criaçãonos textos apócrifos judaicos é tão parecida com a Trindade cristã, que quandoos estudiosos procuraram um termo que explicasse seu papel — na relação comDeus único, e ao mesmo tempo externo a ele — “viram-se obrigados a recorrer àterminologia trinitária”.&lt;sup&gt;20&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;5. O ESPÍRITOSANTO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;No Antigo Testamento lemos que oEspírito é Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Vejamos Gn 1.2: “o Espírito pairavasobre a face as águas”. A palavra hebraica Espírito é&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ruah&lt;/em&gt;,que significa ‘vento’, espírito, ‘Espírito’. Alguns comentaristas pensam que Gn1.2 deveria ser traduzido como “e um vento de Deus pairava...”.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas outros textos bíblicosdemonstram a participação do Espírito na criação (Is 63.10; Sl 33.6; Sl104.30). Wilf Hildebrandt afirma que o “Salmo 33.6 é uma reflexão de Gn 1 eassevera que o evento da criação foi resultado da palavra falada de Deustrazida à realidade pelo seu&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ruah&lt;/em&gt;”.&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;&amp;nbsp; Hildebrandtmostra que a frase &lt;em&gt;ruah ’elohim&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(Espírito de Deus) “ocorre quinzevezes em hebraico e cinco vezes em aramaico. Ela nunca é traduzida como ‘umvento poderoso’ ou ‘um vento de Deus nestas ocorrências”.&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;Conclui-se assim que em Gn 1.2 o&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ruah&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;éo Espírito de Deus, que também é agente na criação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-style: italic; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Pudemos averiguar que a manifestaçãode Deus no Antigo Testamento é plural. Assim, sou levado a concluir que &lt;b&gt;a palavra&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ehad&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;usadaem Dt 6.4 alude a uma unidade na diversidade. Isso é evidenciado pelasseguintes ideias: o uso plural do nome de Deus; a associação do Anjo do Senhore da Palavra Criadora com o próprio Deus; e o Espírito Criador&lt;/b&gt;. Mesmo que apalavra “Trindade” não apareça na Bíblia, o Deus do Antigo Testamento é Trino.A Trindade, portanto, é apresentada no Antigo Testamento, ainda que de formaincompleta.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Termino com as palavras de JohnTheodore Murller:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Não afirmamos que hajano Antigo Testamento a mesma clareza e evidência de testemunhos referentes àTrindade que há em o Novo Testamento; todavia asseveramos que tanto se podemcomo se devem citar do Antigo Testamento alguns testemunhos para exposição dadoutrina da Trindade, visto que assim sempre se revelou desde o começo, a fimde que a Igreja de todos os tempos o pudesse conhecer, adorar e bendizer (...)como as três pessoas distintas numa só essência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;.&lt;sup&gt;23&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;____________________________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;1&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;H. H. Rowley. A fé em Israel – Aspectosdo pensamento do Antigo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003, p. 73.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Herbert Wolff, emLAIRD, Harris, (editor), Dicionário internacional de teologia do AntigoTestamento. São Paulo: Vida Nova, 1998, p. 47.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Stanley Rosenthal. ATri-unidade de Deus no Velho Testamento. Editora Fiel. O autor translitera apalavra hebraica como echad, que eu translitero por ehad.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Para uma discussãopormenorizada da ehad, veja&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://apologiajudaica.blogspot.com/2008/03/palavra-echad-dentro-do-contexto-no.html" style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;http://apologiajudaica.blogspot.com/2008/03/palavra-echad-dentro-do-contexto-no.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;.Acessado em 29.09.08.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Herbert Wolff, emLAIRD, Harris, (editor), Dicionário internacional de teologia do AntigoTestamento, p. 48.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;R. N. Champlim. O AntigoTestamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Candeia, 2000, p.9.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;7&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Antonio NevesMesquita. A doutrina da Trindade no Velho Testamento. Rio de Janeiro: DoisIrmãos, 1956, p. 17.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;8&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Antonio NevesMesquita. A doutrina da Trindade no Velho Testamento, p. 18.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;9&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Antonio Neves deMesquita. Estudos no livro de Gênesis, Rio de Janeiro: Juerp, 1979, p. 88.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;10&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Paul R. House.Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida, 2005, p. 76-77.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;11&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Botterweck, citadopor Isaltino Gomes Coelho Filho. O Pentateuco e sua contemporaneidade. Rio deJaneiro: Juerp, 2000, p. 30-31.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;12&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Agostinho. Cidadede Deus, VVI, VI.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;13&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Walter A. Elwell.Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Vol. 1. São Paulo: VidaNova, 1988, p. 442-443.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;14&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;Charles C. Ryrie. Teologia Básica ao alcance de todos. SãoPaulo: Mundo Cristão, 2004, p.60.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;15&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Wilf Hildebrandt.Teologia do Espírito de Deus no Antigo Testamento, p. 59.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;16&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Walter A. Elwell. Enciclopédia Histórico-Teológica daIgreja Cristã. Vol. 1, p. 443.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;17&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Antonio Neves Mesquita. A doutrina da Trindade no VelhoTestamento, p. 48.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Antonio Neves Mesquita. A doutrina da Trindade no VelhoTestamento, p. 48.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;19&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Oskar Skarsaune. À sombra do Templo – As influências dojudaísmo no cristianismo primitivo. São Paulo: Vida Nova, 2004, p. 331-351.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Oskar Skarsaune. Àsombra do Templo – As influências do judaísmo no cristianismo primitivo, p.339, em nota de rodapé.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;21&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Wilf Hildebrandt. Teologia do Espírito de Deus no AntigoTestamento. São Paulo: Academia Cristã, 2004, p. 35.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;22&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; Wilf Hildebrandt. Teologia do Espírito de Deus no AntigoTestamento, p.51.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup style="font-size: 11pt;"&gt;23&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; John Theodore Murller. Dogmática Cristã – Um manualsistemático dos ensinos bíblicos. Porto Alegre: Concórdia, 2004, p. 166.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://www.vidanova.com.br/teologiadet.asp?codigo=140"&gt;Luciano R. Peterlevitz&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento naFaculdade Teológica Batista de Campinas. Mestre em Ciências da Religião, naárea de Literatura e Mundo Bíblico, pela Universidade Metodista de São Paulo. Éeditor da Revista Theos - Revista de Reflexão Teológica da Faculdade TeológicaBatista de Campinas -&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;www.revistatheos.com.br).É pastor da Missão Batista Vida Nova, em Nova Odessa, desde 2005.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-370027527413998803?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/370027527413998803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=370027527413998803' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/370027527413998803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/370027527413998803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/trindade-no-antigo-testamento.html' title='A Trindade no Antigo Testamento'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-khZtpsB3ROM/TwVuuxlg4qI/AAAAAAAAAUI/6CJH3lTaL7I/s72-c/trindade_rublev1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-4938671781404575589</id><published>2012-01-04T07:47:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T08:13:58.485-02:00</updated><title type='text'>Davi dançou, eu também quero dançar!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EL4TP3LsmwM/TwQiXtE0w4I/AAAAAAAAAT8/mj4TiItqE1g/s1600/Dan%25C3%25A7a_no_culto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-EL4TP3LsmwM/TwQiXtE0w4I/AAAAAAAAAT8/mj4TiItqE1g/s320/Dan%25C3%25A7a_no_culto.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #003366; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=53970421528384878" name="2040086912984421213"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Este é um dosargumentos que mais escuto da parte daqueles que defendem a "dançalitúrgica" durante os cultos públicos nas igrejas evangélicas. &lt;b&gt;Se o reiDavi dançou diante da arca de Deus, quando a mesma estava sendo trazida devolta para Jerusalém, por que nós não podemos, da mesma forma, expressar nossaalegria diante de Deus em nossos cultos, com danças de caráter religioso?&lt;/b&gt;Afinal, a Bíblia menciona não só Davi, mas Miriã e outras pessoas que dançaramde alegria na presença do Senhor (a imagem acima de Davi dançando é do famosopintor francês James Tissot).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Não consigo meconvencer com esse argumento. Eu sei que existem outros, mas esse, emparticular, não me convence. Não é que eu seja contra a dança em si.Sinceramente, &lt;b&gt;não vejo como considerar a dança como um ato pecaminoso&lt;/b&gt;, comoparece que alguns segmentos evangélicos fazem. Se Davi dançou, e como ele outrospersonagens da Bíblia, isso pode não provar que devemos dançar em nossoscultos, mas no mínimo é uma evidência de que a dança em si não é pecaminosa,errada ou imprópria para o cristão. A não ser, é claro, aquelas dançassensuais, provocativas, eróticas ou, no mínimo, sugestivas, que despertempaixões e a lascívia. Nesse caso, me junto aos Pais da Igreja, como Basílio,João Crisóstomo, Agostinho, Tertuliano, entre outros, que condenaramveementemente este tipo de dança por parte parte dos cristãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Mas, nem toda dança ésensual. Quando eu estava estudando para meu doutorado nos Estados Unidosfrequentava com minha família uma igreja presbiteriana muito firmebiblicamente. Uma vez por mês os casais da igreja se encontravam no salãosocial num sábado à noite onde, liderados pelo pastor e sua esposa, ouviammúsica country, jazz, clássica, e eventualmente dançavam (cada um com seucônjuge, veja bem!). Minha esposa Minka e eu estivemos lá umas poucas vezes.Nós mesmos não chegamos a dançar, sou meio duro nas articulações e daria umespetáculo horroroso, matando a Minka de vergonha... hehehehe. Mas foi umaexperiência muito interessante, que me marcou pela alegria, naturalidade epureza do evento. E serviu para demonstrar o que eu já pensava, que dançar emsi não é pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Voltemos a Davi. Porque então não consigo aceitar que o exemplo dele é definitivo como base para asdanças litúrgicas, ministérios de coreografia, dança profética e grupos dedanças durante os cultos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Bem, &lt;b&gt;primeiro porquenão acredito que devamos fazer normas ou estabelecer princípios gerais para avida da igreja simplesmente a partir de atos, ações, eventos, incidentesenvolvendo os heróis da Bíblia&lt;/b&gt;. Nem tudo o que aconteceu na vida deles podevirar paradigma para os cristãos. A não ser aquelas coisas que a própria Bíbliadetermina. Jesus, por exemplo, recomendou que imitássemos Davi em sua atitudepara com a lei cerimonial (Mt 12.3). Davi é citado como homem segundo ocoração de Deus (AT13.22), que serviu a Deus em sua própria geração (At13.36), no que deveria ser imitado. Sua fé o coloca na galeria dos heróis da féem Hebreus (11.32) e serve de exemplo para nós. Ainda poderíamos mencionar seuarrependimento e contrição após ter pecado contra Deus (Salmos 32 e 51). Taiscoisas são norma e regra geral para todos os cristãos. Isso não significa,todavia, que cada atitude de Davi sirva de modelo para nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;b&gt;Uma segundadificuldade que tenho é com esse tipo de interpretação, muito popular hojeentre os evangélicos, que simplesmente transpõe para nossos dias os eventoshistóricos narrados na Bíblia, sem levar em consideração o contexto cultural,histórico, teológico e literário dos mesmos, e os usa como base para construirritos, práticas e regras a serem seguidos nas igrejas cristãs&lt;/b&gt;. Moisés bateu coma vara na rocha - lá vem a reencenação do episódio nas igrejas como símbolo davitória. Ouvi falar que a derrubada da muralha de Jericó foi recentementereencenada numa igreja (usando uma muralha de isopor e gelo seco) como basepara se clamar a vitória para o ano de 2009. E por aí vai. A lista é enorme. Nocaso de Davi, &lt;b&gt;não poderíamos esquecer que na cultura do Antigo Oriente asdanças eram usadas como manifestação popular pelas vitórias militares obtidas,e eram geralmente lideradas pelas mulheres&lt;/b&gt;. Foi o caso com a dança de Miriã (Ex15.20), a filha de Jefté (Jz 11.34), as mulheres de Judá (1Sm 18.6) e aprópria dança de Davi (2Sm 6.20). Ao que parece, o povo saía em passeatadançando em roda (sobre dança de roda, veja Juízes 21.21 e 23). Até onde sei,no Brasil não se costuma celebrar as vitórias com danças de roda. As danças têmoutra conotação e servem a outros propósitos, nem sempre moralmente neutros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Tudo bem, vá lá. Vamossupor, por um momento, que a dança de Davi sirva de base para nós, cristãos. Oque o evento lúdico do rei de Israel poderia nos autorizar? &lt;b&gt;Com certeza, nãoautoriza que dancemos nos cultos públicos de nossas igrejas, pois a dança deDavi foi numa passeata religiosa, nas ruas de Jerusalém, algo espontâneo e domomento. Ele não marcou um culto no templo de Jerusalém, que era o localdeterminado por Deus para os cultos a Ele, onde foi dançar de alegria perante oSenhor&lt;/b&gt;. Até onde eu sei, nos cultos determinados por Deus no Antigo Testamentonão havia dança alguma. Deus não determinou a dança como elemento de culto, nãohá qualquer registro de que as mesmas fizessem parte do culto que lhe eraoferecido no templo. E acho que os apóstolos e primeiros cristãos entenderamdessa forma, pois &lt;b&gt;não há danças nos cultos do Novo Testamento&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Se formos usar oexemplo de Davi como base, chegaremos à conclusão de que a dança dele também nãoautoriza a criação de grupos de dança litúrgica nas igrejas, que se apresentamregularmente nos cultos. Não justifica nem a criação dos ministérios de dança ea descoberta do dom espiritual da dança litúrgica e profética. A dança de Davifoi um evento isolado e individual. Não foi feita por um grupo que treinava eensaiava para se apresentar regularmente nos cultos do templo. Aliás, &lt;b&gt;nãoencontro no Antigo Testamento qualquer indicação de que havia em Jerusalém umgrupo de levitas que se dedicavam ao ministério da dança litúrgica e que seapresentavam regularmente durante os cultos no templo de Deus&lt;/b&gt;. E deve ser porisso que &lt;b&gt;também não encontramos estes grupos no Novo Testamento&lt;/b&gt;. Acho que o reide Israel cairia de costas se ele visse tudo o que se inventou hoje no culto aDeus com base naquele dia em que ele saltou de alegria diante da arca doSenhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Por último, acho queesse tipo de argumento, "Davi dançou, eu também quero dançar", deixade lado alguns princípios importantes sobre o culto que devemos prestar a Deus.&lt;b&gt;Primeiro, que embora toda nossa vida seja um culto a Deus (veja 1Co 10.31),Ele mesmo determinou que seu povo se reunisse regularmente para cultuá-lo,cantar louvores a seu Nome, buscá-lo publicamente em oração e ouvir Sua Palavra&lt;/b&gt;.Uma coisa não exclui a outra, mas não devem ser confundidas. Nem tudo que cabena minha vida diária como culto a Deus caberia no culto público e solene. Porexemplo, posso plantar bananeira para a glória de Deus, mas não vejo comojustificar isso no culto público regular das igrejas. Cabia perfeitamente aDavi dançar de alegria naquele dia, na procissão de vitória, nas ruas deJerusalém. Todavia, não o vemos fazendo isso no templo de Jerusalém, durante oscultos estabelecidos por Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Segundo, &lt;b&gt;não podemosinventar maneiras de cultuar a Deus além daquelas que Ele nos revelou em SuaPalavra&lt;/b&gt;. Os elementos que compõem o culto a Deus, até onde eu entendo a Bíblia,são a oração, o cantar louvores, a ação de graças, a leitura e pregação daPalavra, as contribuições voluntárias de seu povo, o batismo e a Ceia (quandohouver). É claro que a Bíblia não estabelece ritmos musicais, não nos dáorações fixas e nem mesmo uma ordem litúrgica a ser seguida. Mas, ela nos dá osprincípios e os elementos do culto que Deus aceita. A questão, portanto, não ése Davi e outros heróis da fé dançaram, mas sim se as danças litúrgicas fazemparte daquele culto que Deus determinou em Sua Palavra. E mesmo que eu nãotenha nada contra o dançar em si, não vejo como as danças possam serenquadradas como elementos de culto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Enfim. Ao ler ahistória da dança de Davi o que aprendo é o amor que ele tinha ao Senhor, e aalegria que o dominava pelas coisas de Deus. Aprendo que devo amar ao Senhor eme alegrar com as coisas dele à semelhança de Davi. Todavia, não creio que amaneira com que Davi expressou tais sentimentos seja elemento de culto para oscristãos. O texto está muito longe de requerer isso. (...) O culto público a Deus, quer nos templos, quer em qualqueroutro lugar, é regido pela regra: "só devemos adorar publicamente a Deuscom aqueles elementos de culto que encontramos na Bíblia".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;Termino lembrando queneste post estou interessado apenas no uso do episódio da dança de Davi comobase para as danças litúrgicas. Há vários outros argumentos usados paradefender essa prática, cada vez mais comuns nas igrejas evangélicas (como porexemplo o Salmo 150), que não receberam atenção aqui, mas que podem ser alvo deuma futura postagem sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #003366;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #003366; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2009/07/davi-dancou-eu-tambem-quero-dancar.html"&gt;Augustus NicodemusLopes&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;(&lt;span style="background-color: white; color: #003366; font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Paraibano, casado com Minka,pai de Hendrika, Samuel, David e Anna. Pastor presbiteriano (IPB), mestre edoutor em Interpretação Bíblica (África do Sul, Estados Unidos e Holanda),professor de exegese, Bíblia, pregação expositiva no Centro Presbiteriano dePós Graduação Andrew Jumper, da IPB, autor de vários livros.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;*Texto do artigo adaptado&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-4938671781404575589?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/4938671781404575589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=4938671781404575589' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4938671781404575589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4938671781404575589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/davi-dancou-eu-tambem-quero-dancar.html' title='Davi dançou, eu também quero dançar!'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-EL4TP3LsmwM/TwQiXtE0w4I/AAAAAAAAAT8/mj4TiItqE1g/s72-c/Dan%25C3%25A7a_no_culto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-5587827793594814639</id><published>2012-01-03T12:37:00.003-02:00</published><updated>2012-01-04T07:35:05.172-02:00</updated><title type='text'>O culto como ele é</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-s92TmJH7EQU/TwMTWLcT7UI/AAAAAAAAATw/-_87k7kSoIU/s1600/Igreja+rica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://3.bp.blogspot.com/-s92TmJH7EQU/TwMTWLcT7UI/AAAAAAAAATw/-_87k7kSoIU/s400/Igreja+rica.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Era uma vez, em certa igreja evangélica, os membros fizeramo primeiro culto do ano. Providencialmente, aquele culto aconteceu no domingo ecomeçava às 18h30. Estava quase cheia a igreja, mesmo somente com seus membros,e mesmo que alguns poucos estivessem viajando. Dessa forma, sob a direçãodaquele “que pastor abençoado!”, o culto foi iniciado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Alguns irmãos (uns gatos pingados, como se diz. Ou, no evangeliquês: Pedro, Tiago e João...) chegaram ainda no período destinadoà oração (de meia hora), mas &lt;u&gt;todos &lt;/u&gt;“foram buscar a sua bênção”. Esse negócio deoração é questão de somenos para essa igreja. Pra que orar? O que importava eraque todos ali iriam “louvar”. Terminado esse período inicial, um evidente menoscabo, começou a parte dos louvores. Harpas em punho. Ops! Quer dizer, empunho daqueles que haviam levado uma... o que, diga-se de passagem, era coisa poucomais que meia-dúzia. Afinal, pra que harpa se existe data-show?! Mas tudo bem,o que importava era que todos ali iriam louvar, não é verdade? Ninguém podeesquecer que se trata de uma "geração de adoradores"... ai, ai&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Balbuciados dois, três hinos da harpa cristã... Desculpe,CANtados dois, três hinos, era a hora dos grupos. As irmãs casadas “louvaram” comseu hino da vitória; até porque atualmente tudo é hino de vitória. O povo gostadisso, vive disso e só quer isso. Depois foi a vez dos adolescentes &lt;i&gt;seapresentarem&lt;/i&gt;. Preciso explicar? Para finalizar essa etapa litúrgica, a chamadamocidade também entoou sua música, até que bíblica e com boa melodia, apenas umpouco longa demais, mas tudo bem...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Até parecia que o desfecho iria sair tudo ok,pois ainda faltava uma hora e vinte para o término do culto. Um período dessesde Palavra está em extinção nas igrejas. Era quase inacreditável!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Para aplacar essa expectativa, o pastorzão resolveu daroportunidade para os irmãos contarem as bênçãos recebidas no ano findo. Apesarde não ser a denominação do irmão do “conta a bênção!”, foi A Hora e a Vez deAlgumas Matracas falarem (Desculpe, hein, Rosa!). Entre aquele que agradece pelo carro recebido e aquela queagradece “porque Deus tirou da frente minha inimiga que me atrapalhava noserviço”, o tempo ia passando, leve, serelepe... E nada de exposição daPalavra. Afinal, pra que Palavra se “é tudo crente”?! E mais: pra que Palavrase o povo dali tinha ido pra “louvar”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Oito horas da noite, oito e quinze, oito evinte. Oito e meia, oito e quarenta e dois... parece que algum santo murmurou“E a mensagem, pastô?!?”. A murmuração foi suficiente para o dirigente ouvir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Para quem pensou que o pastor fosse dar aquela velhadesculpa esfarrapada de que Deus fala em uma hora, em meia hora e em quinzeminutos, apesar de não ser o ideal ter apenas dez minutos de exposição bíblica,já seria um grande lenitivo àquela altura do campeona, hãããã... do culto...Mas... Quem assim pensou enganou-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Então, logo após o testemunho que transcorria tersido finalizado, o “homem de Deus” retrucou: “Irmãos, qué sabê se vai têmensage? Qué mensage melhó qui essa dos irmão contando as bênça?”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;E o povo todo ficou contente com as cantorias e ostestemunhos, com exceção de alguns raríssimos murmuradores. Afinal, pra quemais do que “louvor e bênção”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #993366; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;E praticamente todos esses foram felizes paraquase &lt;i&gt;sempre&lt;/i&gt;*... É que esse grupo dito cujo não contava com o Arrebatamento daIgreja, visto que o desconhecia. Mesmo que soubesse dele, não estava oesperando...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;*Moisés fala de 70 anos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nota: essa história é entre aspasficcional. Qualquer coincidência com algo que você esteja vendo por aí é, comose lê, coincidência mesmo; ou coisa da sua cabeça... Por isso, vá procurar oque fazer!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Artur Ribeiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-5587827793594814639?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/5587827793594814639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=5587827793594814639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/5587827793594814639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/5587827793594814639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/o-culto-como-ele-e.html' title='O culto como ele é'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-s92TmJH7EQU/TwMTWLcT7UI/AAAAAAAAATw/-_87k7kSoIU/s72-c/Igreja+rica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-8862387750826603122</id><published>2012-01-02T13:24:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T07:25:28.770-02:00</updated><title type='text'>Portal Escola Dominical</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://1.bp.blogspot.com/--DBD8GBJVF8/TwHLX3fbQtI/AAAAAAAAATY/1rK9h6DVvmY/s400/Logo+Portal+EBD.jpg" width="400" /&gt;&lt;a href="http://www.portalebd.org.br/"&gt;http://www.portalebd.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Está no ar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;, em pleno funcionamento desde o 2.ºtrimestre de 2011, &lt;b&gt;o &lt;a href="http://www.portalebd.org.br/"&gt;Portal Escola Dominical&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Idealizado pelo estimado irmão &lt;a href="http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2010/10/sergio-paulo-gomes-de-abreu-fundador-e.html"&gt;Sérgio Paulo&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;in memoriam&lt;/i&gt;), o &lt;b&gt;Portal EBD&lt;/b&gt;, como também é conhecido, na verdade, está de volta aoar, visto que ficou temporariamente fora. Aprouve, porém, a Deus que o site dedicado&amp;nbsp;exclusivamente&amp;nbsp;à&amp;nbsp;difusão&amp;nbsp;do&amp;nbsp;ensino&amp;nbsp;da&amp;nbsp;Palavra&amp;nbsp;deDeus retornasse à total atividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;*Seções*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O site está organizado em várias seções, de modo a facilitara navegação. Algumas delas são:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Sala dos professores&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;: trata-se de um espaço em que osprofessores de EBD podem tirar dúvidas quanto ao tema de cada trimestre, cujocurrículo é o da CPAD. Na sala, também é possível fazer comentários, daropiniões e sugestões e ações afins.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Estudos Bíblicos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;: espaço com artigos diversos deautores vários. Os artigos publicados nesta parte do Portal&amp;nbsp; versam sobre distintos assuntos, tais como:doutrinas bíblicas (Cristologia, Bibliologia, Escatologia etc), família,apologética, hinologia cristã, temas bíblicos, personagens bíblicos, ética,hermenêutica e quejandos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Revista “Aconteceu noMundo”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;: nestaextensão do site, há textos sobre fatos contemporâneos à época da publicação,os quais circularam pela Internet e que são de extrema relevância para os usuários,sobretudo para os professores de EBD.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Além das seções destacadas, há outras mais que podem serexploradas por todos que se interessam pela Bíblia Sagrada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;*Colaboradores*&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O Portal EBD conta com uma coesa equipe de colaboradores:irmã Jaciara da Silva (CoordenaçãoGeral e comentarista dos esboços para várias faixas etárias), Humberto Bezerra (CoordenaçãoTécnica e presidente da APEB (&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #414141; font-family: Arial; font-size: 17px; line-height: 23px;"&gt;Associação para a Promoção do Ensino Bíblico&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;)), a equipede Apoio Técnico e a equipe de Comentaristas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Estes últimos são os professoresCaramuru Afonso Francisco, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Cristina da Silva de Araújo, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;JairRodrigues, José Serafim, Serafim Teixeira, Alexandre Cirino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;**DIFERENCIAIS**&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O site Portal EBD tem algunsdiferenciais dignos de nota, a saber:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Vídeos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;: osvídeos discorrem sobre cada aula semanal da classe de Jovens e Adultos. Também há outros, com palestras eassuntos de destaque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;2.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Podcast Leitura Diária&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;:gravações breves em áudio comentando a leitura diária da revista da classe deJovens e Adultos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;3.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Esboços para &lt;u&gt;todas&lt;/u&gt; as classesde Escola Dominical&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;: esses subsídios servem como grande e útil ferramentaaos professores no preparo de suas aulas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Além disso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;É possível compartilhar aspublicações do Portal por meio de redes sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O site não tem finslucrativos e não conta com empresas parceiras que financiem suas despesas. Porisso, todos os usuários podem apoiar o trabalho realizado, por meio decontribuições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Para completa navegação no &lt;a href="http://www.portalebd.org.br/"&gt;Portal EBD&lt;/a&gt; epleno aproveitamento de todas as seções disponíveis, o usuário deve secadastrar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Depois, é só se alimentar do Pão da Vida e agradecer aDeus.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Acesse e confira o material: www.portalebd.org.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-8862387750826603122?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/8862387750826603122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=8862387750826603122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8862387750826603122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8862387750826603122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/portal-escola-dominical.html' title='Portal Escola Dominical'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--DBD8GBJVF8/TwHLX3fbQtI/AAAAAAAAATY/1rK9h6DVvmY/s72-c/Logo+Portal+EBD.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-2855300898594585488</id><published>2012-01-01T12:36:00.000-02:00</published><updated>2012-01-01T12:36:10.883-02:00</updated><title type='text'>Feliz 2012 com Cristo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UlNfRWkAoGU/TwBvQhj756I/AAAAAAAAATM/n-aGxajxqlc/s1600/34l.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://3.bp.blogspot.com/-UlNfRWkAoGU/TwBvQhj756I/AAAAAAAAATM/n-aGxajxqlc/s320/34l.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Amado leitor, só lemos este breve texto porque chegamos,pela graça de Deus, ao ano de 2012. Até aqui – você também concordará – o Senhornos ajudou (1Sm 7.12). Por essa causa, damos a Deus honras; também por suabenignidade e bondade durarem tanto (Lm 3.22,23), ainda que não mereçamos tãoimensurável amor. Podemos realmente dizer que Ele tem cuidado de nós (1Pe 5.7)!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Nosso desejo é que neste bissexto ano possamos estar maisíntimos de Cristo. O Senhor Jesus nos salvou da escravidão do pecado, noslibertou das potestades das trevas e nos deu acesso ao Pai. Agora, pois,podemos ter plena e perene comunhão com Deus. O Seu sangue nos proporcionaprivilégios sem igual. Não é sublime?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Por isso, que em 2012 possamos amar mais a Deus acima detudo e de todos; e que possamos temer apenas o pecado, que tão de perto nosrodeia (Hb 12.1). Fazendo isso, certamente glorificaremos ao Senhor nosso Deus(1Co 10.31; Cl 3.17) e, por conseguinte, teremos um feliz 2012.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Forte abraço!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Artur Ribeiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-2855300898594585488?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/2855300898594585488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=2855300898594585488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2855300898594585488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2855300898594585488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2012/01/feliz-2012-com-cristo.html' title='Feliz 2012 com Cristo'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UlNfRWkAoGU/TwBvQhj756I/AAAAAAAAATM/n-aGxajxqlc/s72-c/34l.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-336843854277093206</id><published>2011-12-08T08:44:00.001-02:00</published><updated>2011-12-08T11:13:45.672-02:00</updated><title type='text'>O Momento Crítico da Europa</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Caramuru Afonso Francisco*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WQvJRrhUovE/TuCV_Lyut_I/AAAAAAAAAS4/Xg75ue6dRqw/s1600/europa+crise.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-WQvJRrhUovE/TuCV_Lyut_I/AAAAAAAAAS4/Xg75ue6dRqw/s400/europa+crise.jpg" width="382" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A Europa vive, neste ano de 2011, um momento de criseeconômico-financeira que é o mais grave e intenso desde o término da SegundaGuerra Mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Os países da União Europeia estão a sofrer um aumento dodesemprego, com gravíssimas consequências para a população, ao mesmo tempo emque os governos não têm condição alguma de enfrentar a situação com políticassociais, como foi a tônica a partir de meados da década de 1960, quando surgiuo chamado “Welfare State”, ou seja, o Estado do bem-estar social, que garantiaum freio nas gritantes desigualdades da sociedade e condições de vida dignaspara a grande parte dos cidadãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Com efeito, os governos dos países europeus estãopraticamente falidos, não têm como se endividar mais, não tendo, portanto,condições de enfrentar esta situação econômica adversa. As projeções são de quenão haverá qualquer crescimento econômico no continente pelos próximos dezanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O fato é que a União Europeia vive uma crise de identidade,na medida em que os países não querem abrir mão de sua soberania, formando umafederação, embora 17 dos 25 países já estejam vivendo uma união monetária, comuma moeda única (o euro), o que, aliás, serviu para agravar ainda mais a crise,na medida em que os governos, embora tenham autonomia para &amp;nbsp;efetuar gastos e montar seus orçamentos, nãotêm mais a liberdade de controlar as suas moedas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A crise econômico-financeira de 2008, que teve seunascedouro nos Estados Unidos, atingiu fortemente a União Europeia e asdesigualdades entre os países da chamada “zona do euro” se fizeram sentir,levando, praticamente, à inadimplência os países mais pobres da uniãomonetária, em especial, Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda, com inevitáveisrepercussões na Itália e na França.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O que vemos, no enfrentamento da crise nos últimos meses, éa demonstração de uma falta de líderes capazes de movimentar suas nações paraas necessárias reformas, seja a implementação de uma maior unidade entre ospaíses da União Europeia, retomando-se o rumo da “Constituição da Europa”, queacabou sendo rejeitada no início do século, ou a redefinição da União Europeia,com a redução da integração ou a retirada de alguns países da união monetária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A prova desta falta de lideranças está na circunstância decomo se deram a substituição dos governos da Grécia e da Itália recentemente,quando políticos cederam seus lugares para técnicos que, praticamente impostospelos “burocratas” da União Europeia, passarão a realizar duras e pesadas reformasimpopulares, como verdadeiros “interventores” desta “nomenklatura” que tomaconta dos órgãos da União Europeia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Este vácuo de lideranças e a retirada dos políticos docenário decisório, num verdadeiro triunfo da “burocracia” europeia é umaimportante sinalização de que nos aproximamos do final de nossa dispensação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;É de todos sabido que esta “burocracia europeia” éfortemente anticristã, tanto que, na sua tentativa de criar uma “Constituiçãoda Europa” tentou romper com os laços cristãos do continente, não sendo de hojeas iniciativas que tem tomado para “varrer” a tradição cristã do VelhoContinente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A maneira como está, agora, a tomar os governos europeuspara os seus próprios desígnios, em verdadeiros “golpes de mercado”, comodenominou o jornalista brasileiro Clóvis Rossi, mostra, claramente, que asrédeas das nações europeias passaram a ser ditados por esta ideologiaanticristã, que, aliás, também está presente em outros organismosinternacionais, como as Nações Unidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O que está a faltar para a Europa, pois, é uma liderançacontinental, que consiga levantar as massas e, depois do serviço realizado porestes “títeres”, mobilize os europeus para uma integração mais forte, fora dospadrões cristãos, consolidando assim a instauração deste novo regime que venhaa trazer “prosperidade e bem-estar” para a Europa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Esta liderança, a ser levantada pelos governantes títeres daUnião Europeia, não é nada mais, nada menos que o Anticristo, a “ponta muitopequena” da visão do profeta Daniel (Dn.8:9), que surgirá de um consenso de deznações da União Europeia e que fará ressurgir o Império Romano, ou seja, umaEuropa governada por um único líder, como, aliás, está profetizado em Dn.7:24 eAp.13:1.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YBE1CskJgiw/TuCWN6KaaaI/AAAAAAAAATA/GGY-fBrpom0/s1600/europa.crise.grande.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://2.bp.blogspot.com/-YBE1CskJgiw/TuCWN6KaaaI/AAAAAAAAATA/GGY-fBrpom0/s200/europa.crise.grande.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;As vozes da maior parte dos políticos europeus são de que hánecessidade de criação de mecanismos de maior integração, mas com a concessãode maiores poderes aos países mais representativos do bloco, até porque ospaíses mais periféricos são considerados os responsáveis por esta crise. Tudoestá a indicar, portanto, que os países mais poderosos acabarão por impor aosmais fracos a sua vontade, criando um “núcleo duro” dentro da União Europeiaque passe a ditar as regras, precisamente este grupo de “dez reinos” de quefalam as Escrituras Sagradas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Entretanto, ante a crescente indignação e revolta daspopulações europeias, é imprescindível que este “núcleo duro” venha a se valerde uma liderança carismática, que consiga o apoio popular para oestabelecimento de uma “nova ordem”, que traga “melhores condições de vida” paraa população, “nova ordem” esta que esteja definitivamente afinada com a“mentalidade anticristã” que tem caracterizado a Europa nos últimos anos, aponto de a própria Igreja Romana, já nos tempos do Papa João Paulo II, terchamado o estado espiritual dos europeus de “apostasia silenciosa”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Esta liderança carismática levará, certamente, as massas aaderir de corpo e alma a este projeto de uma “nova Europa”, de um governo únicocapaz de ditar suas normas e seu proceder. Este roteiro foi visto por todos nósna Alemanha do período entre-guerras, quando Adolf Hitler, com sua liderançacarismática, fez com que os alemães aceitassem mudar sua ordem sócio-políticaem nome de uma “restauração nacional”, do fim da “humilhação” que acompanhavauma situação econômica desastrosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O cenário apresenta-se praticamente montado, cabendo a cadaum de nós que servimos a Cristo Jesus, seguir o conselho de Nosso Senhor eSalvador: …quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo àsportas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estascoisas aconteçam.” (Mt.24:33,34). Vigiemos, pois, amados irmãos, para que oSenhor Jesus não venha e nós sejamos achamos despercebidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;*Evangelista da Igreja Evangélica Assembleia de Deus –Ministério do Belém – sede, onde é o responsável pelo Estudo Preparatório dosProfessores e Amigos da Escola Bíblica Dominical (EPAPED) e colaborador do&lt;a href="http://www.portalebd.org.br/"&gt;Portal Escola Dominical&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-336843854277093206?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/336843854277093206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=336843854277093206' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/336843854277093206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/336843854277093206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/12/o-momento-critico-da-europa.html' title='O Momento Crítico da Europa'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WQvJRrhUovE/TuCV_Lyut_I/AAAAAAAAAS4/Xg75ue6dRqw/s72-c/europa+crise.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-3054961887238971496</id><published>2011-11-23T13:01:00.001-02:00</published><updated>2011-11-23T13:10:31.799-02:00</updated><title type='text'>O Repovoamento de Jerusalém</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; page-break-after: avoid; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;PORTAL ESCOLA DOMINICAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; page-break-after: avoid; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;TERCEIRO TRIMESTRE DE 2011&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; page-break-after: avoid; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;TEMA –&lt;i&gt;&amp;nbsp;Neemias, integridade e coragem em tempos decrise&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; page-break-after: avoid; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;COMENTARISTA :&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;ElinaldoRenovato de Lima&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; page-break-after: avoid; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3Df2tJEROA4/Ts0MyqjNYuI/AAAAAAAAASw/80lJ5OsQRGY/s1600/Jerusalem+-+Muro+das+Lamenta%25C3%25A7%25C3%25B5es.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-3Df2tJEROA4/Ts0MyqjNYuI/AAAAAAAAASw/80lJ5OsQRGY/s400/Jerusalem+-+Muro+das+Lamenta%25C3%25A7%25C3%25B5es.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;APÊNDICENº 3 –&amp;nbsp; O REPOVOAMENTO DE JERUSALÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 9.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Devidamentepreparado, o povo de Judá foi convidado e estava em condições de repovoarJerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Texto áureo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;“E o povo bendisse a todos os homensque voluntariamente se ofereciam para habitar em Jerusalém”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp; (Ne.11:2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Na continuidade do estudo do livrode Neemias,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;estudaremos o capítulo 11&lt;/strong&gt;, que nãofoi objeto de lição específica nas lições bíblicas deste trimestre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Neemias somente repovoou Jerusalém depois que o povoestava devidamente preparado para esta tarefa.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;I – O PROCESSO PARA REPOVOAR JERUSALÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias, ao chegar a Jerusalém,tinha uma missão imediata, que era a de reconstruir os muros e as portas dacidade, de maneira a que, com estas medidas, Jerusalém pudesse voltar a ser ocentro político, social e religioso do povo de Judá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Neemias sabia que, sem criar as condições mínimas desegurança para a cidade e para o templo, não poderia reerguer a nação judaicae, assim, fazer com que Judá cumprisse o seu papel diante das nações, comoreino sacerdotal e propriedade peculiar de Deus diante de todos os povos&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Por primeiro, era preciso criarcondições que dessem ao povo segurança e tranquilidade para que pudesse habitarem Jerusalém, local onde Deus havia escolhido para Se fazer presente no meio doSeu povo, mas que estava sem quaisquer condições de habitabilidade, desde adestruição do primeiro templo por Nabucodonosor quando do cativeiro daBabilônia, isto cerca de 162 anos da chegada de Neemias até Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Da mesma forma que fez Neemias,devemos nós, os salvos em Cristo Jesus, que somos a atual casa do Senhor(Hb.3:6), criar condições para que tenhamos segurança e proteção contra oinimigo de nossas almas, o que o escritor aos hebreus chama de “conservaçãofirme da confiança e da glória da esperança até o fim”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Assim como Neemias, antes depensar em repovoar a cidade (pois não há cidade sem povo), envidou esforçospara que houvesse a reconstrução dos muros e das portas, devemos nós, também,em nossa vida espiritual, antes de pensarmos em trazer pessoas para Cristo, nósmesmos nos estruturarmos espiritualmente, através de uma vida espiritualabundante, que nos leve a uma constante vigilância ante as investidas doadversário, do mundo e da carne, como também a uma aproximação cada vez maisintensa do Senhor, por intermédio de uma vida de oração, meditação nasEscrituras e de contínua santificação, para que vejamos aumentadas em nós aschamadas “virtudes teologais”, a saber, a fé, o amor e a esperança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Depois de ter conseguido, apesarde toda a oposição dos inimigos externos e internos, a reconstrução dos muros edas portas de Jerusalém em apenas cinquenta e dois dias (Ne.6:15), Neemias,então, iniciou um longo processo para repovoar a cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Por primeiro, fez o resgate da memória do povo deJudá&lt;/strong&gt;, a fim de conscientizar os judaítas de que eles eramdescendentes de pessoas que, em razão da fé em Deus e das promessas divinas aIsrael, haviam deixado Babilônia e, com o decreto de Ciro, haviam retornado paraa Palestina, para a terra que Deus havia dado aos filhos de Israel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Por isso, Neemias, guiado porDeus, juntou todo o povo e fez com que fosse lido o livro da genealogia dosjudeus que haviam vindo de Babilônia sob o comando de Zorobabel (Ne.7:5-7). Aodar conhecimento da história dos que vieram do cativeiro, Neemias queria que opovo tomasse consciência da sua condição de propriedade peculiar de Deus dentreos povos e, com isso, assumisse a sua identidade como povo de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Precisamos sempre lembrar quesomos o povo de Deus, que somos “a geração eleita, o sacerdócio real, a naçãosanta, o povo adquirido” (I Pe.2:9), pois só tendo esta consciência poderemoscumprir a tarefa que o Senhor Jesus nos deixou, que é a de “anunciar asvirtudes d’Aquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Um dos principais ardis utilizadospelo inimigo, em nossos dias, é o de fazer com que o povo de Deus perca a noçãoda sua identidade, deixe de ter em mente que é o povo de Deus e, como tal, deveviver diferentemente dos demais homens, separado do pecado. Neemias sabia que aconscientização da identidade judaíta era fundamental para que a nação pudesse,tendo Jerusalém como centro de sua vida, persistir até a chegada do Messias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Depois desta conscientização, que passanecessariamente pelo estudo da história sagrada, os próprios judeus sentiram anecessidade de, como povo de Deus, ter um relacionamento mais próximo com oSenhor&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e, porisso, acabaram por pedir a Esdras que lhes lesse a lei do Senhor, tendo, então,ocorrido o avivamento constante do capítulo 8 de Neemias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Sentindo-se povo de Deus, osjudeus entenderam que somente poderiam sê-lo verdadeiramente no momento em quetivessem um relacionamento mais próximo com o Senhor, relacionamento que somenteviria mediante as Escrituras, que é a revelação de Deus ao homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- O resultado da leitura e meditaçãonas Escrituras foi o arrependimento e conversão do povo que confessou e deixouos seus pecados, passando a praticar a lei do Senhor, a ponto de terem, inclusive,celebrado a Festa dos Tabernáculos, algo que nunca havia sido feito desde osdias de Josué, quando a Terra Prometida havia sido conquistada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Depois da conscientização de que se era povo de Deus,veio o avivamento e, com o avivamento, o arrependimento e confissão dos pecados&lt;/strong&gt;,inclusive com a solene assunção do compromisso de servir a Deus, como relatamos capítulos 9 e 10 do livro de Neemias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Com o povo consciente de que era opovo de Deus e, por causa disto, tendo sentido sede e fome da Palavra de Deuse, com a leitura e meditação nas Escrituras, obtendo a santificação, com oarrependimento, confissão e abandono do pecado, estava-se na condição derepovoar Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias sabia que não poderiahaver cidade sem povo. Não bastava a reconstrução dos muros e das portas deJerusalém,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;mas Jerusalém tinha de ser habitada&lt;/strong&gt;.Tinha de ter população. Mas, não bastava trazer pessoas para Jerusalém, eraindispensável que a população que fosse habitar em Jerusalém fosse composta depessoas comprometidas com o Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias sabia que, nos dias deNabucodonosor, Jerusalém era uma cidade populosa, que tinha muitos habitantes,mas de que tinha adiantado toda aquela população, se os hierosalamitas eramrebeldes ao Senhor, tendo apostatado, como nos dão conta inúmeras profecias deJeremias?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias não se preocupou em enchera cidade, assim que os muros e portas foram reconstruídos, mas, antes de maisnada, quis preparar o povo que haveria de habitar na cidade, pessoas queestivessem comprometidas com Deus, que se arrependessem e se convertessem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Que falta nos faz, na atualidade,líderes que ajam como Neemias, líderes que não estão contaminados pela“numerolatria”, ou seja, a submissão única e exclusivamente a critériosquantitativos na obra de Deus, que criam estratégias e mais estratégias apenaspara encherem os templos ou os locais de concentração, nem um pouco preocupadoscom a qualidade daqueles que vão ao seu encontro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- É importante frisar que Neemias,ao levar o povo, primeiro a se comprometer com Deus para depois pensar norepovoamento da cidade, não descuidou dos aspectos puramente materiais queenvolviam não só a habitação da cidade como o próprio sustento da obra de Deus.Ao levar o povo ao comprometimento com a Palavra de Deus, o próprio povo percebeuque deveria arcar com o custo do serviço do Templo, tendo, assim, iniciado acontribuição para a manutenção dos levitas, dos sacerdotes e das despesas detodo o cerimonial da lei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Muitos, na atualidade, na suaganância, tomam atitudes nitidamente materialistas sob o argumento de que épreciso, antes, dar condições de sustentação da obra de Deus para, então, comestas condições satisfeitas, buscar uma maior “espiritualidade”. Nada maisenganoso. Neemias mostra-nos, com clarevidência, que devemos, primeiro, buscaro reino de Deus e a sua justiça e todas as coisas nos serão acrescentadas,algo, aliás, que seria ensinado pelo Senhor Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;II – O REPOVOAMENTO DE JERUSALÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Completado o processo engendrado por Neemias, sob adireção divina, para que se criassem as condições necessárias para orepovoamento de Jerusalém, Neemias parte, então, para levar pessoas parahabitar em Jerusalém&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- A primeira observação que temos éde que&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“os príncipes do povo habitaram em Jerusalém”.&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Neemias, dentro de uma conduta que jáhavia tomado desde o início de seu governo, fez com que os maiorais do povodessem o exemplo e viessem, obrigatoriamente, morar em Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Os que estão à frente do povodevem ser o exemplo dos demais. Em o Novo Testamento não é diferente, poisvemos, em mais de uma passagem, que há a exigência, na Igreja, de que os quepresidem devem ser exemplares (I Co.11:1; Fp.3:17; II Ts.3:9; I Tm.4:12;Tt.2:7; Hb.13:7; I Pe.5:3), a começar pelo próprio Senhor Jesus (Jo.13:5; IPe.2:21).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Nos dias hodiernos, um dos grandesfatores que nos faz perder a credibilidade diante dos homens é, precisamente, afalta de exemplo de muitos dos líderes dos cristãos se dizem ser, que seassemelham muito mais aos fariseus dos dias de Jesus do que a servos de Deus,estando, nesta falta de exemplo, um dos principais elementos que geram osinúmeros escândalos que têm feito muitos apostatarem da fé e muitos serecusarem a crer no Evangelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias fez com que todos ospríncipes, que já haviam participado da obra da reconstrução dos muros e dasportas de Jerusalém, como também sido os primeiros a se comprometer a servir aDeus, agora, em mais um gesto de renúncia, viessem habitar em Jerusalém. Porisso, encontramos, entre os moradores de Jerusalém: os “chefes da província” (Ne.11:3);Joel, filho de Zicri, superintendente dos filhos de Benjamim (Ne.11:9);Seraías, maioral da casa de Deus (Ne.11:11); Zabdiel, superintendente dos quefaziam a obra da casa de Deus (Ne.11:14); Sabetai e Joxabade, que presidiamsobre os que faziam a obra fora da casa de Deus (Ne.11:16); o “chefe” Matanias,que eram quem começava a dar graças na oração, com seu segundo, Baquebuquias(Ne.11:17); Zia e Gispa, que presidiam sobre os netinins, que habitaram em Ofel(Ne.11:21) e o superintendente dos levitas em Jerusalém, Uzi, juntamente com oscantores, a quem foi determinada uma porção por ordem do rei (Ne.11:22,23).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- No meio do povo de Deus, osmaiores estão ali para servir aos menores (Mt.20:26; Mc.10:43). Temos, na“hierarquia” do povo de Deus uma “pirâmide invertida”, onde o primeiro é, naverdade, o “servo dos servos”. Por não vivermos conforme esta lógica divina,determinada pela cabeça da Igreja, pelo próprio Senhor Jesus, é que temos vistotantas distorções na atualidade nas igrejas locais. Voltemos ao padrão bíblico,amados irmãos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Com relação ao restante do povo, porém, Neemias nãoquis impor coisa alguma&lt;/strong&gt;. Mandou que se lançassem sortes paratirar um de dez, a fim de que habitasse em Jerusalém o dízimo do povo, aindapermitindo que os que quisessem voluntariamente se apresentassem para morar “nasanta cidade de Jerusalém” (Ne.11:1,2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias mostra-nos outra grandeverdade a respeito da obra de Deus: a&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;voluntariedade&lt;/strong&gt;. Se os príncipestinham, por dever de função, que dar o exemplo, o restante do povo não poderiaser constrangido nem forçado a tomar a resolução de morar em Jerusalém. Opovoamento era necessário e Neemias, diante de seu planejamento, entendeu quedez por cento do povo judeu deveria ocupar Jerusalém e, por isso, optou pelosistema de “lançamento de sortes”, que era o mais isento e imparcial, semretirar a possibilidade de aparecerem voluntários para morar na santa cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A obra de Deus deve ser feita voluntariamente&lt;/strong&gt;.O amor é o relacionamento que une Deus a Seu povo e, portanto, nada deve serfeito com imposição, constrangimento ou ameaça. O líder deve saber que, se estána direção do Espírito Santo, o mesmo Espírito que o mandou fazer também farácom que os liderados também se irmanem com aquele propósito. Não é a força, a opressãoque faz o líder alcançar seus objetivos, mas, sim, uma vida de integridade,coragem, abnegação e transparência que fará com que o povo se junte ao líder erealize aquilo que o Senhor quer realizar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Nos dias em que vivemos, porém, aopressão, o constrangimento e a ameaça são uma constante em muitos lugares.Vivemos verdadeiras “ditaduras”, que a nada levam senão à revolta do povo e àperda da liderança. Muitos até estão iludidos com um estado atual deprosperidade em que vivem, mas devem observar o que aconteceu a Salomão. Apesarde todo o esplendor de seu reinado, ao morrer, vemos que o povo estava cansadoe oprimido e somente aceitou servir a seu filho Roboão se houvesse um alívionaquele estado e, ante a recusa do novo rei, acabou por dar fim à monarquiaisraelita. Tomemos cuidado, senhores líderes, pois muitos impérios tambémruirão por causa da opressão e constrangimento que se faz ao povo de Deus naatualidade!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A cidade foi repovoada voluntariamente&lt;/strong&gt;,com muitos se oferecendo para habitar em Jerusalém e outros sendo sorteadospara ali morar. Ninguém foi oprimido, constrangido ou forçado a fazê-lo, salvoos príncipes do povo que, como serviçais dos judeus, não tinham vontadeprópria. Que exemplo a seguirmos nos dias hodiernos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Os “chefes da província” habitaramem Jerusalém, enquanto que o restante do povo, que não havia se oferecido paramorar em Jerusalém nem sorteado para tanto, foram morar nas demais cidades deJudá (Ne.11:3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Em mais uma demonstração dereconhecimento de seus liderados, Neemias fez questão de deixar escrito o nomede todos quantos foram habitar em Jerusalém (Ne.11:4-19). Com este gesto, ogovernador também se preocupou com as gerações futuras, a fim de deixarregistrado quem havia se disposto a repovoar Jerusalém, para que o povomantivesse, no futuro, a mesma consciência e identidade que haviam adquiridonaquele processo de restauração da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Nesta relação dos que foram morarem Jerusalém, vemos como Neemias fez questão de mostrar que tinha conhecimentode seus liderados, que os acompanhava, que não era uma pessoa distante deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Assim foi que fez questão dedeixar registrado que todos os quatrocentos e sessenta e oito filhos de Perez,que foram habitar em Jerusalém, eram “homem valentes”. Jerusalém estava sendohabitada novamente mas com pessoas totalmente diferentes daquelas que haviammorado quando da destruição nos dias de Nabucodonosor. Tínhamos agora “homensvalentes”, que não eram belicosos ou guerreiros, como até haviam sido os judeusdos dias da destruição pelos babilônios, mas “homens de destaque” (como constana NVI), “homens valorosos” (como consta na BJ), “homens de valor” (como constana NTLH), “homens de armas” (como consta na TEB), “homens adultos” (como constana Tradução da CNBB).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Além dos filhos de Perez, tambémforam chamados de “&lt;strong&gt;valentes&lt;/strong&gt;”(“homens ilustres de valor” na TB) os irmãos de Amassai (Ne.11:14), sobre osquais era superintendente Zabdiel, filho de Gedolim (que a BH diz que era“descendente de homens importantes”), a mostrar claramente que esta qualidadeera encontrada na população que resolvera residir em Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- O que se ressalta nesta afirmaçãodos registros dos que foram morar em Jerusalém é que a qualidade dos moradoresera outra, tinha-se ali a “fina flor” do povo judeu, pessoas realmentetransformadas e comprometidas com Deus e que, por isso, tinham “valor”, tinham“maturidade espiritual”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Somente “valentes”, também,adentrarão na Jerusalém celestial. A Bíblia é clara ao falar que “ficarão defora os tímidos” (Ap.21:8), ou seja, os “covardes”, aqueles que negam osvalores do reino de Deus por conta de vantagens passageiras e ilusórias nestavida, aqueles que não deixaram o pecado e que não estão definitiva eintegralmente comprometidos com o Senhor, aqueles que não têm fé (Mc.4:40).Qual é a nossa situação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Mas Neemias não mandou registrarapenas os que aceitaram morar em Jerusalém. Numa prova de sua imparcialidade ede que não se pode discriminar pessoa alguma, também mandou registrar quemhavia ido morar nas outras cidades, não declinando seus nomes, diante da enormequantidade, mas fazendo questão de registrar quais as cidades que eramhabitadas por judeus, sempre com o objetivo de preservar a memória e aidentidade do povo (Ne.11:20-36).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Tanto era esse o objetivo que, na sequênciada relação dos judeus de seu tempo, Neemias transcreve a lista dos que voltaramde Babilônia para Jerusalém nos dias de Zorobabel, reafirmando, assim, agora emrelação aos sacerdotes e levitas que vieram do cativeiro, a ideia de resgate damemória e da identidade dos judeus (Ne.12:1-26).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Neemias queria que o povo sentisse que estava acontinuar a missão e tarefa de seus antepassados&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que, deixando tudo o que tinham emBabilônia, haviam retornado para Canaã para ser o povo peculiar de Deus entre ospovos. Inseriam-se, pois, no grupo daqueles que, século após século, levavam onome de Deus a todo o mundo, aguardando a vinda do Messias e a salvação dahumanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Nós, também, como povo de Deus,devemos ter esta consciência, identificarmo-nos com os nossos antepassados, nãobiológicos, mas antepassados que desfrutaram da mesma experiência de fé em Deusde que desfrutamos, prosseguindo a nossa jornada e preparando as geraçõesvindouras até o dia em que o Senhor Jesus vier buscar a Sua Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;-&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Neemias fez questão de mostrar que os sacerdotes elevitas tinham vindo para Jerusalém para fazer o serviço do templo&lt;/strong&gt;,templo que, aliás, tinha de ser reconstruído. Para isto eles haviam sidoconstituídos, motivo pelo qual, agora que a cidade estava segura, mais de 80anos depois, deveriam se dedicar para esta tarefa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Tanto assim é que, após atranscrição dos registros dos tempos de Zorobabel, Neemias cuidaria deorganizar o serviço religioso em Jerusalém, o próximo passo de seu exitosogoverno, como se vê na continuidade do capítulo 12.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt; font-weight: normal;"&gt;Colaboração para o Portal EscolaDominical – Ev. Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-3054961887238971496?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/3054961887238971496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=3054961887238971496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/3054961887238971496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/3054961887238971496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/o-repovoamento-de-jerusalem.html' title='O Repovoamento de Jerusalém'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3Df2tJEROA4/Ts0MyqjNYuI/AAAAAAAAASw/80lJ5OsQRGY/s72-c/Jerusalem+-+Muro+das+Lamenta%25C3%25A7%25C3%25B5es.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-8222339008329501442</id><published>2011-11-17T11:55:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T11:58:42.023-02:00</updated><title type='text'>Faxina ét(n)ica</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9mA0BBTawcQ/TsUS4bPErBI/AAAAAAAAASo/0DVMY2fgi-0/s1600/esplanada-dos-ministerios.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://4.bp.blogspot.com/-9mA0BBTawcQ/TsUS4bPErBI/AAAAAAAAASo/0DVMY2fgi-0/s400/esplanada-dos-ministerios.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;GIBEÁ*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Em menos de um ano de governo, a presidente Dilma Roussef játeve cinco baixas em seu ministério em virtude de denúncias de corrupção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O fato de ter a presidente, ao contrário de seu antecessor,“lavado suas mãos” e deixado que o ministro acusado de irregularidades lutassecom suas próprias forças para se manter no cargo, o que, invariavelmente, nãoocorreu, foi definido por alguns como sendo uma “faxina ética”, expressão quefez, inclusive, com que a popularidade da presidente voltasse a subir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Estaria a presidente da República dando uma inflexão nacostumeira política de leniência com a corrupção que tem caracterizado ochamado “presidencialismo de coalizão” em nosso país? Estaríamos iniciando umciclo de honestidade na Administração Pública Federal?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Apesar de ser este o desejo que gostaríamos de sentir numpaís que, aliás, está, ainda que timidamente, voltando a se manifestar emtermos de instauração da moralidade nos assuntos públicos, como provam asmarchas contra a corrupção que têm sido promovidas pelas redes sociais dainternet, num início de uma “primavera tupiniquim”, infelizmente não é isto queestamos a ver nos episódios de demissões de ministros no governo Dilma. Senãovejamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Por primeiro, é interessante observar que os ministros quese demitiram, com exceção do primeiro a cair, que foi Antonio Palocci, sãotodos de “partidos da base aliada”, ou seja, não pertenciam ao Partido dosTrabalhadores (PT), o partido da presidenta e o real governante do país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Por segundo, todas as denúncias “surgiram” na imprensa apartir de dados que são “vazados” de órgãos governamentais ou de processos quese encontram no Tribunal de Contas da União com relatórios encaminhados aosórgãos do Poder Executivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Por terceiro, todos os ministros que se demitiram são“coincidentemente”, ministros que foram mantidos do governo anterior, semexceção, ou seja, ministros que teriam sido “impostos” pelo ex-presidente Lulaem suas negociações políticas antes, durante e após as eleições presidenciaisde 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Tais fatores mostram que as denúncias surgiram de“vazamentos” vindos do próprio governo, a mostrar, portanto, que são movimentosnascidos do próprio Poder Executivo, com interesses que não são propriamente de“faxina ética”, mas de “luta de poderes”, de “combate por espaços” dentro dogoverno, situação que, também não por acaso, surgiu após alguns difíceisembates do governo no Congresso Nacional para a aprovação de suas medidas,como, por exemplo, a discussão a respeito do Código Florestal ou a questão dos“royalties” do pré-sal, apesar da ampla maioria parlamentar, a mais ampla emtoda a história do país desde a redemocratização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O que se nota é que, em vez de uma “faxina ética”, o queexiste é uma “faxina étnica”, ou seja, há uma demonstração clarevidente daretirada de poder de segmentos políticos que não pertencem ao Partido dosTrabalhadores, de retirada de poder dos chamados “partidos da base aliada”,numa nova configuração do Executivo em que não há mais “porteiras fechadas”impenetráveis em favor dos “partidos aliados”, como começou a ocorrernotadamente no segundo governo Lula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O que se percebe é que o PT volta a querer dominar parcelasignificativa do Poder Executivo, como se fez no primeiro governo Lula,tentando, de alguma maneira, inclusive, fazer isto debaixo de uma “posturaética”, imagem que o partido gozava até o escândalo do “mensalão”, quando,então, fragilizado, teve de ceder “nacos de poder” para alguns grupos políticosque, agora, com as denúncias, são cada vez mais desmoralizados e obrigados aaceitar a redução de sua participação nos núcleos decisórios do país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Ao mesmo tempo, conhecida como centralizadora, a presidenteDilma aproveita a situação para, também, “livrar-se” de ministros “incômodos”,que foram “herdados” do governo anterior, a fim de ter maior controle sobre osministérios e, assim, efetuar um governo mais conforme às suas característicaspessoais de administração, como, aliás, demonstrou quando chefiava a Casa Civilda Presidência da República, o que, aliás, lhe deu amplas condições de conhecer“por dentro” toda a máquina governamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O que se percebe é que o PT prossegue com sua política deinstituição de hegemonia em nosso país, querendo, sem sombra de dúvida, reduzirsobremaneira o poder dos “partidos da base aliada”, tornando-os meroscaudatários do poder, meros instrumentos auxiliares para impor a sua vontadedentro de um país que, como bem disse o filósofo Olavo de Carvalho, não viveuma “democracia normal”, mas, sim, uma “democracia patológica”, em que há umaaparente e formal liberdade de expressão e de manifestação, mas onde não sepode, mais, ter uma “alternância efetiva de poder”, vez que não há como semodificar a linha de atuação e ideológica imprimida pelo governo atual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Uma verdadeira “faxina ética” não se circunscreveria apenasa ministérios de “partidos da base aliada”, mas também alcançariam osministérios dirigidos pelo PT, onde as mazelas são as mesmas, pois tudo éresultado do aparelhamento da máquina estatal para angariar fundos para ascampanhas eleitorais, algo criado e forjado precisamente pelo PT, o que deveriaser feito numa reforma política, que não se tem interesse algum em fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Uma verdadeira “faxina ética” não se preocuparia em tãosomente inviabilizar ministros para forçá-los a pedir demissão, mas, porprimeiro, seria caso de demissões antes de qualquer pedido, como também demodificação das estruturas e dos modos de se administrar, o que também não foifeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Tudo, pois, não passa de uma “retomada de espaço” do PT nogoverno, com uma tentativa de retomada de “imagem ética”, ou seja, é tãosomente uma tentativa de retorno da situação vivida pelo PT antes do escândalodo “mensalão”, uma tentativa de retomada do projeto de poder que visa instituirno Brasil uma “democracia petista”, como já tinha sido planejado e o “escândalodo mensalão” prejudicou sobremaneira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11.0pt;"&gt;* Grupo Interdisciplinar Bíblico de Estudos e Análises(GIBEÁ), um grupo de estudos informal de estudos das Escrituras e análises combase na Bíblia Sagrada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-8222339008329501442?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/8222339008329501442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=8222339008329501442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8222339008329501442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/8222339008329501442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/faxina-etnica.html' title='Faxina ét(n)ica'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9mA0BBTawcQ/TsUS4bPErBI/AAAAAAAAASo/0DVMY2fgi-0/s72-c/esplanada-dos-ministerios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-6339214239015870729</id><published>2011-11-13T13:22:00.001-02:00</published><updated>2011-11-13T13:30:18.972-02:00</updated><title type='text'>Extra: Em defesa do casamento normal, ou melhor, hétero (Distorções da união gay)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OKM0FTOb_S4/Tr_iaB_qtXI/AAAAAAAAASg/g4fy0VJzZ9U/s1600/casamento.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://1.bp.blogspot.com/-OKM0FTOb_S4/Tr_iaB_qtXI/AAAAAAAAASg/g4fy0VJzZ9U/s200/casamento.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: 17px;"&gt;Os que defendem o casamento precisamtirar vantagem do que se sabe acerca da atração de mesmo sexo (AMS), poisaqueles que promovem a redefinição do casamento estão manipulando a opiniãopública distorcendo os fatos e pesquisas. As cinco principais distorções são:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1) Os indivíduos com AMS nasceramdesse jeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;2) Os indivíduos com AMS não podemmudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;3) Os indivíduos com AMS sãosimplesmente tão saudáveis quanto as pessoas em casamentos de marido e esposa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;4) Os relacionamentos de mesmo sexosão exatamente iguais aos casamentos de marido e esposa, exceto pelo sexo dosparceiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;5) Crianças obtidas por indivíduosem relacionamentos de mesmo sexo não têm problemas demasiados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Há numerosos estudos que refutam osprimeiros dois pontos e não existe nenhum estudo confiável que apoie ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Há numerosos estudos grandes muitobem feitos que revelaram que indivíduos com AMS têm muito mais probabilidade doque homens e mulheres casados de sofrer de:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Desajustes psicológicos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Vícios sexuais e parafilias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Ideias e tentativas de suicídio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Vícios, inclusive de drogas,álcool e cigarros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Relacionamentos instáveis,infiéis, não permanentes e não exclusivos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Problemas de saúde, principalmenteDSTs, inclusive HIV e câncer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;* Ter sido vítima de abuso sexual,estupro ou violência doméstica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Aqueles que defendem o casamentofrequentemente apontam para o fato de que falta complementaridade aosrelacionamentos de mesmo sexo, mas não conseguem explicar como essa falta afetaa qualidade do relacionamento e faz com que um ou ambos os parceirossacrifiquem algo essencial à sua dignidade humana. &lt;b&gt;Os relacionamentos de mesmo sexo enquadram-se em muitos modelos&lt;/b&gt;. Aseguinte lista cobre alguns desses modelos e como a falta de complementaridadenatural provoca um impacto negativo nos indivíduos envolvidos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1) Pseudo marido ou esposa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; — O homem que imita o papel de esposa sente que é efeminadodepender de outro homem. A mulher que imita o papel de marido muitas vezesainda quer ser mãe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;2) Pai/ filho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;— O parceiro do sexo masculino mais jovem, ao aceitar o papel de criança,sacrifica seu direito de ser um adulto pleno. A mulher que aceita o papel decriança se torna permanentemente dependente. O relacionamento é inerentementeincestuoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;3) Amizade assexual&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; — Muitos relacionamentos de mesmo sexo começam cm muita paixão erapidamente regridem para amizades assexuais. O amigo de mesmo sexo não maisexcita paixão. Os homens em amizades assexuais se engajam em sexo casual forado relacionamento. Entre as mulheres, a “cama morta” é comum. Amizadesassexuais não precisam ser reconhecidas como casamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;4) Clones/ fusão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; — Indivíduos em relacionamentos de mesmo sexo tentam erradicar todas asdiferenças. A individualidade não é tolerada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;5) A solidão provocada pela ausência do outro sexo ou medo do outro sexocausada por abusos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;— Os indivíduos envolvidos sacrificam sua heterossexualidade natural. Essesrelacionamentos são inerentemente instáveis e o indivíduo pode, quando surgir aoportunidade, voltar a um relacionamento heterossexual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Relacionamentos de mesmo sexo nãopromovem os melhores interesses nem suprem as reais necessidades dos indivíduosenvolvidos. As pressões em prol de reconhecimento social podem ser motivadaspela convicção errônea de que seus problemas de relacionamentos são causadospor forças externas em vez da falta inerente da verdadeira complementaridade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Crianças obtidas por duplas de mesmo sexo estão também sujeitas aosproblemas inerentes em sua condição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;. Além disso, as duplas de mesmo sexo têm mais probabilidadede estar em risco de muitos problemas que causam impacto direto em suacapacidade de fazer papel de pai e mãe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1) Fatores Intrínsecos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; — &lt;b&gt;Toda criançaobtida por uma dupla de mesmo sexo foi por definição separada de um ou ambosseus pais biológicos, por meio da morte, deserção, mãe solteira, orfanato,adoção, doador de inseminação artificial ou mãe de aluguel&lt;/b&gt;. Até mesmo nasmelhores circunstâncias, tal separação é percebida pela criança como perda. Umadupla de mesmo sexo jamais é a melhor das circunstâncias. É por definição o segundomelhor por lhe faltar um pai ou mãe. Pior ainda é que essa tragédia emparticular não é por acaso, mas por consequências da ação cônscia e planejadados indivíduos de quem a criança depende. De modo propositado e permanente,fazem com que essas crianças fiquem sem pai e sem mãe. Além disso, as famíliasde mesmo sexo com crianças funcionam como uma seita herética. Nega-se a perdaque a criança sofre. Impõe-se sobre as crianças a carga de sentir que seudesejo legítimo por um pai e mãe de sexos diferentes trai o sacrifício de suafamília [de mesmo sexo] em face de uma cultura hostil, rejeitadora ehomofóbica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;2) Fatores de Risco&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt; — &lt;b&gt;Indivíduos com AMS têm muitomais probabilidade do que homens e mulheres casados de sofrer desajustespsicológicos, vício sexual e parafilias, ideias e tentativas de suicídio,relacionamentos instáveis, problemas de saúde e terem sido vítimas de abuso ouviolência&lt;/b&gt;. Esses problemas raramente ocorrem isoladamente. Muitosindivíduos com AMS sofrem de uma combinação de desordens. Além disso, cadarelacionamento de mesmo sexo contém dois indivíduos que estão em risco elevado,dobrando o potencial para um resultado abaixo de excelente. Temos de fazer apergunta: Será que os assistentes sociais estão intencionalmente ignorandoproblemas quando entregam crianças para duplas de mesmo sexo que têm problemassérios?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Aqueles que defendem o casamentoprecisam divulgar essas informações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Evidências que apoiam o materialapresentado aqui podem ser encontradas em meu livro &lt;i&gt;One Man, One Woman&lt;/i&gt; (Um Homem, Uma Mulher). Aqueles que precisam dereferências específicas podem me mandar um email para dalemoleary@yahoo.com oumeu&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://daleoleary.wordpress.com/"&gt;&lt;span style="color: windowtext; text-decoration: none;"&gt;blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;a href="http://www.lifesitenews.com/news/synopsis-of-the-evidence-in-the-defense-of-marriage"&gt;DaleO’Leary&lt;/a&gt; (Tradução de &lt;a href="http://juliosevero.blogspot.com/2011/11/resumo-da-evidencia-em-defesa-do.html"&gt;Julio Severo&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-6339214239015870729?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/6339214239015870729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=6339214239015870729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/6339214239015870729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/6339214239015870729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/extra-em-defesa-do-casamento-normal-ou.html' title='Extra: Em defesa do casamento normal, ou melhor, hétero (Distorções da união gay)'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OKM0FTOb_S4/Tr_iaB_qtXI/AAAAAAAAASg/g4fy0VJzZ9U/s72-c/casamento.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-2238003137194170364</id><published>2011-11-11T17:59:00.001-02:00</published><updated>2011-11-11T18:02:25.311-02:00</updated><title type='text'>Série Hino Mesmo: "Teus altares", por João Alexandre</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/pXUPWHOTNSU?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="background: white; line-height: 19.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-style: italic; mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Teus Altares&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="background: white; line-height: 19.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Quão amáveis são os Teustabernáculos,&lt;br /&gt;Senhor dos Exércitos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;A minh'alma suspira e desfalece pelos Teus átrios!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; border-color: initial; border-style: initial; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O pardalencontrou casa,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a andorinha ninho para si...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Eu encontrei Teus altares,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Senhor Rei meu e Deus meu...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; border-color: initial; border-style: initial; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Bem-aventuradosaqueles que habitam em Tua casa...&lt;br /&gt;Pois um só dia, Senhor, nos Teus átrios, vale mais que mil...&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois o Senhor é sol e escudo, dá graça e glória!&lt;br /&gt;Não negará bem algum aos que vivem corretamente...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-2238003137194170364?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/2238003137194170364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=2238003137194170364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2238003137194170364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2238003137194170364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/serie-hino-mesmo-teus-altares-por-joao.html' title='Série Hino Mesmo: &quot;Teus altares&quot;, por João Alexandre'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/pXUPWHOTNSU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-2052230319932354487</id><published>2011-11-11T17:48:00.001-02:00</published><updated>2011-11-11T17:54:33.981-02:00</updated><title type='text'>MADURE: "Arrependimento, a manchete do evangelho"</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d8izpuCEG3E/Tr18ls6i7tI/AAAAAAAAASY/S_Dtl60LOJg/s1600/arrependido.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-d8izpuCEG3E/Tr18ls6i7tI/AAAAAAAAASY/S_Dtl60LOJg/s1600/arrependido.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt; letter-spacing: -.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;João Batista foi o precursor deJesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito,conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. Não setrata de se arrepender e novamente se arrepender, mas de se arrepender e darfrutos de arrependimento. &lt;i&gt;Arrependimentosignifica mudar de mente e de direção&lt;/i&gt;. Implica mudança. Exigetransformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. Aqueles que permanecem noerro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nemdemonstram seus frutos. Arrependimento é um tema ausente na maioria dospúlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores achamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para amorte, a levá-los ao choro do arrependimento para a vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;O arrependimento exige mudanças emtrês áreas vitais da vida:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;1. A razão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Arrependimento significa mudar demente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mentee faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam. Umapessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contraDeus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, dopecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida,mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seupecado não demonstram um genuíno arrependimento. Os frutos do arrependimento sópodem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, aconvicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta dopecado como o maior de todos os males.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;2. A emoção.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Arrependimento significa sentirtristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender asantidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhosdaquele que é puro. A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz ohomem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristezado mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso,mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mastambém cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão.Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado queconduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados nopecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque opecado é mau aos olhos de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;3. A vontade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;Arrependimento significa dar meiavolta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento enovamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento.Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado.Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira dodiabo. Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se nasantidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reinoda luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo quefalamos apenas, mas aquilo que fazemos. Não é discurso diante dos homens, émudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionaras pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. Não é rasgar asvestes, mas o coração. O arrependimento é a manchete do evangelho, a porta deentrada no reino de Deus, uma exigência inegociável para a salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;a href="http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/07/arrependimento-a-manchete-do-evangelho/"&gt;Pr. Hernandes Dias Lopes&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-2052230319932354487?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/2052230319932354487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=2052230319932354487' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2052230319932354487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/2052230319932354487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/madure-arrependimento-manchete-do.html' title='MADURE: &quot;Arrependimento, a manchete do evangelho&quot;'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-d8izpuCEG3E/Tr18ls6i7tI/AAAAAAAAASY/S_Dtl60LOJg/s72-c/arrependido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-5825366354610061827</id><published>2011-11-09T09:02:00.001-02:00</published><updated>2011-11-09T09:02:31.157-02:00</updated><title type='text'>1.º Trimestre de 2012 das Lições Bíblicas CPAD: “A Verdadeira Prosperidade - A Vida Cristã Abundante”</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;1.º Trimestre de 2012 das Lições Bíblicas CPAD:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;“A Verdadeira Prosperidade - A Vida Cristã Abundante”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6WDiJybC9Zc/TrpdpHx5BQI/AAAAAAAAASQ/7_TQp7jUJMY/s1600/Prosperidade+b%25C3%25ADblica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-6WDiJybC9Zc/TrpdpHx5BQI/AAAAAAAAASQ/7_TQp7jUJMY/s400/Prosperidade+b%25C3%25ADblica.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;“A Verdadeira Prosperidade - A Vida Cristã Abundante”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O Surgimento da Teologia da Prosperidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A Prosperidade no Antigo Testamento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Os Frutos da Obediência na Vida de Israel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;4&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A Prosperidade no Novo Testamento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;5&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A Bençãos de Israel e o que Cabe à Igreja&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;6&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;A Prosperidade dos Bem-aventurados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;7&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Tudo Posso nAquele que me Fortalece&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;8&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O Perigo de Querer Baganhar com Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição &amp;nbsp;9&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Dízimo e Oferta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição 10&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;– Uma Igreja Verdadeiramente Próspera&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição 11&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Como Alcançar a Verdadeira Prosperidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição 12&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;O Propósito da Verdadeira Prosperidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Lição 13&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Somente em Jesus Temos a Verdadeira Prosperidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;Comentarista – Pr. José Gonçalves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-5825366354610061827?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/5825366354610061827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=5825366354610061827' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/5825366354610061827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/5825366354610061827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/1-trimestre-de-2012-das-licoes-biblicas_09.html' title='1.º Trimestre de 2012 das Lições Bíblicas CPAD: “A Verdadeira Prosperidade - A Vida Cristã Abundante”'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-6WDiJybC9Zc/TrpdpHx5BQI/AAAAAAAAASQ/7_TQp7jUJMY/s72-c/Prosperidade+b%25C3%25ADblica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-1319892346678778050</id><published>2011-11-08T15:17:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T15:17:34.411-02:00</updated><title type='text'>180, o filme – 33 minutos que mudarão sua opinião sobre aborto</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/7y2KsU_dhwI?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: georgia, 'times new roman', verdana; font-size: 1.3em; line-height: 24px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.livingwaters.com/" style="color: #a40505; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Living Waters&lt;/a&gt;&amp;nbsp;produziu recentemente um documentário fantástico sobre aborto. São 33 minutos que farão você pensar sobre o assunto. Cabe lembrar que o filme possui algumas cenas fortes, então recomendamos cuidado. Por fim, esperamos que você valorize a vida humana ainda mais após vê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: georgia, 'times new roman', verdana; font-size: 1.3em; line-height: 24px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;ATENÇÃO: você precisa ativar a legenda do Youtube em português para poder vê-la.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: georgia, 'times new roman', verdana; font-size: 1.3em; line-height: 24px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: georgia, 'times new roman', verdana; line-height: 24px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://voltemosaoevangelho.com/blog/180filme/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Voltemos ao Evangelho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-1319892346678778050?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/1319892346678778050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=1319892346678778050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/1319892346678778050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/1319892346678778050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/180-o-filme-33-minutos-que-mudarao-sua.html' title='180, o filme – 33 minutos que mudarão sua opinião sobre aborto'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/7y2KsU_dhwI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-425575955788523481</id><published>2011-11-08T14:05:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T14:05:15.261-02:00</updated><title type='text'>O Testemunho de Paulo, Um Grande Evangelista, pr. Sillas Campos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="500" src="http://player.vimeo.com/video/30939638?title=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="620"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/30939638"&gt;O Testemunho de Paulo, Um GrandeEvangelista&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/editorafiel"&gt;Editora Fiel&lt;/a&gt; on&lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-425575955788523481?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/425575955788523481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=425575955788523481' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/425575955788523481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/425575955788523481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/o-testemunho-de-paulo-um-grande.html' title='O Testemunho de Paulo, Um Grande Evangelista, pr. Sillas Campos'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-4024032737530484042</id><published>2011-11-07T22:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T14:06:03.506-02:00</updated><title type='text'>Santificado Seja o Teu Nome entre Todos os Povos do Mundo, pr John Piper</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="500" src="http://player.vimeo.com/video/31281514?title=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="620"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/31281514"&gt;Santificado Seja o Teu Nome:Entre Todos os Povos do Mundo&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/editorafiel"&gt;Editora Fiel&lt;/a&gt; on&lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/53970421528384878-4024032737530484042?l=blogdoarturribeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/feeds/4024032737530484042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=53970421528384878&amp;postID=4024032737530484042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4024032737530484042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/53970421528384878/posts/default/4024032737530484042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoarturribeiro.blogspot.com/2011/11/santificado-seja-o-teu-nome-entre-todos.html' title='Santificado Seja o Teu Nome entre Todos os Povos do Mundo, pr John Piper'/><author><name>Artur Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16468655382641557052</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_MloML2dsfTA/StRd_BvXt7I/AAAAAAAAAGo/Qj6I1WDIllk/S220/Artur+-+close.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-53970421528384878.post-1615052968768463457</id><published>2011-11-03T11:38:00.000-02:00</published><updated>2011-11-03T11:40:16.193-02:00</updated><title type='text'>AS NECESSÁRIAS CAUTELAS PARA A ESTRUTURAÇÃO DO POVO DE DEUS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;IGREJAEVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS PARA OSAMIGOS E PROFESSORES DA ESCOLA DOMINICAL (EPAPED)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;BELÉM- SEDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;QUARTO TRIMESTRE DE 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;TEMA –&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt; &amp;nbsp;Neemias – integridade e coragemem tempos de crise&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;COMENTARISTA: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;Elinaldo Renovato de Lima&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13pt;"&gt;APÊNDICE Nº 2 –&amp;nbsp; ASNECESSÁRIAS CAUTELAS PARA A ESTRUTURAÇÃO DO POVO DE DEUS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;Texto áureo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;“Então omeu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, e os magistrados, e o povo,para registrar as genealogias. E achei o livro da genealogia dos que subiramprimeiro e assim achei escrito nele: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;” (Ne.7:5)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13pt;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Em complemento aoestudo deste trimestre, estudaremos o capítulo 7 do livro de Neemias&lt;/b&gt;, quenão objeto de lição específica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;No capítulo 7 deNeemias, aprendemos que o povo de Deus precisa ser bem estruturado, comvigilância, a fim de que inimigos externos e infiltrados não comprometam a obrade Deus&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13pt;"&gt;I – NEEMIAS ESTABELECE UM SISTEMA DE SEGURANÇA PARA JERUSALÉME REORGANIZA O SERVIÇO DO TEMPLO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- O capítulo 7 do livro de Neemias começa com a afirmação dogovernador de que, após a finalização da reconstrução dos muros, mesmo dianteda ação dos falsos profetas e dos que haviam se mancomunado com Sambalate,Tobas e Gesem para tentar atemorizar o governador, as portas foram levantadas(Ne.7:1).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- É interessante verificarmos que&lt;b&gt;, primeiro, Neemias teve de reedificar os muros, muros que não podiamter qualquer brecha&lt;/b&gt; (Ne.6:1), &lt;b&gt;parasó então, colocar as portas nos portais. A edificação tem a sua ordem&lt;/b&gt;, quenão pode ser alterada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Assim, também, ocorre na vida espiritual. Primeiramente,temos de edificar os muros sem brecha alguma, ou seja, alicerçados sobre arocha, que é Cristo Jesus (Mt.7:24; I Co.10:4), crescermos na doutrina, emamor, para que não venhamos a ser enganados pelo inimigo e seus agentes(Ef.4:14-16). Somente depois é que teremos condição de entrarmos em contato como mundo, a fim de cumprirmos a tarefa da evangelização, visto que é necessárioantes sabermos qual é a esperança que temos para podermos levá-la aos outros (IPe.3:15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Muitos, nos dias em que vivemos, têm subvertido esta ordemcom grande prejuízo tanto para si mesmos quanto para a obra de Deus. Sem teremainda tido a necessária edificação, lançam-se, inadvertidamente, a tarefas deevangelização, fracassando por não terem o devido preparo, não só nãoconquistando almas para Cristo como perdendo a si mesmos. Tomemos cuidado esigamos o exemplo de Neemias que, primeiro reconstruiu os muros, sem brechaalguma, para depois levantar as portas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Após ter levantadoas portas, Neemias tomou outra importante providência: estabeleceu porteiros,cantores e levitas&lt;/b&gt; (Ne.7:2). De nada adiantaria ter muros sem brecha algumae portas levantadas, se não houvesse pessoas prontas a efetuar os serviços e tornaroperante toda a estrutura que, com a mão de Deus, havia sido construída emapenas cinquenta e dois. A obra de Deus é feita por homens e os homens devemter prioridade. A estrutura é boa, mas sem pessoas de nada isto valerá.Lamentavelmente, muitos não têm agido deste modo, com grave prejuízo para aextensão do reino de Deus em nossos dias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Levantadas as portas, Neemias estabeleceu porteiros. Osporteiros eram absolutamente necessários para que as portas fossem abertas efechadas nos dias e horários certos, para que a entrada e saída de pessoas eanimais fosse devidamente organizada, para que as portas, enfim, tivessemalguma funcionalidade. De que adiantaria todo o esforço para a construção elevantamento de portas, se não houvesse porteiros que tornassem as portasúteis? Por isso, assim que as portas foram levantadas, Neemias tratou de pôrporteiros para que a edificação desse os resultados esperados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- De igual maneira, &lt;b&gt;precisamoster “porteiros” em nossa vida espiritual&lt;/b&gt;, ou seja, necessitamos servigilantes em nosso contato com o mundo, visto que, embora a ele não maispertençamos, ainda estamos nele e temos de conviver com ele inclusive paracumprirmos com a tarefa de sermos luz do mundo e sal da terra (Jo.17:11,16).Vigiar foi a ordem dada por Nosso Senhor (Mc.13:37).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Um dos principais “porteiros” que temos são os nossosolhos, porta de entrada de tudo quanto temos à nossa volta, em especial nosdias em que vivemos em que a principal comunicação é audiovisual. Temos de termuito cuidado com os olhos, pois estes são órgãos que podem comprometer toda anossa comunhão com Deus. Cristo nos ensina que eles são “a candeia do corpo” ese eles forem bons, todo o nosso corpo terá luz, se, porém, os teus olhos foremmaus, o nosso corpo será tenebroso (Mt.6:23). Será que, a exemplo de Jó,fizemos um concerto com nossos olhos (Jó 31:1)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Este cuidado de Neemias, também, remete-nos para a escolhados porteiros em nossas igrejas locais. Esta função, que muitos vêm comdesprezo, é importantíssima e até o descuido de alguns na escolha dos porteirosé um dos principais fatores para a situação lamentável da evangelização emmuitos lugares. Os porteiros, em nossas igrejas locais, devem ser pessoas muitopreparadas, revestidas do poder de Deus, que possam não só persuadir ostranseuntes a adentrar em nossos templos para assistir aos cultos, mas seremgentis, dóceis e solícitos , de modo a serem verdadeiros “cartões de visita” denossas igrejas locais. De nada adianta toda uma estrutura para se servir a Deusse não houver “porteiros” que tornem tudo funcional e útil. Aprendamos comNeemias e tenhamos este mesmo cuidado, líderes na casa do Senhor!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Ao apontar os porteiros, Neemias deu-lhes a ordem para quenão se abrissem as portas de Jerusalém até que o sol se aquecesse, devendo asportas ser fechadas e trancadas, devendo ser, ainda, postos guardas dosmoradores de Jerusalém, cada um na sua guarda, e cada diante da sua casa(Ne.7:3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;As portas deJerusalém tinham de se manter fechadas durante a noite&lt;/b&gt;. Temos aqui umalinda lição espiritual: nossas portas devem se fechar quando as trevascomparecerem. Não podemos permitir que o pecado, representado pela escuridão,tenha entrada em nossa vida. Por isso, o apóstolo Paulo nos adverte para quenão demos lugar ao diabo (Ef.4:27).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;As portas tinham deser fechadas e trancadas&lt;/b&gt;. Não bastava “encostar” a porta, mas elas deviamdevidamente trancadas. Não podemos ser negligentes, mas zelosos em servir aDeus, tomando todo o cuidado para que não permitamos a entrada do mal em nossasvidas. Por isso, o autor da epístola aos hebreus recomenda-nos para que não sódeixemos o pecado, como também o embaraço, coisas que não são em si pecaminosasmas que podem nos levar ao pecado (Hb.12:1). Não basta fechar, é preciso,também, trancar as portas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- A vigilância é reforçada na ordem de Neemias. Além defechar e trancar as portas, deviam ser postos guardas dos moradores deJerusalém, cada um na sua guarda e cada um diante da sua casa. A vigilância dasportas, tarefa do governo da cidade, era feita, mas cada morador devia tambémfazer a vigilância diante de sua casa. Que linda lição para cada crente,principalmente para aqueles que acham que só os ministros e responsáveis pelogoverno da igreja devam se preocupar com a vigilância. Esta é uma tarefa decada um de nós: todos nós devemos ser zelosos, cada um tem de ter cuidado de simesmo para, então, poder contribuir com o cuidado de todos (I Tm.4:16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Temos posto guardas diante de nossas casas? Como está avigilância em nossos lares, em nossas famílias? Temos, como cônjuges, comopais, como filhos, cuidado para que o inimigo não tenha entrada em nossascasas? Ou será que as mensagens satânicas têm pleno acesso através dos meios decomunicação de massa, da internet e de tantas outras coisas tenebrosas que oinimigo têm lançado contra os servos do Senhor? Será que nossas casas têm“guardas”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Neemias, além depôr porteiros e guardas, também tratou de estabelecer cantores&lt;/b&gt;. Podeparecer estranho que Neemias tenha procurado pôr cantores depois da conclusãoda obra de reedificação. Esta estranheza é resultado de um pensamentoprecipitado de que os cantores teriam sido postos nas portas de Jerusalém ounos muros. Entretanto, não é isto que o texto sagrado nos revela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Ao estabelecer cantores, Neemias mostra-nos que, emvirtude da situação de grande miséria e desprezo que vivia Jerusalém, o serviçode louvor do templo não estava a funcionar. A situação era de tanta tristeza emiséria, que não havia como se manter o serviço do louvor no templo, não sódiante da insegurança reinante, mas também pela própria situação emocional eespiritual adversa a qualquer manifestação de alegria, que é o que representa ocântico (Tg.5:13).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Superada a insegurança, concluída a obra pela benignidadedivina, Neemias logo entendeu que se devia restabelecer o serviço de louvor dotemplo e, por isso, designou cantores. Neemias não podia admitir uma situaçãode restauração, de renovo sem que houvesse o perfeito louvor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;O louvor deveacompanhar a adoração ao Senhor&lt;/b&gt;. Não pode o povo de Deus, edificado e salvopela graça e misericórdia de Deus, calar-se e deixar de louvar ao Senhor. É comtristeza que vemos, nos dias hodiernos, muitos que cristãos se dizem serdesprezarem, por completo, o cântico e o louvor, tanto que chegam atrasados aoscultos, depois do momento litúrgico do louvor. Aprendamos com Neemias e nãopermitamos que deixe de haver em nossas vidas espirituais os cantores quecompletam a obra de nossa edificação espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias, também, estabeleceu levitas, que eram auxiliaresdos sacerdotes no serviço do templo. Observemos, aliás, que, ao contrário doque se costuma dizer hoje em dia, &lt;b&gt;“levita”não se confunde com o músico&lt;/b&gt;. Os levitas eram os descendentes de Levi, atribo que havia sido designada para o serviço do templo. Os filhos de Arão eramsacerdotes e todos os demais levitas foram encarregados dos mais diversos evariados serviços no tabernáculo e, posteriormente, no templo, inclusive aparte musical. Portanto, não confundamos “levita” com “músico”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- O cuidado de Neemias de estabelecer levitas reflete a suapreocupação em que nada ficasse por fazer no serviço do templo. Neemias não sepreocupava apenas em ter muros e portas, mas queria que a segurança trazida porestes muros e portas pudesse restaurar todos os serviços do templo. Os líderesprecisam ter este mesmo zelo, de fazer com que todas as tarefas, todos osserviços necessários para a igreja local sejam realizados a contento. Não bastaapenas termos edificação espiritual, mas é preciso que esta edificação setraduza em serviço eficaz, até porque a Igreja, como corpo de Cristo, veio paraservir e não para ser servida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Após estabelecer porteiros, cantores e levitas, Neemiasnomeou seu irmão Hanani e a Hananias como maiorais da fortaleza sobre Jerusalém,porque era como homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos (Ne.7:2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- A nomeação de Hanani como maioral da fortaleza, seu irmão,pode trazer a Neemias a acusação de “nepotismo”, ou seja, “favoritismo para comparentes”, mal que infesta a Administração Pública em nosso país e que,infelizmente, também já encontrou guarida na administração eclesiástica.Muitos, aliás, buscam nesta passagem bíblica até uma “fundamentação” para suaspráticas pouco ou nada recomendáveis nas igrejas locais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Contudo, quando vemos o próprio texto sagrado,contemplamos em Neemias mais uma virtude como líder e governante (como, aliás,já visto no apêndice 1). Hanani foi nomeado não por ser seu irmão, mas porque“era homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos”. O parentesco aqui eraapenas um acidente, que não foi considerado na nomeação. Não nos esqueçamos,aliás, que Hanani fora até Jerusalém e, ao ver a situação, levou alguns de Judápara falar com Neemias a respeito da situação de Jerusalém. Era uma pessoa quetinha história na obra do Senhor e que, portanto, fazia jus àquela nomeação,independentemente do parentesco que tinha com o governador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias faz questão de dizer que nomeara o seu irmão porcausa do temor dele a Deus, que superava o de muitos. &lt;b&gt;Um critério para pormos alguém à testa da obra do Senhor é,precisamente, o seu temor a Deus, que deverá ser superior ao dos demais&lt;/b&gt;.Como é diferente o critério de Neemias do que temos visto em nossas igrejaslocais! Aprendamos com Neemias!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias, em mais uma demonstração de transparência, nãodeixou que Hanani, apesar de suas qualidades, estivesse sozinho como maioral dafortaleza. Ao seu lado, pôs Hananias nesta função. Deste modo, não deixouqualquer suspeita com relação ao fato de Hanani ser seu irmão, como também nosdá uma amostra da própria criteriologia que seria adotada pelo Senhor Jesus naevangelização do povo judeu, durante Seu ministério público, ou seja, o desempre chamar de dois em dois, para que o serviço seja eficaz (Lc.10:1). Ésempre importante, nas tarefas da igreja, serem indicados dois, para que um aooutro possa ajudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13pt;"&gt;II – NEEMIAS RESOLVE REPOVOAR&amp;nbsp;JERUSALÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Estabelecido um sistema de segurança para Jerusalém, comotambém reorganizado o serviço do templo naquilo que havia sido interrompidopela falta de segurança, Neemias percebeu que a cidade era larga de espaço egrande, mas havia pouco povo dentro dela, além do que as casas ainda nãoestavam edificadas (Ne.7:4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Neemias, como umverdadeiro e autêntico homem de Deus, dava prioridade ao ser humano&lt;/b&gt;,entendia que o homem foi posto como coroa da criação terrena e, como tal, ocupao primeiro lugar na preocupação da obra do Senhor. De que adiantaria uma cidadegrande, agora segura e murada, vazia? Era necessário que as pessoas desfrutassemdos benefícios da reedificação dos muros e das portas de Jerusalém. Ele nãopoderia se contentar com os espaços vazios de Jerusalém. Será que nossoslíderes têm esta mesma preocupação nos dias hodiernos? Será que, assim como oSenhor, querem que as “moradas celestes” sejam ocupadas por salvos e remidospelo sangue de Cristo? Ou estão felizes com o “punhadinho” que está a ocupar ostemplos, uma vez que já lhes permitem viver regaladamente nesta Terra?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Jerusalém estava com uma pequena população comodecorrência da própria situação de insegurança que existia. Quem se atreveria amorar numa cidade com muros fendidos e portas queimadas a fogo? Quem poderiamorar em uma cidade que não tinha sequer casas edificadas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Entretanto, esta situação se alterara e, portanto, nãohavia mais motivo para que Jerusalém se tornasse uma cidade larga de espaço egrande mas com pouco povo. Temos esta mesma consciência? Será que estamos apensar como Neemias, ou já abrimos mão de encher as nossas igrejas locais e noscontentamos com o “pouco povo”? As estatísticas, infelizmente, denunciam que oritmo de evangelização tem diminuído consideravelmente e que muitos quecristãos se dizem ser estão “satisfeitos” com os megatemplos, com os templosgrandiosos, com as “grandes catedrais” que, porém, a exemplo dos grandestemplos da Igreja Romana, em muitos lugares, encontram-se como simplesmonumentos, locais de visitação turística, mas com muito pouco povo. Acordemos,irmãos, pois não é esta a vontade de Deus!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Este inconformismo de Neemias não era algo de seu coração,provinha de Deus, tanto que é o próprio Neemias quem afirma que Deus lhe pôs nocoração que reunisse todo o povo e tomasse a deliberação de povoar Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- O desejo de Jesus não é diferente do de Neemias. Ao contara parábola da grande ceia (Lc.14:15-24), Nosso Senhor mostra-nos que o seudesejo é que Seus servos saiam pelos caminhos e valados e os force a entrar,para que a Sua casa se encha. Temos tido esta atitude de insistência e de zeloe dedicação para que a casa do Senhor se encha? Temos o mesmo denodo epreocupação manifestados por Neemias ao ver Jerusalém grande, segura, masvazia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Diante do desejo que o próprio Deus pôs em seu coração,Neemias convocou os nobres, os magistrados e o povo. Temos aqui mais um beloexemplo, já mencionado em capítulos anteriores, de que &lt;b&gt;Neemias sempre procurava legitimar suas decisões com a participação dopovo&lt;/b&gt;. Embora fosse ele o governador e tivesse a autoridade dada pelo rei dePérsia para tomar as decisões que precisavam ser tomadas, embora tivesse elesentido da parte de Deus a orientação para o repovoamento de Jerusalém, Neemiasnão se furtou a chamar uma assembleia e a compartilhar com o povo o seu desejo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- A participação do povo nas deliberações é algo muito importantepara que tenhamos a legitimidade das decisões, para que consigamos ocomprometimento de todos na obra do Senhor. Como diz um caro irmão que conoscoparticipa do estudo dos professores de EBD, ultimamente os crentes só sãochamados para participar na hora de contribuir, sendo verdadeiras “vaquinhas depresépio” no restante. Talvez resida aí um dos principais fatores para a faltade comprometimento de muitos com a obra do Senhor. Aprendamos com Neemias!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Neemias queriapovoar Jerusalém&lt;/b&gt;, queria que a cidade se enchesse, mas este desejo dogovernador nada tinha que ver com a “numerolatria”, esta fixação no crescimentoquantitativo que hoje orienta e dirige os vários métodos e estratégias de“crescimento de igrejas” que proliferam no meio do povo de Deus. &lt;b&gt;Neemias queria encher Jerusalém, mas nãoqueria fazê-lo apenas com números&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;Parahabitar a “cidade santa”, era preciso que se fosse, igualmente, santo, ou seja,que se estivessem diante de legítimos integrantes do povo de Judá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Por isso, ao desejo de povoar a cidade, correspondia outrodesejo proveniente de Deus, o de se consultarem as genealogias, a fim de severificar quem era o verdadeiro povo judeu, quem era verdadeiramente judeu,quem tinha vindo com Zorobabel para Canaã depois do final do cativeiro daBabilônia. Por isso, Neemias foi consultar o “livro da genealogia dos quesubiram primeiro”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Este livro continha a relação de todos que haviam subidocom Zorobabel para Canaã depois do decreto do rei persa Ciro que pusera fim aocativeiro da Babilônia (Ed.2) e era a prova da legitimidade da ascendênciajudaica do povo. Neemias queria repovoar Jerusalém mas deveria fazê-lo apenascom os judeus legítimos e autênticos, aqueles que eram descendência de Abraão,Isaque e Jacó.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Nos dias de Neemias, estávamos diante de um povo dotado deuma etnia, de uma ascendência biológica, o que não se dá com a Igreja, que éuma nação espiritual. No entanto, esta mesma preocupação genealógica deveexistir quando tratarmos de “encher a casa de Deus”. A casa do Senhor somentepode ser cheia e habitada pelos que constam do “livro da genealogia”, que não éo livro que estava guardado no templo há mais ou menos 80 (oitenta) anos naJerusalém de Neemias, mas é “o livro da vida do Cordeiro” (Ap.21:27), ondeestão escritos os nomes daqueles que foram “eleitos, segundo a presciência deDeus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sanguede Jesus Cristo”, gerados de novo pelo Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,segundo a Sua grande misericórdia para uma viva esperança, pela ressurreição deJesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável eque se não pode murchar, guardada nos céus para eles (I Pe.1:2,3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Somente podemospovoar nossas igrejas locais com aqueles que também poderão entrar na Jerusalémcelestial&lt;/b&gt;. Assim, para que alguém venha a pertencer à igreja local, precisadar frutos dignos de arrependimento, precisar mostrar, pela sua maneira deviver, que realmente foi “gerado de novo”, que morreu para o mundo e agora vivepara Deus. Por isso, o batismo nas águas, que é o ato pelo qual alguém seincorpora à igreja local, deve ser realizado apenas quando se tem estademonstração inequívoca da salvação na pessoa de Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Muitos, no entanto, não estão mais buscando o “livro dagenealogia” e estão a pôr dentro da igreja local qualquer um, sem qualquerobjetivo senão o de “fazer quantidade”, “fazer número”. Não é este, porém, opropósito de Deus, já que não foi assim que o Senhor procedeu com Neemias e,como sabemos todos, Deus não muda (Ml.3:6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias consultou o livro e, no capítulo 7, segue umalonga lista, que corresponde a Ed.2 (pois se trata da mesma lista), onde sãoregistradas as genealogias de todo o povo judeu que retornara do cativeirobabilônico. Esta extensa lista mostra-nos que, apesar de constituir um povo, osjudeus não eram indistintamente tomados, não eram tratados pelo Senhor como“massa”, como, lamentavelmente, agem muitos dos líderes de hoje em dia, mas quecada um tinha o seu próprio local e a sua própria individualidade diante deDeus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Na igreja não é diferente. Deus tem-nos como um povo, umpovo que é um corpo e no qual cada um vive em função do outro (I Co.12:12-31),no qual é preciso que todos se ajustem segundo a justa operação de cada partepara que haja a edificação em amor (Ef.4:15,16), mas onde cada um é tratadocomo indivíduo, com uma particularidade e intimidade com Deus, individualidadee intimidade que, inclusive, perdurarão por toda a eternidade (Ap.2:17).Lembremo-nos disto em nosso relacionamento com os irmãos, que não podem sertratados como “massa”, muito menos como “números”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neste livro, achou-se que alguns que haviam subido com osjudeus para Canaã não puderam comprovar a sua genealogia, a saber, osfilhos&amp;nbsp; de Delaías, os filhos de Tobias eos filhos de Necoda, num total de seiscentos e quarenta e dois (Ne.7:62), comotambém alguns sacerdotes, a saber, os filhos de Hobaías, os filhos de Coz, osfilhos de Barzilai, o gileadita, que tomara uma mulher das filhas de Barzilai ese chamou do seu nome (Ne.7:63). Como estes sacerdotes não puderam comprovar asua origem sacerdotal, como que imundos, foram excluídos do sacerdócio(Ne.7:64).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Este episódio, ocorrido ainda nos dias de Zorobabel,mostra-nos claramente que, no meio do povo de Deus, como o Senhor Jesus deixouclaro nas parábolas do reino dos céus (Mt.13), sempre haverá “infiltrados”,pessoas que se introduzirão no meio do povo sem que a ele pertençam. Havia até“sacerdotes” que não eram sacerdotes, visto que não pertenciam à família deArão, inclusive os “filhos de Barzilai”, que assim se denominavam desde os diasde Davi, ou seja, antes mesmo da construção do templo por Salomão e que,portanto, por mais de quinhentos anos, intitulavam-se sacerdotes sem o ser!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- No entanto, ainda que tenha demorado tanto tempo, um diaforam eles revelados e, como não puderam provar a sua genealogia, foramexcluídos do sacerdócio, tidos como imundos. Assim ocorre, também, no meio daIgreja: muitos, aproveitando-se do adormecer dos servos de Deus (Mt.13:25), sãosemeados no meio do povo pelo inimigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- No entanto, como afirmou o Senhor Jesus, nada do que éoculto assim permanecerá e, a seu tempo, será revelado (Lc.12:2). No momentoaprazado pelo Senhor, o “livro da genealogia” será consultado e o que deve serfeito é que, constatada e revelada a “imundícia”, imperioso que se exclua oimundo do sacerdócio, ou seja, que ele seja retirado da comunhão da Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Temos aqui, ademais, uma preciosa lição sobre anecessidade de se continuar a exercer a disciplina na Igreja, o que,infelizmente, já não tem sido realizado por muitos sob uma falsa doutrina deque “quem disciplina é o Espírito Santo”. No episódio narrado por Neemias econstante do “livro da genealogia”, é claríssimo que, após a revelação dada porDeus, incumbe ao povo promover a exclusão do sacerdócio, ou seja, vindo arevelação da imundícia, faz-se preciso que a própria igreja promova a exclusão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Também se encontrou “no livro da genealogia”, que ogovernador (que era, então Zorobabel) contribuiu para o tesouro em ouro, comoito quilos, cinquenta bacias e quinhentas e trinta vestes sacerdotais, tendo,também, os maiorais do povo dado para o tesouro da obra, em ouro, cento esessenta quilos e, em prata, mil e trezentos e vinte quilos, enquanto orestante do povo dera cento e sessenta quilos de ouro, duzentos quilos de pratae sessenta e sete vestes sacerdotais, tendo, então, cada um ido habitar em suascidades (Ne.7:70-73).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Neemias, então, faz questão de mostrar ao povo que, alémde termos cuidado em quem deveria habitar no meio do povo, ou seja, somente osque tinham genealogia, somente com o comprometimento de todos se poderia fazera obra do Senhor e se ter o culto a Deus, fundamental para a sobrevivência deJudá, “propriedade peculiar de Deus entre os povos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- A começar do governador, passando pelos maiorais e, porfim, todo o povo tinha de contribuir para a sustentação do trabalho do Senhore, consequentemente, para a sobrevivência do povo de Deus. Por isso, Neemias atodos convocou, para que participassem das deliberações e, também, dasustentação do serviço da casa do Senhor. Este nível de compromisso ainda hojeé necessário, sem o que não se realizará a obra de Deus. Mas, como já dissemossupra, não apenas na contribuição, na doação de recursos financeiros, mastambém nas deliberações. Aprendamos com Neemias!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Só pode haver comprometimento, porém, quando todos sãoirmãos, ou seja, quando todos forem verdadeiros e genuínos “filhos de Deus”. Apresença de “infiltrados” impede que o compromisso surja do modo mais eficaz naobra de Deus. Por isso, precisamos sempre ter em mente a “consulta ao livro dagenealogia”, a observação rigorosa e com discernimento espiritual daqueles querealmente pertencem ao povo de Deus. Vigiemos, amados irmãos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;A consulta ao“livro da genealogia” mostra-nos, ainda, o cuidado que Neemias tinha com ahistória do povo&lt;/b&gt;. Precisamos incutir em nossas mentes que todo povo tem dezelar pela sua história, precisa ter memória, pois, “um povo sem memória nãotem futuro”. O cuidado de Deus para que Seu povo não perca a memória é tãogrande que muitos dos livros das Escrituras são históricos, sem falar nacircunstância de que uma das ordenanças que nos foram deixadas pelo SenhorJesus é precisamente a “ceia do Senhor”, que é, entre outras coisas, um“memorial”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- Torna-se preciso sempre que os líderes reafirmem ahistória do povo de Deus e como ela reflete a fidelidade do Senhor paraconosco. Neemias consultou o livro da genealogia e o revelou a todo o povo paraque estes pudessem, antes de mais nada, ter noção da sua própria origem, doinício da reocupação de Canaã depois do cativeiro para que, à luz destahistória, pudessem devidamente deliberar. No ano do centenário das Assembleiasde Deus no Brasil, resgatemos a nossa história!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;- &lt;b&gt;Após ter lido o“livro da genealogia”, Neemias não determinou o imediato repovoamento deJerusalém&lt;/b&gt;. Havia sido dado o primeiro momento para isto, que era o resgateda história, o resgate da memória, mas isto ainda era insuficiente. Faziam-senecessários, ainda, alguns outros momentos, a saber, o avivamento, oarrependimento e a organização do serviço religioso, consoante se vê noscapítulos 8, 9 e 10 de Neemias, a serem estudados nas lições próprias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; CaramuruAfonso Francisco&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;PORTAL ESCOLA DOMINICAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;QUARTO TRIMESTRE DE 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;TEMA –&amp;nbsp; Neemias – integridade e coragemem tempos de crise&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;COMENTARISTA: &amp;nbsp;Elinaldo Renovato de Lima&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;APÊNDICE Nº 2 –&amp;nbsp; AS NECESSÁRIASCAUTELAS PARA A ESTRUTURAÇÃO DO POVO DE DEUS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;1º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Texto áureo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;“Então omeu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, e os magistrados, e o povo,para registrar as genealogias. E achei o livro da genealogia dos que subiramprimeiro e assim achei escrito nele: &lt;/i&gt;” (Ne.7:5)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;2º SLIDE INTRODUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Em complemento ao estudo deste trimestre, estudaremos ocapítulo 7 do livro de Neemias, que não objeto de lição específica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- No capítulo 7 de Neemias, aprendemos que o povo de Deusprecisa ser bem estruturado, com vigilância, a fim de que inimigos externos einfiltrados não comprometam a obra de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;3º SLIDE I – NEEMIAS ESTABELECE UM SISTEMA DE SEGURANÇA PARAJERUSALÉM E REORGANIZA O SERVIÇO DO TEMPLO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias, após a finalização da reconstrução dos muros,mesmo diante da ação dos falsos profetas e dos que haviam se mancomunado comSambalate, Tobas e Gesem para tentar atemorizá-lo, levantou as portas (Ne.7:1).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Primeiro, Neemias teve de reedificar os muros, muros quenão podiam ter qualquer brecha (Ne.6:1), para só então, colocar as portas nosportais. A edificação tem a sua ordem, que não pode ser alterada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;4º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Após ter levantado as portas, Neemias tomou outraimportante providência: estabeleceu porteiros, cantores e levitas (Ne.7:2). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Levantadas as portas, Neemias estabeleceu porteiros. Osporteiros eram absolutamente necessários para que as portas fossem abertas efechadas nos dias e horários certos, para que a entrada e saída de pessoas eanimais fosse devidamente organizada, para que as portas, enfim, tivessemalguma funcionalidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;5º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Ao apontar os porteiros, Neemias deu-lhes a ordem para quenão se abrissem as portas de Jerusalém até que o sol se aquecesse, devendo asportas ser fechadas e trancadas, devendo ser, ainda, postos guardas dosmoradores de Jerusalém, cada um na sua guarda, e cada diante da sua casa(Ne.7:3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- A vigilância é reforçada na ordem de Neemias. Além defechar e trancar as portas, deviam ser postos guardas dos moradores deJerusalém, cada um na sua guarda e cada um diante da sua casa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;6º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias, além de pôr porteiros e guardas, também tratou deestabelecer cantores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Ao estabelecer cantores, Neemias mostra-nos que, emvirtude da situação de grande miséria e desprezo que vivia Jerusalém, o serviçode louvor do templo não estava a funcionar, não só diante da insegurançareinante, mas também pela própria situação emocional e espiritual adversa aqualquer manifestação de alegria, que é o que representa o cântico (Tg.5:13).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;7º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias, também, estabeleceu levitas, que eram auxiliaresdos sacerdotes no serviço do templo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- O cuidado de Neemias de estabelecer levitas reflete a suapreocupação em que nada ficasse por fazer no serviço do templo. Neemias não sepreocupava apenas em ter muros e portas, mas queria que a segurança trazida porestes muros e portas pudesse restaurar todos os serviços do templo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;8º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Após estabelecer porteiros, cantores e levitas, Neemiasnomeou seu irmão Hanani e a Hananias como maiorais da fortaleza sobreJerusalém, porque era como homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos (Ne.7:2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- A nomeação de Hanani como maioral da fortaleza não éexemplo de “nepotismo”. Hanani foi nomeado não por ser irmão de Neemias, masporque “era homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos”. Hanani era umapessoa que tinha história na obra do Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;9º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias, em mais uma demonstração de transparência, nãodeixou que Hanani, apesar de suas qualidades, estivesse sozinho como maioral dafortaleza. Ao seu lado, pôs Hananias nesta função. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- É sempre importante, nas tarefas da igreja, seremindicados dois, para que um ao outro possa ajudar (Lc.10:1).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;10º SLIDE&amp;nbsp; II –NEEMIAS RESOLVE REPOVOAR&amp;nbsp; JERUSALÉM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Estabelecido um sistema de segurança para Jerusalém, comotambém reorganizado o serviço do templo naquilo que havia sido interrompidopela falta de segurança, Neemias percebeu que a cidade era larga de espaço egrande, mas havia pouco povo dentro dela, além do que as casas ainda nãoestavam edificadas (Ne.7:4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias, como um verdadeiro e autêntico homem de Deus,dava prioridade ao ser humano. De que adiantaria uma cidade grande, agorasegura e murada, vazia? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;11º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Jerusalém estava com uma pequena população comodecorrência da própria situação de insegurança que existia. Quem se atreveria amorar numa cidade com muros fendidos e portas queimadas a fogo? Quem poderiamorar em uma cidade que não tinha sequer casas edificadas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Entretanto, esta situação se alterara e, portanto, nãohavia mais motivo para que Jerusalém se tornasse uma cidade larga de espaço egrande mas com pouco povo. Temos esta mesma consciência? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;12º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Este inconformismo de Neemias não era algo de seu coração,provinha de Deus, tanto que é o próprio Neemias quem afirma que Deus lhe pôs nocoração que reunisse todo o povo e tomasse a deliberação de povoar Jerusalém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- O desejo de Jesus não é diferente do de Neemias. Ao contara parábola da grande ceia (Lc.14:15-24), Nosso Senhor mostra-nos que o seudesejo é que Seus servos saiam pelos caminhos e valados e os force a entrar,para que a Sua casa se encha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;13º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Diante do desejo que o próprio Deus pôs em seu coração,Neemias convocou os nobres, os magistrados e o povo. Neemias sempre procuravalegitimar suas decisões com a participação de todos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- A participação de todos nas deliberações é algo muitoimportante para que tenhamos a legitimidade das decisões, para que consigamos ocomprometimento de todos na obra do Senhor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;14º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias queria povoar Jerusalém, queria que a cidade seenchesse, mas este desejo do governador nada tinha que ver com a “numerolatria”,esta fixação no crescimento quantitativo que hoje orienta e dirige os váriosmétodos e estratégias de “crescimento de igrejas” que proliferam no meio dopovo de Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Por isso, ao desejo de povoar a cidade, correspondia outrodesejo proveniente de Deus, o de se consultarem as genealogias, a fim de severificar quem era o verdadeiro povo judeu. Por isso, Neemias foi consultar o“livro da genealogia dos que subiram primeiro”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;15º SLIDE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;- Neemias consultou o livro e, no capítulo 7, segue umalonga lista, que corresponde a Ed.2 (pois se trata da mesma lista), onde sãoregistradas as genealogias de todo o povo judeu 
